<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869</id><updated>2012-02-16T17:30:53.096-02:00</updated><title type='text'>Sobre Carol...</title><subtitle type='html'>"É preciso ter o caos dentro de si para dar origem a uma estrela bailarina."</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>99</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-6051966735704506966</id><published>2011-05-18T00:25:00.004-03:00</published><updated>2011-05-18T00:36:16.485-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Meu querido amigo.&lt;br /&gt;Sabe que me parece absurdo pensar que já há 01 mês você se foi. A morte é ridícula. Morrer não devia acontecer conosco, não assim abreviando nossos planos e sonhos.&lt;br /&gt;Talvez essa seja a chiste mais sacana da vida, como que para nos lembrar que o amanhã a Deus pertence e que não importa o quanto você se esforce ou planeje, as coisas fogem do nosso controle e do nosso rumo. Um autor americano dizia que se quiséssemos que Deus risse, bastaria mostrar nossos planos a Ele. Cada dia isso parece mais verdade.&lt;br /&gt;Mas sabe que as vezes me parece tão injusto, tão incorreto isso da sua partida e eu fico pensando qual a razão, apenas para chegar a conclusão idiota que não existe razão, acontece apenas. Então, eu engulo e tento lembrar de todas as coisas ótimas do tempo que você pôde passar aqui, do como você foi corajoso, do quanto o tempo todo você lutou e burlando todas as expectativas conseguiu viver até aqui e realizar seus sonhos. Pensando nisso me dá um conforto tão bom, quantas pessoas vivem uma vida inteira sem um amor de verdade e você teve, quantas pessoas vivem fazendo algo que odeiam e você lutou até o fim para fazer aquilo que amava.&lt;br /&gt;É verdade, que as vezes, uma farpa aparece, talvez saudade, talvez a constatação idiota que eu não posso mais te visitar ou de pelo menos saber que você está aqui. As vezes dói porque eu me pergunto o tempo todo se haveria mais alguma coisa que eu deveria ter feito. As vezes eu lembro de umas conversas bobas nossa, como quando andávamos e batia um vento bom.&lt;br /&gt;Acho que no fim fica isso e se é verdade que estamos vivos até estarmos presentes na memória de alguém, farei o possível para que continue vivo por muito tempo. Amo você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-6051966735704506966?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/6051966735704506966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=6051966735704506966&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/6051966735704506966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/6051966735704506966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2011/05/meu-querido-amigo.html' title=''/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-6063494656915714077</id><published>2011-03-28T00:08:00.003-03:00</published><updated>2011-03-28T00:26:29.744-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Sabe que o  dia de hoje poderia ter sido completamente diferente se eu não visse aquela reportagem. Foi assim: uma moça se jogou de um prédio. Mas não era só isso. Ela se jogara meses depois que seu amante fizera o mesmo. E aqui uso amante no sentido da pessoa a qual se deposita afeto e não outro sentido vulgar e qualquer.&lt;br /&gt;E por mais que o a história do Romeu e Julieta tenha no mínimo 100 anos, aparentemente nós, seres humanos, conseguimos ser incrivelmente repetitivos.  Mas o que me doía era  que ao ler isso eu lembrei das inúmeras vezes que você dizia que morreria por mim e das vezes que eu respondia que não fazia sentido morrer por mim, então que vivesse por mim.Talvez meu jeito egocêntrico tenha tornado as coisas absurdas. Porque morrer por alguém é infinitamente mais fácil  que viver por uma pessoa. Além de ser infinitamente mais poético. Doeu um pouco porque eu lembrei daquela frase eu amo: quem não tem coragem de se matar de uma vez, faz aos poucos. E eu pensei nas muitas vezes que eu tenho me matado desde então. Como se me ferindo repetidamente de maneiras diversas fizesse parar de doer.&lt;br /&gt;Um dia desses eu lembrei de uma das nossas primeiras conversas em que eu dizia que não gostaria de te afastar das coisas que você achava certo. E eu não afastei. E  como se fosse um quebra-cabeças eu também me recordei de uma amiga que dizia: Admiro tanto sua postura de ter se mantido firme naquilo que você acreditava e de não ter se transformado em outra pessoa. E sabe que foi isso que você também fez. Foi o que ambos fizemos. Nos mantivemos fieis aquilo que acreditávamos certo, aquilo que nos foi passado como correto, como padrões aprendidos.  E sabe que pela primeira  vez pensar nisso não doeu, porque de repente eu percebi que era isso que eu sempre soube e esperei de você. Alguém que possuísse suas próprias opiniões, que não fosse subjugado por outros e que se mantivesse fiel. Obrigado por ter feito aquilo que achava certo. Eu também fiz. E foi assim, que de alguma forma, nós dois pulamos para salvar um ao outro. Só esquecemos de notar, que estávamos em janelas diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"Did I disappoint you or let you down?&lt;br /&gt;Should I be feeling guilty or let the judges frown?&lt;br /&gt;'Cause I saw the end before we'd begun,&lt;br /&gt;Yes I saw you were blinded and I knew I had won.&lt;br /&gt;So I took what's mine by eternal right.&lt;br /&gt;Took your soul out into the night.&lt;br /&gt;and may be over but it won't stop there,&lt;br /&gt;I am here for you if you'd only care.&lt;br /&gt;touched my heart you touched my soul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goodbye my lover.&lt;br /&gt;Goodbye my friend.&lt;br /&gt;You have been the one.&lt;br /&gt;You have been the one for me."&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-6063494656915714077?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/6063494656915714077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=6063494656915714077&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/6063494656915714077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/6063494656915714077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2011/03/sabe-que-o-dia-de-hoje-poderia-ter-sido.html' title=''/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-5863060706955575434</id><published>2011-02-26T16:26:00.003-03:00</published><updated>2011-03-21T22:45:34.900-03:00</updated><title type='text'>Sobre dar aos mãos.</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçados, sabe, essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega."&lt;/span&gt; Arnaldo Jabbur&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, depois de um bom tempo, fui a uma festa. E sabe que eu fiquei um bom tempo observando as pessoas e os casais. Eu tenho essa mania besta de prestar atenção a situações que passariam livremente. Mas eu, com essa mania estranha, acabo captando momentos alheios e os guardando de algum modo, como se eu andasse com uma máquina fotográfica em mãos para registrar os momentos bonitos ou pelo menos diferentes. Foi assim que eu vi um casal se reconciliar um dia desses num restaurante, ou um outro casal em crise sem tanto sucesso. E ultimamente tenho reparado que as pessoas não se dão mais as mãos. Como se num medo secreto de declarar ao mundo que se tem alguém ao lado. Um único alguém. Como se isso pudesse espantar os outros alguens ou como se fosse demais carregar o peso de assumir um afeto.  Um dia desses, vi um casal em um restaurante, sentado lá na última cadeira, quase sem ninguém notar; e entre conversas e beijos eles não se deram as mãos. Em momento nenhum. Ontem, dos vários casais que eu vi, ninguém se dava as mãos, as pessoas só faziam isso, quando andavam no meio da multidão e com medo de se perderem seguravam um ao outro -o que é bem diferente de dar aos mãos.&lt;br /&gt;E sabe que por um tempo eu pensei, será que eu envelheci rápido ou será que cada vez mais as coisas vão perdendo o valor? O fato é que numa sociedade em que tudo é descartável e pra ontem, onde os vínculos são frouxos e o ser humano cada vez mais sem valor, pessoas são assassinadas por nada, cada vez mais a descrença em tudo aumenta.&lt;br /&gt;Ninguém se lembra de todo aquele processo de estar junto em que pouco a pouco se tocavam. Como naqueles filmes em que os mocinhos vão ao cinema e receosos tocam a mão da mocinha, se ela deixasse era um bom indício. Nada como o gesto quase secreto de dar as mãos e fazer pequenos e sutis carinhos com os dedos em outra mão, algo normalmente não notado por outras pessoas, mas com certeza sentido por aqueles dois.&lt;br /&gt;Veja bem, pode parecer até um tanto idiota isso. Ainda bem que estamos em uma era diferente, mas o fato de nos tornarmos modernos e independentes não significa que devemos abandonar algumas coisas a moda antiga completamente encantadoras. &lt;br /&gt;Dar as mãos é lindo. Experimente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-5863060706955575434?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/5863060706955575434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=5863060706955575434&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/5863060706955575434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/5863060706955575434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2011/02/sobre-dar-aos-maos.html' title='Sobre dar aos mãos.'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-2787112773641143978</id><published>2011-02-14T23:23:00.002-02:00</published><updated>2011-02-14T23:37:14.652-02:00</updated><title type='text'>Toy Story IV</title><content type='html'>Que agora, antes de mais nada era hora de admitir amargamente que a criança enjoara do brinquedo. Como já havia feito com outros brinquedos antes. Era uma espécie diferente de brinquedo e portanto, acreditava que seria diferente dos outros. Mas se existe uma verdade na vida é que comigo não vai ser diferente.&lt;br /&gt;O brinquedo lembrava dos seus dias felizes, dos seus dias de brincadeiras alegres e felicidade plena. Dos dias que tinha certeza que nenhum brinquedo fora tanto amado em sua vida e que seu dono jamais se interessaria por outro brinquedo, afinal o amor que lhe era depositado era tamanho que não havia sequer sombra de dúvida.&lt;br /&gt;E o engraçado é que de tanto ter certeza não foi percebendo quando pouco a pouco iam se perdendo. Quando não mais que de repente, o dono se zangava à toa ou quando ele persistia no escuro, quando não era retirado da caixa. Nesses dias, fazia um exercício, lembrava dos dias bons e então, aquela angústia passava e assim, pensava otimistamente que esses dias de sombra passariam.&lt;br /&gt;Até o dia, que o dono resolveu tirar o brinquedo não apenas da prateleira, mas também do quarto e da vida. E foi assim que como todos os brinquedos de antes, ele foi jogado num saco preto e escuro. E por um tempo, o brinquedo chorava, se escondia e voltava para o quarto, para novamente o dono retirá-lo. E entre tantas longas caminhadas e incertezas e lágrimas, o brinquedo se encolheu tanto que foi perdendo o brilho. E de tudo que ele era só sobrou a dúvida se alguma coisa que ele havia vivido fora real em algum momento. Pois admitir que estava exatamente no mesmo lugar que os outros brinquedos de antes, era admitir que o dono não fora totalmente honesto ao dizer que esse amor era único e diferente. E por muito tempo, esse brinquedo andou num deserto sozinho, em busca de uma verdade que justificasse o ocorrido; porque por um instante esse brinquedo acreditou de novo, acreditou que com ele poderia ser diferente, que com ele era honesto. E cada vez que procurava uma verdade se afastava mais e mais, se machucando a cada momento com uma verdade diferente. E depois de muito se machucar, pensando em como deveria admitir que fora tudo uma ilusão, preferiu pensar que por um tempo fora verdade e que o fato de agora não mais o ser, não anulava os momentos que foram reais. Foi assim que ele pensou, foi assim que ele começou a sair do deserto: o jeito mais cômodo e também o mais otimista para um final feliz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-2787112773641143978?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/2787112773641143978/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=2787112773641143978&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2787112773641143978'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2787112773641143978'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2011/02/toy-story-iv.html' title='Toy Story IV'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-3384401938132894908</id><published>2011-02-06T13:03:00.002-02:00</published><updated>2011-02-06T13:15:17.709-02:00</updated><title type='text'>O pó.</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia - qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por quê&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt; Caio Fernando Abreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe que por muito tempo eu só pensava assim: Não pode virar pó, virar nada, como se fosse um mantra, como se ao falar isso eu magicamente impedisse que as coisas se perdessem. Mas num dia inesperada tive uma notícia de morte e eu pensei em com irremediável era que tudo virasse pó e nada e que no fim, essa luta já perdida minha, era uma luta constante para que nós não morrêssemos, era fugir da minha finitude enquanto ser humano mortal. Não queria que você  morresse, não queria que eu morresse, não queria que nós morrêssemos. E talvez por isso eu tentasse insistentemente trazer todas as memórias a tona e esperava que você fizesse o mesmo, porque enquanto existirmos na memória de alguém ainda estaremos vivos e no fundo, eu só queria ser imortal. Eu só queria que não se apagasse, que não andasse para o inevitável. Eu vou morrer, talvez não hoje nem amanhã, mas eu vou morrer e você também. E em algum momento as pessoas que nos cercam também vão morrer e ai tudo que a gente foi vai virar pó, virar nada. E não existe absolutamente nada que possamos fazer quanto isso. E de repente toda essa minha tentativa de me manter viva em você e te manter vivo em mim apareceu com exaustiva e improdutiva, porque não importa o quanto eu tente ou o quanto outra pessoa tente, todos nós invariavelmente - e isso talvez seja a coisa mais democrática da vida – iremos virar pó.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-3384401938132894908?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/3384401938132894908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=3384401938132894908&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3384401938132894908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3384401938132894908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2011/02/o-po.html' title='O pó.'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-8068632831143272627</id><published>2011-01-21T10:47:00.004-02:00</published><updated>2011-01-21T11:24:15.803-02:00</updated><title type='text'>Los ojos.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TTmFy5q3hhI/AAAAAAAAAX4/2iJFHQfQLio/s1600/olhos.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 284px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TTmFy5q3hhI/AAAAAAAAAX4/2iJFHQfQLio/s320/olhos.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564625924113532434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele sempre disse que a amava pelo mistério. Havia algo nela que não tinha sido completamente decifrado. Algo que por mais que ele tentasse descobrir não conseguia. Ela sempre ria quando ouvia isso, porque de todos os adjetivos que existiam na língua portuguesa, ela jamais se definiria como misteriosa. &lt;br /&gt;     Ele sempre a olhava como se tentasse decifrar algo. E assim viviam. Embora a verdade é que o peso desse mistério - que ela não sabia o que era- sempre pairava, pois no fundo sempre soube que assim que o mistério acabasse o encanto seria desfeito. E andou na corda bamba por tempo suficiente para se acostumar com o perigo de a qualquer momento acabar a magia. E foi ela. Foi ela quem pôs fim às coisas ao falar tudo, a mostrar todos os lados os lados do seu mundo. Queria que ele conhecesse, queria que ele fizesse parte. Mal sabia que ao fazer isso declarava a sentença do fim, pois havia se acostumado ao perigo.... mas no caso dela, não se era amada pelas coisas que se conhece, ao contrário. &lt;br /&gt;     Sabe que ela nunca foi de acreditar em fábulas, ou contos e encantos. Mas ali, ela acreditava. Acreditava verdadeiramente na magia que estava inserida, na beleza das coisas que sentia e que sentia que sentiam por ela e foi assim que ela começou a fechar os olhos, sem saber que todo o seu mistério eram os olhos. Ela precisava fechar os olhos para sentir, e como ela sentia! Mas a cada vez que fechava os olhos, se entregava um pouco mais e mais e mais até o ponto que já não havia mais nada que era dela, nem mesmo o mistério. Ela se apaixonou por sentir alguém tão inteiramente seu e por poder se doar, assim acreditou erroneamente que o contrário também poderia ser verdade, sem se lembrar da primeira coisa que lhe fora dito, como um alerta quando ela ainda era capaz de ouvir as coisas: existe em você um mistério que me atrai. Talvez ele precisasse dos calabouços, dos mistérios. Ela gostava dos mergulhos profundos, mas da certeza que se tem alguém verdadeiramente. E tudo acabou como num dia infinito, quando ela se declarou totalmente dele e assim, as coisas foram se perdendo pouco a pouco, porque o fatídico mistério dela era que ela era capaz de amar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-8068632831143272627?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/8068632831143272627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=8068632831143272627&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/8068632831143272627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/8068632831143272627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2011/01/ele-sempre-disse-que-amava-pelo.html' title='Los ojos.'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TTmFy5q3hhI/AAAAAAAAAX4/2iJFHQfQLio/s72-c/olhos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-8752167464261638600</id><published>2011-01-02T14:55:00.006-02:00</published><updated>2011-01-02T18:43:12.891-02:00</updated><title type='text'>Fases do Luto</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TSC96EiQlSI/AAAAAAAAAXw/f5tpCVO2mGY/s1600/herecomesthesun_by_pOhpOHh%252Bc%25C3%25B3pia.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 196px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TSC96EiQlSI/AAAAAAAAAXw/f5tpCVO2mGY/s320/herecomesthesun_by_pOhpOHh%252Bc%25C3%25B3pia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5557650745522689314" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Hoje eu acordei sem nada no estômago, sem nada no coração, sem ter para onde correr, sem colo, sem peito, sem ter onde encostar, sem ter quem culpar. Hoje eu acordei sem ter quem amar."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mais do que querer você de volta, eu me quero de volta, quero a felicidade nos meus olhos mirados em você . Eu quero a gente, eu quero tudo de novo, eu quero as coisas antigas, as primeiras, todas ! Me devolve seu sorriso ? Parece que eu não te faço mais sorrir, assim eu desespero mesmo. É uma resposta simples pra uma pergunta simples: Você vai voltar?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Finjo o tempo todo, rio, sou alegre, dispersivo, com aquele brilho superficial e ridículo . Em cada fim de noite me sinto um lixo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ele pode estar olhando as suas fotos . Neste exato momento . Porque não ? Passou-se muito tempo . Detalhes se perderam . E daí ? Pode ser que ele faça todas as coisas que você faz . Escondida . Sem deixar rastro nem pistas . Talvez ele passe a mão na barba mal feita e sinta saudade do quanto você gostava disso. Ou percorra trajetos que eram seus, na tentativa de não deixar que você se disperse das lembranças . As boas . Por escolha ou fatalidade, pouco importa, ele pode pensar em você . Todos os dias . E ainda assim preferir o silêncio . Ele pode reler seus bilhetes, procurar o seu cheiro em outros cheiros . Ele pode ouvir as suas músicas, procurar a sua voz em outras vozes . Quem nos faz falta acerta o coração como um vento súbito que entra pela janela aberta . Não há escape . Talvez ele perceba que você faz falta . E diferença . De alguma forma, numa noite fria . Você não sabe . Ele pode ser o cara com quem passará aquele tão sonhado verão em Paris . Talvez ele volte . Ou não."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ontem ri tanto no jantar, tanto que quase fui feliz de novo. Ouvi uma história muito engraçada sobre uma diretora de criação maluca que fez os funcionários irem trabalhar de pijama. Mas aí lembrei, no meio da minha gargalhada, como eu queria contar essa história para você. E fiquei triste de novo"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Acho que fiz tudo do jeito melhor, meio torto, talvez, mas tenho tentado da maneira mais bonita que sei."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ontem chorei. Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pelo que queríamos que fosse e não foi. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas.Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda- roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois que hoje é já outro dia. Chorei."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"E que na distância a gente perde ou esquece tudo aquilo que construiu junto."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Teus sinais foram dados; nós é que falamos línguas diferentes, quando o assunto é sentir e expressar"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Andei amando loucamente, como há muito tempo não acontecia. De repente a coisa começou a desacontecer. Bebi, chorei, ouvi Maria Bethânia, tive insônia e excesso de sono, falta de apetite e apetite em excesso, vaguei pelas madrugadas, escrevi poemas (juro)."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Porque no fundo eu sei que a realidade que eu sonhava afundou num copo de cachaça e virou utopia."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mas de tudo isso, me ficaram coisas tão boas. Uma lembrança boa de você, uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim e para os outros. De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum comportamento. Ser novo.&lt;br /&gt;Mesmo que a gente se perca, não importa. Que tenha se transformado em passado antes de virar futuro. Mas que seja bom o que vier, para você, para mim. Te escrevo, enfim, me ocorre agora, porque nem você nem eu somos descartáveis.&lt;br /&gt;. . . E eu acho que é por isso que te escrevo, para cuidar de ti, para cuidar de mim – para não querer, violentamente não querer de maneira alguma ficar na sua memória, seu coração, sua cabeça, como uma sombra escura."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"- Garçon, uma dose de amnésia e duas de desapego por favor.&lt;br /&gt;- Vai uma de amor também? &lt;br /&gt;- Não, não. Deixa pra outro dia."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Aquilo que é bom, e de verdade, e forte, e importante - coisa ou pessoa - na sua vida, isso não se perde."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Porque chega uma hora em que você tem que escolher a vida. Eu talvez não saiba bem ainda o que isso significa, mas é claro para mim que a hora desta escolha é agora, está acontecendo"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sempre é preciso saber qdo uma etapa chega ao final. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos que já se acabaram. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas possam ir embora. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Encerrando ciclos. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*** Trechos variados de Caio Fernando Abreu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-8752167464261638600?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/8752167464261638600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=8752167464261638600&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/8752167464261638600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/8752167464261638600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2011/01/fases-do-luto.html' title='Fases do Luto'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TSC96EiQlSI/AAAAAAAAAXw/f5tpCVO2mGY/s72-c/herecomesthesun_by_pOhpOHh%252Bc%25C3%25B3pia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-9022765366077029503</id><published>2010-12-21T00:31:00.000-02:00</published><updated>2010-12-21T00:32:31.782-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TRARtwA0m1I/AAAAAAAAAXc/IXLAguAnoJM/s1600/abcb833af1d42419569c31e1687b496a1f3198ed.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 115px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TRARtwA0m1I/AAAAAAAAAXc/IXLAguAnoJM/s320/abcb833af1d42419569c31e1687b496a1f3198ed.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5552957818227956562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-9022765366077029503?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/9022765366077029503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=9022765366077029503&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/9022765366077029503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/9022765366077029503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2010/12/blog-post.html' title=''/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TRARtwA0m1I/AAAAAAAAAXc/IXLAguAnoJM/s72-c/abcb833af1d42419569c31e1687b496a1f3198ed.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-4476228676004366427</id><published>2010-12-13T23:48:00.006-02:00</published><updated>2010-12-15T19:11:51.806-02:00</updated><title type='text'>Queime depois de ler</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TQbN2WCvcNI/AAAAAAAAAW0/gokD5-EhiCo/s1600/4.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 274px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TQbN2WCvcNI/AAAAAAAAAW0/gokD5-EhiCo/s320/4.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5550349924294422738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-4476228676004366427?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/4476228676004366427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=4476228676004366427&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4476228676004366427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4476228676004366427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2010/12/queime-depois-de-ler.html' title='Queime depois de ler'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TQbN2WCvcNI/AAAAAAAAAW0/gokD5-EhiCo/s72-c/4.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-4633838026358414279</id><published>2010-11-07T14:17:00.003-02:00</published><updated>2010-11-07T17:52:45.732-02:00</updated><title type='text'>Ela</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TNbRKGCK75I/AAAAAAAAAWg/CyFZ8aAKDrA/s1600/feliz.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 238px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TNbRKGCK75I/AAAAAAAAAWg/CyFZ8aAKDrA/s320/feliz.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5536842763247218578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ela nunca fora uma pessoa fácil. Era tudo tanto e em demasia o tempo inteiro. Não conhecia meios termos e não gostava de omissões. Era uma péssima mentirosa, mas tão péssima que sempre que resolvia mentir, era pega. Era inconstante, impulsiva e intesa, não era óbvia e era o avesso dos clichês.Verdade que ela já quis mudar. Muito.&lt;br /&gt;Já se sentiu mal, já tivera certeza que fazia mais mal que bem aos que a cercava;mas de um jeito muito estranho as pessoas não se afastavam... elas permaneciam.&lt;br /&gt;Como uma amiga tinha dito uma vez: Você é ame-a ou deixe-a. Verdade. &lt;br /&gt;E sabe que as pessoas que persistiam eram em maior quantidade que as que a deixava, talvez um presente de Deus, já que Ele bem sabia como ela não reagia bem às perdas. Talvez ao contrário do que sempre acreditara, ela era de sorte.&lt;br /&gt;Sorte na vida de ter tanta gente especial ao lado dela, mesmo ela se constituindo na própria definição de caos. &lt;br /&gt;Era tudo desorganizado dentro dela. Os sentimentos eram confusos, os caminhos não eram lineares, ao invés disso: tortuosos. E assim era como as coisas saiam dela. Pensamentos tortuosos que quando chegava aos ouvidos desacostumados levavam para uma conclusão que não era a que ela dizia. Era difícil isso de ter que demonstrar os caminhos que a levavam aos lugares, porque as pessoas tinham uma tendência de pegar um caminho mais reto, mais simples e que sempre levava pra algum lugar oposto ao que ela estava.&lt;br /&gt;Era engraçado pensar sobre os caminhos errados, as conclusões erradas. Mas sabe que acho que no fim ela até se acostumou a isso. Aos que julgavam como absurdas suas frases pesadas em momentos de ira que nada mais era que uma explosão vazia, eram falas vazias. Acostumou-se as muitas vezes que não a levavam a sério quando ela falava sério e das vezes que a levavam a sério demais quando ela não estava falando nada. Era o avesso de qualquer coisa. Era um paradoxo.&lt;br /&gt;Um paradoxo pesado, é verdade. Sentia demais, sofria em excesso, pensava o triplo e vivia revirando pensamentos.&lt;br /&gt;Mas quando ria, ria de verdade. Quando se alegrava era aquela alegria genuína. Podia ser por coisas tão incrivelmente sutis, como quando observava as pessoas e notava um gesto bonito ou quando como se sentia em casa com um amigo, quando encontrava alguém que não precisava explicar o tempo inteiro o que ela era ou como era pra que a entendesse ou que ao menos a aceitasse.&lt;br /&gt;Era assim: ela fazia as coisas pra sentir. Era viciada em sensações. Mesmo que isso pudesse a matar, ou a machucar uma série de vezes por uma série de razões diferentes. Ela gostava do arrepio, das explosões, das coisas com sentido verdadeiro, de qualquer coisa que fosse abaixo da superfície.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-4633838026358414279?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/4633838026358414279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=4633838026358414279&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4633838026358414279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4633838026358414279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2010/11/ela.html' title='Ela'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TNbRKGCK75I/AAAAAAAAAWg/CyFZ8aAKDrA/s72-c/feliz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-939877897158841220</id><published>2010-09-16T21:07:00.002-03:00</published><updated>2010-09-16T21:08:35.588-03:00</updated><title type='text'>A coisa mais feia do mundo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TJKxcRDF4KI/AAAAAAAAAVs/bvfCHsWz1d4/s1600/1104.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TJKxcRDF4KI/AAAAAAAAAVs/bvfCHsWz1d4/s320/1104.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5517667592653103266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quem faz medicina ou é médico já escutou alguma vez na vida uma pergunta:&lt;br /&gt;- E você já viu muita coisa feia? Muita coisa com sangue?&lt;br /&gt;E eu sempre achei essa pergunta engraçada. Fiz um ano num estágio de cirurgia em que entrava numas cirurgias cabulosamente enormes, mas eu nunca achei a questão física algo feio propriamente dito, por pior que fosse. Sim, já umas coisas feias, mas nada se compara ao que eu vi naquele sábado a noite.&lt;br /&gt;Era mais um típico dia de sábado a noite num pronto-socorro, ou seja: cheio. Eu tinha terminado com as suturas quando me falaram assim:&lt;br /&gt;- Tá chegando uma vítima de acidente, com óbito no local.&lt;br /&gt;Fiquei esperando o SAMU chegar com a paciente. Era uma moça da minha idade, de vinte e poucos anos bonita, estava bem, estável, consciente e naturalmente assustada. Quando todo mundo parou de conversar com ela, umas lágrimas rolaram assim meio tímidas e disse que o marido havia falecido no local, que ela tinha visto.  A mãe do rapaz soube do acidente, não soube que ele faleceu e estava chegando no hospital.  Eu tinha saído da sala e estava olhando outros pacientes quando escutei um grito. Não um grito de dor física, um grito de dor de verdade, uma dor de dentro, como se algo  houvesse sido rasgado por dentro. E quando entrei na sala eu vi uma senhora gritando:não, não, não e tentando se escorar, tentando ficar em pé, se segurando nas paredes. E sabe aquela expressão que as pessoas dizem: Perdi o chão. Naquele exato momento eu soube o que isso, de fato significava. Não havia nada que ninguém pudesse fazer a respeito disso, não havia remédio pra esse tipo de dor, não havia como suturar o coração dela, colocar um gelo nos machucados. Não havia absolutamente nada a ser feito... e aquela mãe que esperava alegremente o filho chegar de viagem teve que conduzi-lo a uma outra sem que ele chegasse ao destino planejado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-939877897158841220?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/939877897158841220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=939877897158841220&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/939877897158841220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/939877897158841220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2010/09/coisa-mais-feia-do-mundo.html' title='A coisa mais feia do mundo'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TJKxcRDF4KI/AAAAAAAAAVs/bvfCHsWz1d4/s72-c/1104.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-6440251141799372586</id><published>2010-08-29T22:39:00.003-03:00</published><updated>2010-08-29T22:57:25.575-03:00</updated><title type='text'>This is how it works.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/THsP9sYESzI/AAAAAAAAAVc/rg9VLKqr8C8/s1600/Need_You__Love_You__Hate_You__by_Twilight_Gal.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 225px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/THsP9sYESzI/AAAAAAAAAVc/rg9VLKqr8C8/s320/Need_You__Love_You__Hate_You__by_Twilight_Gal.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5511016121576475442" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Sem Ana, blues&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Eu fiquei muito tempo parado no meio da sala do apartamento, o último bilhete de Ana nas mãos, olhando pela janela os dourados e o vermelho do céu. E lembro que pensei agora o telefone vai tocar, e o telefone não tocou (...)&lt;br /&gt;De todos aqueles dias seguintes, só guardei três gostos na boca - de vodca, de lágrima e de café. O de vodca, sem água nem limão ou suco de laranja, vodca pura, transparente, meio viscosa, durante as noites em que chegava em casa e, sem Ana, sentava no sofá para beber no último copo de cristal que sobrara de uma briga. O gosto de lágrimas chegava nas madrugadas, quando conseguia me arrastar da sala para o quarto e me jogava na cama grande, sem Ana, cujos lençóis não troquei durante muito tempo porque ainda guardavam o cheiro dela, e então me batia e gemia arranhando as paredes com as unhas, abraçava os travesseiros como se fossem o corpo dela, e chorava e chorava e chorava até dormir sonos de pedra sem sonhos. O gosto de café sem açúcar acompanhava manhãs de ressaca e tardes na agência, entre textos de publicidade e sustos a cada vez que o telefone tocava. Porque no meio dos restos dos gostos de vodca, lágrima e café, entre as pontadas na cabeça, o nojo da boca do estômago e os olhos inchados, principalmente às sextas-feiras, pouco antes de desabarem sobre mim aqueles sábados e domingos nunca mais com Ana, vinha a certeza de que, de repente, bem normal, alguém diria telefone-para-você e do outro lado da linha aquela voz conhecida diria sinto-falta-quero-voltar. Isso nunca aconteceu.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt; Vomitava e vomitava de madrugada, abandonado no meio do deserto como um santo que Deus largou em plena penitência - e só sabia perguntar por que, por que, por que, meu Deus, me abandonaste? Nunca ouvi a resposta.&lt;br /&gt; (...)&lt;br /&gt;Que Ana me deixou, que não vai voltar nunca, que é inútil tentar encontrá-la, e finalmente, por mais que eu me debata, que isso é para sempre. Para sempre então, agora, me sinto uma bolha opaca de sabão, suspensa ali no centro da sala do apartamento, à espera de que entre um vento súbito pela janela aberta para levá-la dali, essa bolha estúpida, ou que alguém espete nela um alfinete, para que de repente estoure nesse ar azulado que mais parece o interior de um aquário, e desapareça sem deixar marcas. &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Caio Fernando Abreu&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Natureza Viva&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Mas já não sou capaz de me calar, talvez dirás então, descontrolado, e um pouco mais dramático, porque meu silêncio já não é uma omissão, mas uma mentira. O outro te olhará com seus olhos vazios, não entendendo que teu ritmo acompanharia o desenrolar de uma paisagem interna, absolutamente não-verbalizável, desenhada traço a traço em cada minuto dos vários dias e tantas noites de todos aqueles meses anteriores, recuando até a data, maldita ou bendita, ainda não ousaste definir, em que pela primeira vez o círculo magnético da existência de um, por acaso banal ou pura magia, interceptou o círculo do outro.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;Ah: fumarás demais, beberás em excesso, aborrecerás todos os amigos com tuas histórias desesperadas, noites e noites a fio permanecerás insone, a fantasia desenfreada e o sexo em brasa, dormirás dias adentro, faltarás ao trabalho, escreverás cartas que não serão nunca enviadas, consultarás búzios, números, cartas e astros, pensarás em fugas e suicídios em cada minuto de cada novo dia, chorarás desamparado atravessando madrugadas em tua cama vazia, não conseguirás sorrir nem caminhar alheio pelas ruas sem descobrires em algum jeito alheio o jeito exato dele, em algum cheiro o cheiro preciso dele."&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-6440251141799372586?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/6440251141799372586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=6440251141799372586&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/6440251141799372586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/6440251141799372586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2010/08/this-is-how-it-works.html' title='This is how it works.'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/THsP9sYESzI/AAAAAAAAAVc/rg9VLKqr8C8/s72-c/Need_You__Love_You__Hate_You__by_Twilight_Gal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-6418033920623734741</id><published>2010-08-15T15:41:00.004-03:00</published><updated>2010-08-15T16:25:44.819-03:00</updated><title type='text'>This is a call</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TGg9aSsd_QI/AAAAAAAAAVM/3H-7e0IU8G8/s1600/NOSSOS~1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TGg9aSsd_QI/AAAAAAAAAVM/3H-7e0IU8G8/s320/NOSSOS~1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5505718066364677378" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oi.&lt;br /&gt;- Oi. Bom dia.&lt;br /&gt;- Hoje teve pão de queijo aqui e eu lembrei de você. Lembrei porque era domingo, lembrei porque tinha parmegianal. Lembrei porque o nomal era você estar aqui. Lembrei porque andei pela casa numa tentativa infruntífera de não te ver, mas não havia mais local em que você não aparecesse para mim. Liguei porque eu sinto tanta falta que não queira saber. Porque dói do mesmo jeito. Porque todas as coisas, por mais estúpidas e insignificantes que sejam me lembram você. Porque eu tenho planejado minha vida de forma que passe todas as noites em branco trabalhando porque assim não penso ou tento não pensar. Liguei porque minha vontade é te encontrar, e eu vou te abraçar tanto que meus braços não vão ser suficientes. Sinto falta até das suas reclamações quanto às músicas que eu ouvia. Liguei, porque tem uma coisa aqui, aqui dentro que parece que não vai sarar nunca. Liguei porque ainda amo você... desse jeito torto que eu sei amar, é verdade. Mas amo. Liguei porque nos meus dias otimistas eu penso: continuaremos a nos amar, mas agora de uma maneira diferente, só que eu não quero uma maneira diferente. Liguei porque queria saber se você conseguiria falar comigo sem dizer que me queria de volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fechei o olho. Respirei fundo.&lt;br /&gt;tuum tumm tumm&lt;br /&gt;-Oi&lt;br /&gt;-Oi, te liguei pra dar uma boa viagem. Beijo, tchau.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-6418033920623734741?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/6418033920623734741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=6418033920623734741&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/6418033920623734741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/6418033920623734741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2010/08/this-is-call.html' title='This is a call'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TGg9aSsd_QI/AAAAAAAAAVM/3H-7e0IU8G8/s72-c/NOSSOS~1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-4840489278144726582</id><published>2010-08-09T21:37:00.005-03:00</published><updated>2010-08-15T16:35:38.358-03:00</updated><title type='text'>Dia 1</title><content type='html'>Então coisas estranhas me aconteceram, sabe?&lt;br /&gt;É bem verdade que essas últimas semanas tem sido dificeis, meu querido. Tão difíceis que não sei como consegui passar por elas, mas aqui estou depois de atravessar um deserto. Sim, sei que não atravessei nem metade dele, mas sabe que a visão não tem sido mais tão terrível. Confesso que dói e como você sabe, sinto que será como meus joelhos, doerá sempre, uns dias mais outros menos... mas essa coisa estará sempre ai.&lt;br /&gt;Resolvi arrumar minhas coisas, desvirar minhas roupas. Quis estar bem. Quis começar o novo, do zero e bem. Por um segundo pensei que seria triste, não correria um poquinho ali amanhã pela manhã em meio a tanta gente só para te ligar pra dizer um alô qualquer; nem ao menos quando chegasse em casa e te ligasse e te contasse e por um instante lamentaríamos nossas rotinas porque não poderíamos ficar juntos, ou num rompante qualquer ou poderia dizer que resolveria as coisas à noite... afinal, porque haveria de ter tantas horas de sono? Te ligaria hoje pra te dar boa noite e dizer que estou com medo sobre amanhã e então ouviria você até que me desse uma paz tão grande que eu resolvesse dormir, ali mesmo naquela cama que eu não teria arrumado.&lt;br /&gt;Mas hoje resolvi fazer coisas que me assutam, me assusta não te dar boa noite e então tive mais umas coisas estranhas que não sei se boas ou ruins... Mas hoje agradeci pelo que vivemos... é verdade que já havia feito isso antes, mas essa coisa dolorosa, as vezes se tornava amarga. E hoje, nesse dia assim, numa segunda-feira, não era amargo, também não era doce. Era apenas o gosto das coisas normais, como um trem descarrilado que tomasse seu rumo novamente. E pensei seria hoje o primeiro dia de uma vida e me deu uma paz estranha, como se eu sentisse que as coisas se encaixariam os rumos se acertariam...embora se me perguntasse o rumo não saberia, mas sabia que andava e para frente, não havia como voltar e esperando estar tomando a direção certa acenei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"...Não olhe para trás Saime. Em plataformas de trens,se olharmos para trás essa imagem continua viva, como uma promessa..." &lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-4840489278144726582?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/4840489278144726582/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=4840489278144726582&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4840489278144726582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4840489278144726582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2010/08/dia-1.html' title='Dia 1'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-5629071148986723710</id><published>2010-08-01T09:29:00.007-03:00</published><updated>2010-08-15T16:37:16.090-03:00</updated><title type='text'>Hora de dizer</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TFVwqSI-54I/AAAAAAAAAUs/4Exq3ZCdHSI/s1600/sb10069946c-001.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 223px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TFVwqSI-54I/AAAAAAAAAUs/4Exq3ZCdHSI/s320/sb10069946c-001.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5500426391629260674" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Então, fiquei pensando naquilo que você me perguntou: se eu arrependia de alguma coisa e eu disse que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas então a verdade é que eu arrependo de um milhão de coisas que nós não fizemos, das nossas não idas ao cinema, das nossas não olhadas a lua. Arrependo ainda mais das vezes que não fui compreensiva, que não soube lidar com as coisas, que exigi em demasia ou das várias vezes que joguei minhas frustrações infantis em cima de você. Eu sei que coloquei um peso excessivo sobre seus ombros. Sinto muito. Sinto tanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arrependo da gente não ter dado certo agora. Arrependo tanto de não termos conseguido seguir com o conto de fadas. De não ter sido mais temperada, mais tranquila. Arrependo muito de não ter te concertado, de não ter sabido tocar sem cortar você, de não ter te colocado mais vezes no colo, de não ter sido tão tolerante. De não ter falado uma série de coisas que talvez impediria que chegássemos onde estamos agora. Desculpa por ter sido fraca, desculpa por ter sido forte. Desculpa por não saber ficar quieta ou pelas vezes que fiquei quieta demais. Confesso que você foi meu porto, embora eu saiba que não consegui ser o seu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por mais que isso agora pareça uma despedida, prefiro pensar que se trata de uma confissão antes de dizer até logo. Porque não se pode dizer adeus às coisas que se sente nem ao menos às que se viveu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;em&gt;"E te peço,&lt;br /&gt;Me perdoa,&lt;br /&gt;Me desculpa que eu não fui sua namorada,&lt;br /&gt;Pois fiquei atordoada de amor&lt;br /&gt;Faltou o ar,&lt;br /&gt;Faltou o ar."&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu..."&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E chegando nesse ponto, só resta olhar para o início. E da mesma forma como a Terra girou para que nos unisse, ela virou ao contrário para que essas palavras saíssem agora. E a vontade é de fazer o tempo voltar, de correr na direção contrária. E pensei que no fundo sempre estivemos na contra-mão, não esperavámos nada um do outro até que nos tornássemos tudo e quando nos tornamos tudo, surgiu o pó o adeus que eu repito insistentemente não se tratar de um adeus, mas sim de um até logo, até breve, até o dia que nós encontraremos numa dessas esquinas qualquer da vida.  A única súplica é que essa esquina não seja longe daqui. Te guardo na minha caixinha de coisas especiais, de sentimentos especiais, de pessoas especiais. Te guardo na minha caixinha, te guardo aqui dentro. Agradeço os momentos incríveis, as memórias lindas, o jardim que eu tenho agora, a paz que eu tive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"eu tive tanto amor um dia"&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"I thought we were invincible. But now I know that the things that people in love do to each other, they remember. And if they stay together, it's not because they forget. It's because they forgive."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-5629071148986723710?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/5629071148986723710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=5629071148986723710&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/5629071148986723710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/5629071148986723710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2010/08/confesso.html' title='Hora de dizer'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TFVwqSI-54I/AAAAAAAAAUs/4Exq3ZCdHSI/s72-c/sb10069946c-001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-1269560377588230026</id><published>2010-07-22T08:55:00.000-03:00</published><updated>2010-07-22T08:57:44.332-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>http://www.youtube.com/watch?v=z6wRT1MzmH4&amp;feature=fvsr&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-1269560377588230026?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/1269560377588230026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=1269560377588230026&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/1269560377588230026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/1269560377588230026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2010/07/httpwww.html' title=''/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-9047502790930531277</id><published>2010-06-21T22:07:00.002-03:00</published><updated>2010-06-21T22:29:47.326-03:00</updated><title type='text'>Dias bizarros</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TCAR4DESGpI/AAAAAAAAAUc/RIwYuWFNa68/s1600/Bolo-full.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TCAR4DESGpI/AAAAAAAAAUc/RIwYuWFNa68/s320/Bolo-full.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5485404000730880658" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Há quem odeie o dia dos namorados, ache muito comercial, há quem odeie dia das mães, dos pais, das crianças, Natal e de sei-lá-mais-quem com justificativa semelhante. Eu odeio meu aniversário. Confesso que também tenho um problema com ano novo, mas já há um bom tempo, toda véspera de aniversário me faz entrar em surto. E talvez seja um motivo semelhante pelo qual eu não goste de ano novo. &lt;br /&gt;Eu fico pensando quem resolveu começar com essa história de comemorar aniversário ou se mais alguém no mundo odeia aniversários como eu. E numa busca rápida do google descobri uma quantidade não pequena de pessoas que odiavam aniversários, algumas porque engordavam outras por detestar falar a idade, outras sem motivo e uma enquete engraçada dizia: será se Freud explica?&lt;br /&gt;Bom não odeio aniversários, odeio o meu aniversário. E sim, eu sei que isso é fala de gente mal humorada... ok, eu sou mal humorada, mas o ponto não era esse. O fato é que aniversários me dão uma angústia desmedida, uma agitação absurda e o tal do mal humor atinge níveis estratosféricos. E sabe que isso tem um motivo. Até minha adolescência eu gostava muito deles, gostava de comemorar, esperava festa surpresa e bla bla bla. Mas ai um belo dia eu parei e pensei: O que eu tenho pra comemorar? E sim eu sei que eu tenho mais de um milhão de coisas pra comemorar, eu tenho saúde, meus pais são vivos, minha família é legal, tenho um namorado perfeito, amigos incríveis e bla bla bla. Mas sabe quando isso não é suficiente? Não que o que eu disse não tenha importância, pelo contrário tem a máxima importância da minha vida, mas o que eu penso é que cada ano a mais é um ano a menos. Como se alguém tivesse aquele relógio do xadrez e apertasse e um tique-taque insistente me perseguisse me mostrando que o tempo está passando que o tempo é escasso e que eu estou a mil léguas submarinas de me tornar a pessoa que eu gostaria de ser. A pessoa que eu deveria ser-que aliás, seria uma pessoa que gosta de aniversários.&lt;br /&gt;Eu lembro que quando adolescente eu li um livro que chamava Depois daquela viagem e a menina depois de pegar HIV falava sobre como as pessoas insistiam em dizer como ela poderia viver 10 ou 20 anos e que isso era a média da vida das pessoas sem o vírus e ela falava que era como se ela soubesse que ela gastava 20 minutos pra fazer um bolo de chocolate, mas ai falassem pra ela assim: olha, você tem 30 minutos pra fazer, já! E mesmo careca de saber que sim, ela conseguiria fazer o bolo, ela se atrapalhava toda, porque ela tinha um tempo sabidamente limitado.&lt;br /&gt;Eu já escrevi sobre o como a vida é ridícula e como a morte está ai o tempo inteiro pra gente, mas acho que é um pouco mais agoniante que isso.&lt;br /&gt;A culpa é minha, tenho certeza, eu sempre fui desesperada pra viver. Num dos meus filmes favoritos, eu sempre achei que era o personagem mais inquieto o que atiça todo mundo o tempo inteiro e resolve ir embora e diz: Estamos apodrecendo aqui.´&lt;br /&gt;É isso que aniversário me lembra. Que estamos num processo de decomposição.&lt;br /&gt;E a garotinha que esperava muito me cobra o tempo inteiro o que eu deveria ser, o que eu deveria estar sendo. E sabe que em algumas coisas eu até surpreendo essa garotinha, mas em outras eu vejo a cara de desaprovação dela, como se dissesse: eu esperava mais de você.&lt;br /&gt;E é assim que eu passei meus últimos aniversários, só decidindo se eu comemorava ou não aos 45 do segundo tempo e faltando pouco pra ele, eu ainda não decidi. Vou esperar o que a garotinha me diz e conto pra vocês.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-9047502790930531277?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/9047502790930531277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=9047502790930531277&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/9047502790930531277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/9047502790930531277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2010/06/dias-bizarros.html' title='Dias bizarros'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TCAR4DESGpI/AAAAAAAAAUc/RIwYuWFNa68/s72-c/Bolo-full.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-7910094021647680845</id><published>2010-05-31T12:04:00.006-03:00</published><updated>2010-05-31T14:20:50.593-03:00</updated><title type='text'>An ecucation</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TAPZLBQ9p_I/AAAAAAAAAUU/8tuB8WgKPRE/s1600/an_education01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TAPZLBQ9p_I/AAAAAAAAAUU/8tuB8WgKPRE/s320/an_education01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5477460355154028530" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; O filme conta a história de Jenny, uma mocinha muito bem aplicada no colégio, inteligente e culta. Filha de um pai mão de vaca e que acha que absolutamente tudo que ela fizer deve ter algum tipo de retorno econômico (que tal um dicionário de latim de aniversário?). Jenny só quer ir pra Oxford, onde o pai dela acha que é o melhor lugar do mundo, pra ler o que quiser. Eis que numa belo dia chuvoso um estranho a conhece e apresenta para ela um novo universo, Jeny que tinha um mundo real do tamanho de um ovo de codorna (embora tivesse muita bagagem cultural e uma vida imaginária interessante, Viva Paris!) é apresentada um um universo enorme, lindo e mágico: concertos de jazz, fins de semana em Paris! Mas embora inteligente, a garota não teve a perspicácia de perceber que,na verdade,seu amado só oferecia o que ela gostava sem saber de nada -como se ele soubesse que ela gostasse de um livro e lesse só a crítica do livro pra falar bonito -, ou talvez ela até tenha percebido (inclusive as tentativas do companheiro de malandrice do amado em alertá-la), mas tenha achado melhor fingir não ver-da mesma maneira que ela lidou ao perceber que o amado tinha uns negócios não tão lícitos assim-, afinal de contas, ele proporcionava para ela o que ela sempre quis e nunca teve bem liberdade nem dinheiro suficiente para fazer. &lt;br /&gt;E então chegamos ao cerne da coisa, seria ela culta se não pela educação formal? E talvez seja esse o grande boooom do filme.Tudo bem que muita gente com educação formal não se torna culta (nunca vou esquecer de uma colega minha que ás vesperas do vestibular quase foi fuzilada por estar lendo um livro por lazer, veja só que heresia!), mas no caso dela, a educação formal ajudou muito,inclusive ao criar o amor dela a Paris(tem cidade mais cultural que essa?)A garota era requintada e tinha boa educação, mas pra captar das malandrices da vida passou longe, porque como o próprio malandro do filme diz: alguns são inteligentes como você, eu me criei na escola da vida, precisava ser esperto. Trata-se não apenas de mais uma dúvida sobre a educação formalxeducação da vida, é também uma questionamento sobre cultura, sobre de onde vem isso... que aliás, me lembrou um texto da Martha Medeiros que ela fala sobre as classes do país (e eu que só dividia em neo-ricos e neo-pobres!):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;os pobres ricos com cultura e sem dinheiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; os pobres pobres sem cultura e sem dinheito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; os ricos ricos com cultura e dinhieir &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;os ricos pobres sem uma gota de cultura e com dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao som de uma trilha excelente, com uma atuações cativantes e irresistiveis (o primeiro adjetivo vai pra Carrey Mulligan e o segundo para o  Dominc Cooper) assistimos um rito.E no fim, temos uma pessoa que cresceu e aqui precisamos lembrar que crescer sempre é doloroso. Assim são os ritos de passagem. E estar apaixonado faz a gente não ver os defeitos, embora ela visse as coisas erradas, minimizava ou mesmo acreditava nas desculpas mais estapafúndias, bastou unicamente que ele a fisgasse e persistir realizando seus desejos para que a cegueira total a atingisse. Mas fato é que somos cobrados por nossa negligência ("Você viu a gente levando o mapa e também não fez nada"). E se você quiser chegar num lugar, tem que chegar sozinho, você pode até ter um cônjuge rico pra bancar suas extravagâncias, mas^nunca se sabe por quanto tempo ele estará aí.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-7910094021647680845?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/7910094021647680845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=7910094021647680845&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/7910094021647680845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/7910094021647680845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2010/05/ecucation.html' title='An ecucation'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/TAPZLBQ9p_I/AAAAAAAAAUU/8tuB8WgKPRE/s72-c/an_education01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-4740483637104170162</id><published>2010-05-15T20:07:00.003-03:00</published><updated>2010-05-15T20:30:57.923-03:00</updated><title type='text'>A vida é ridícula</title><content type='html'>Era só mais um dia normal. Pelo menos assim eu previa e esperava.&lt;br /&gt;Voltei do plantão, pensei que só colocava os pés de novo no hospital na segunda, dormi. Acordei, fiz coisas triviais. Quase às 6 da tarde me ligam falando que minha vó tinha passado mal e que chamaram o SAMU. Ninguém conseguia explicar, falava só que ele tinha tido um mal-estar. Pensei: Hoje o povo chama o SAMU pra qualquer coisa, e disse: Tá, vou praí. Fui.&lt;br /&gt;Cheguei lá, o SAMU estava lá e a vizinhança inteira. Meu tio andava de um lado para o outro e escutava o pessoal do SAMU falar: Não tem resposta ocular. Subi em cima da cama de uma vez, segurei a mão da minha vó e resolvi eu mesma fazer a escala de Glasgow. Meu avó segurava a mão dela e falava: Filhota, vai ficar tudo bem. E quando ela começou a falar umas coisas desconexas e tentar levantar ele começou a chorar, muito, como uma criança e falar: Por favor, não morre não, Deus não deixa ela morrer não. Quem me conhece um pouco sabe que eu sou apaixonada com meu avô e se ele continuasse assim eu ia começar a chorar também. E eu falei sem pensar: Tira vovô daqui, agora! Fiquei com minha avó lá, respondendo o pessoal do SAMU e o povo da família ao fundo, ela é quase médica. E eu fiquei feliz, porque a mim, minha vó respondia tudo. Levaram ela pro hospital, não fui na ambulância e no caminho, bati numa moto. Eu tremia toda por dentro. E se há dúvida que ainda exista bondade no mundo, isso foi respondido hoje, porque o moço da moto disse: Vai lá, pode ficar tranquila, tá tudo bem.&lt;br /&gt;Cheguei lá. O neurologista estava na cirurgia e eu comecei a ligar pra todos os meus professores, sem encontrar ninguém. O jeito era esperar. Depois de um tempo o médico chega e fala aquelas coisas que eu já sabia, mas que queria ouvir. Despedi da minha avó e estou aqui escrevendo isso.&lt;br /&gt;E sabe que eu chego a conclusão que viver é ridículo ou melhor, nós seres humanos somos ridículos. Lá estava eu numa tarde de sábado achando que o grande problema que eu teria seria como arrumar meu cabelo, porque tinha uma festa pra ir com meus pais e booom! É assim, o tempo inteiro é assim. E a gente não percebe. Só basta cair uma folha, para que as cartas saiam da ordem. E no meio daquele tanto de gente, eu só pensava: eu estava aqui ontem, do outro lado. Irônico, não? Lá estava eu não de branco, não de janelo, mas de shorts e havaianas, como todo mundo esperando uma solução, uma notícia, uma qualquer coisa.E sabe que não interessa se você é quase médico, médico ou nada. As coisas acontecem e não existe absolutamente nada que você possa fazer. Simples assim. E por mais que somos treinados a ter controle da situação, não sair do controle, somos exatamente iguais aos que esperam. E no fim não faz a menor diferença se você estudou toda a neuroanatomia, sabe das junções sinápticas, do prognóstico e da fisiopatologia, isso não te faz imune a nada, não muda nada; ou melhoor, muda: você sabe das coisas e mesmo assim não pode fazer nada ou pode fazer qualquer coisa mas nada que faça voltar no tempo ou fazer as coisas não acontecerem. No fim, É só uma questão de lado e quer queira que não, em algum momento você vai ter que alternar de lado: Um dia é da caça ou outro do caçador.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-4740483637104170162?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/4740483637104170162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=4740483637104170162&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4740483637104170162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4740483637104170162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2010/05/vida-e-ridicula.html' title='A vida é ridícula'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-68757150950408275</id><published>2010-05-09T12:47:00.005-03:00</published><updated>2010-05-09T14:21:35.541-03:00</updated><title type='text'>Por que eu escrevo?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/S-bt8fDq_cI/AAAAAAAAAT8/H3MFO4TJn40/s1600/img.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/S-bt8fDq_cI/AAAAAAAAAT8/H3MFO4TJn40/s320/img.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5469320420872879554" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei. Eu andei pensando nessa pergunta e sabe que eu não tive uma resposta. Mas se eu fizesse uma retrospectiva da minha vida, eu sei que de uma maneira estranha isso sempre me atraiu. Talvez porque eu converso tanto e tenha tanto o que dizer o tempo inteiro, eu escrevo. Lembro de que quando eu era pequena e me perguntavam o que eu queria ser quando crescesse, eu respondia: escritora e médica. E quando eu tinha por volta dos 6 anos ou um pouco menos, lembro que uma escritora visitou meu colégio e eu uma criança nem um pouco pra frente contei pra ela das coisas que eu pensava e sonhava ( tá vendo minha mania de tagarelar por aí?) e no meu livro ela escreveu alguma coisa mais ou menos assim: Para minha futura escritora predileta. Foi a glória pra mim, lembro que eu andava com esse livro abraçada pra tudo quanto era canto e cheguei em casa mal me contendo de tanta alegria e gritando: Maaaaaaanhêeee, olha o que ela escreveu pra mim!&lt;br /&gt;        E como diria meu tão amado Sartre:"dependia dele que os juramentos infantis permanecessem infantis para sempre, ou se tornassem os primeiros sinais de um destino."Eu fiz natação, piano e como era alta, queria entrar no basquete. Mas não virei uma pianista renomada, antes disso minha professora mudou de cidade e eu tive que abandonar essas teclas, fiz aula de teclado depois, mas nunca mais foi o mesmo amor que eu tinha ao piano. E da pianista renomada sobrou a fundadora do inimigos do ritmo que sabe tocar mal mal campainha, embora meu amor ao piano seja ainda tão arraigado em mim que eu simplesmente amo qualquer coisa que tenha essas notinhas mágicas. O basquete eu nunca entrei. E a natação... bom, eu fiz natação por uns 10 anos, mas nunca cheguei a investir de fato nisso. Fiz aula de pintura e rendeu uma tela, uns 3 paninhos (um pra minha mãe e os outros pras minhas avós). Quando eu tinha uns 10 anos, ganhei um diário e eu não sabia muito bem o que escrever num diário, lembro que meu diário era quase um diário coletivo, porque quando eu quebrei o braço uma colega minha escrevia pra mim- foi a época que meu diário andou mais organizado e bonitinho- mas as folhas acabaram. E curiosamente, ao contário das outras coisas que deram um fim por elas mesmas, eu continuava a escrever- da mesma forma, como devorava todas as letras, de maneira, que esse meu amor pelas palavras era tão grande que quando eu não tinha nada pra ler, lia até o rótulo do creme de cabelo!-, desde as redações do colégio até as folhas no final do caderno. E um dia, eu olhei um caderninho bonitinho e escolhi que aquele seria meu diário. Não diário daqueles de escrever necessariamente todos os dias, mas daqueles eu podia colocar o que eu quisesse.E de tudo sobrou a escrita: eu cresci e persisto com essa mania de escrever-escrever-e-escrever.         &lt;br /&gt;          Eu sempre invejei esse pessoal que tem a voz linda, que sabe tocar e pintar e bordar. Esses talentos, que ainda que não sejam a origem do seu ganha-pão são mais que um hobbye, são dons. E eu sempre quis saber qual afinal de contas era meu talento. E bom, eu realmente não sei se escrever é meu talento. Mas eu sei que me faz bem. Reconstrói o que eu sinto. É verdade que algumas coisas são tão dolorosas de serem escritas, mas sabe que depois da depressão pré, peri e pós escrita, as coisas vão. Talvez seja minha catarse, minha sublimação,  minha maneira de deixar ir. E porque escrever... não sei se é a origem, mas como justificativa, posso responder: porque me faz bem! Faz bem colocar em palavras aqueles sentimentos tão complicados de se explicar e não se trata de explicar, trata-se de sentir de novo, de reorganizar os sentimentos, tentar entender o que passou, o que poderia vir a ser a passar apenas escrever as coisas que eu vi ou ouvi. Ou seja, por nada, escrevo por nada, escrevo por ser incrivelmente egoísta, escrevo para expressar o meu lado mais egocêntrico: trata-se de mim e de  mim e de mim. Então chego ao fim desse post sem uma resposta, não sei a causa, embora saiba a origem a justificativa... talvez não precise de nenhuma explicação maior que essa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Os dias mais recuados da sua infância, o dia em que dissera «Serei livre», o dia em que dissera «Serei grande», apareciam-lhe, ainda agora, com o futuro particular, como um pequenino céu pessoal e bem redondo em cima deles, e esse futuro era ele, ele tal qual era agora, cansado e amadurecido. Tinham direitos sobre ele e através de todo aquele tempo decorrido mantinham as suas exigências e ele tinha amiúde remorsos esmagadores porque o seu presente negligente e céptico era o velho futuro dos dias do passado. Era ele que tinham esperado vinte anos, era dele, desse homem cansado, que uma criança dura exigira a realização de suas esperanças; dependia dele que os juramentos infantis permanecessem infantis para sempre, ou se tornassem os primeiros sinais de um destino. O seu passado sofria sem cessar os retoques do presente; cada dia vivido destruía um pouco mais os velhos sonhos de grandeza, e cada novo dia tinha novo futuro; de espera em espera, de futuro em futuro, a vida de Mathieu deslizava docemente... em direcção a quê?"&lt;/em&gt;        &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/S-buP6-eUQI/AAAAAAAAAUE/fZreue4yHeM/s1600/Fairy-tales-L.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 256px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/S-buP6-eUQI/AAAAAAAAAUE/fZreue4yHeM/s320/Fairy-tales-L.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5469320754784784642" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-68757150950408275?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/68757150950408275/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=68757150950408275&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/68757150950408275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/68757150950408275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2010/05/por-que-eu-escrevo.html' title='Por que eu escrevo?'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/S-bt8fDq_cI/AAAAAAAAAT8/H3MFO4TJn40/s72-c/img.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-3542150130498993190</id><published>2010-04-23T11:07:00.003-03:00</published><updated>2010-04-23T11:18:23.555-03:00</updated><title type='text'>A origem do amor</title><content type='html'>"Quando nasceu Afrodite, banqueteavam-se os deuses, e entre os demais se encontrava também o filho de Prudência, Poros, o esperto. Enquanto se banqueteavam, aproximou-se Penia, a Penúria, para mendigar as sobras da festa, e sentou-se à porta. Embriagado pelo néctar, pois o vinho ainda não existia, Poros se encaminhou para os jardins de Zeus e lá adormeceu, dominado pela embriaguez. Foi então que Penia, em sua miséria, desejou ter um filho de Poros. Deitou-se a seu lado e concebeu a Eros, o amor. Por esse motivo é que Eros tornou-se mais tarde companheiro e servidor de Afrodite, pois foi concebido no dia em que esta nasceu. Além disso, Eros, devido à sua natureza, ama o que é belo e, como sabemos, Afrodite é bela. E por ser filho de Poros e Penia, Eros tem o seguinte fado: é pobre, e muito longe está de ser delicado e belo, como todos vulgarmente pensam. Eros, na realidade, é rude, é sujo, anda descalço, não tem lar, dorme no chão duro, junto aos umbrais das portas, ou nas ruas, sem leito nem conforto. Segue nisso a natureza da mãe que vive na miséria.&lt;br /&gt;Por influência da natureza que recebeu do pai, Eros dirige a atenção para tudo que é belo e gracioso: é bravo, audaz, constante e grande caçador: está sempre a deliberar e urdir maquinações, a desejar e a adquirir conhecimentos, filosofa durante toda sua vida; é grande feiticeiro, mago e sofista.&lt;br /&gt;Não vive, propriamente, nem como imortal nem como mortal. No mesmo dia, ora floresce e vive, ora morre e renasce. Nunca se encontra em completo estado de miséria, nem, tampouco, na opulência."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mitologia grega o amor é filho de Pênia, a pobreza, e Poros, o esperto. O filho Eros, portanto, possui características dos pais, ou seja, “pobre, rude e sujo como sua mãe, vivendo a mendigar de porta em porta” e, por outro lado, “astuto, tramando estratagemas e maquinações”. Dessa forma, sendo astuto, engenhoso e ativo, o amor encontra sempre meios de transcender, até atingir o mundo das idéias, até focar-se no belo, no bom e no justo, real ou imaginário, mas verdadeiro para quem ama.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-3542150130498993190?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/3542150130498993190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=3542150130498993190&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3542150130498993190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3542150130498993190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2010/04/origem-do-amor.html' title='A origem do amor'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-2787913621908069401</id><published>2010-04-03T15:29:00.005-03:00</published><updated>2010-04-03T16:44:23.780-03:00</updated><title type='text'>Prazo de validade</title><content type='html'>Eu sempre quis saber como a gente sabe que acabou. E quando eu digo acabou, é acabou tudo: quando você sabe que um relacionamento acabou-relacionamento com seu namorado, marido, melhor amigo, irmão, pai, mãe, trabalho, curso de faculdade, emprego. No fim tudo é relacionamento mesmo. Será que é necessário que todo o respeito e perca, que você chegue a um ponto de ódio ou que aconteça algum evento trágico-drástico que ponha fim às coisas?&lt;br /&gt;                    As pessoas tem mania de dizer que acabou porque não dava mais certo e quando eu pergunto o por quê, todo mundo responde: ah! Não dava mais, éramos tão diferentes. Mas aí eu fico pensando não era diferente desde o princípio? E quando  foi que isso começou a pesar? Quando foi que as diferanças significaram tanto a ponto de por fim? E penso que a gente tem uma mania tão besta de falar das diferenças, porém nao raramente são as diferenças que fazem um relacionamento crescer e até durar! Então, caro leitor, se você procura alguém parecido com você para se relacionar, namore o espelho ou faça um clone seu quando (e se) a legislação permitir. Outra coisa que eu não entendo é o clássico: a gente tava brigando tanto...! Ok, brigar, de fato é desgastante, mas eu vejo que na maioria dos casos o que as pessoas chamam de briga eram só discussões ou conversas para se estabelecer um ponto de intercessão entre dois pontos diferentes. Não sei você, mas normalmente as pessoas que eu mais discuto e brigo mesmo são as pessoas mais próximas de mim e todas as pessoas que você relaciona pensam exatamente como você?&lt;br /&gt;                    Por outro lado, eu a pessoa mais saudosista e nostálgica que já pissou os pés no Planeta Terra, fico pensando como guardar as memórias boas. Sim! Porque se há algo nesse mundo que eu prezo, essas coisas são minhas memórias, como se eu tivesse um caleidoscópio secreto ou um plano de fundo que eu pudesse estender nos dias difíceis e ver algo bonito, embora a realidade não seja como os Campos Elísios que eu vejo e sim mais próximo de  como ficava depois de jagarem Napalm nos campos vietinamitas. Então será que eu preciso chegar num estado tão irreversível  de ódio ou desdém ou desafeto ou desamor para saber o que é de fato o fim? Será que é  preciso chegar nesse ponto? E depois que eu chegar lá. será que eu posso cair na loucura de me acostumar a isso e permanecer pela simples comodidade? Porque eu conheço umnúmero considerável de pessoas que tem trabalhos que abominam totalmente e persistem nele mesmo assim. Se eu chegar pouco antes desse ponto e por fim? Se depois de uma briga apocalíptica ou de machucados recíprocos tudo se clarear mais uma vez, termino na reconciliação para guardar minha paisagem reserva? E escrevendo isso eu percebo que as memórias só tem efeito se forem verdadeiramente vividas. Memória pela metade não é terapêutica: ou você consegue ficar feliz lembrando daquele dia  que quase fez alguma coisa boa? Eu não. Porque somente as coisas vividas podem ser revividas, de fato.&lt;br /&gt;                      E começo a pensar que na realidade eu não sei quando é o fim, porque nunca estive lá. Eu tenho uma amiga que largou o curso da faculdade, porque ela teve convicção que não era aquilo, tive um professor que depois de trabalhar mais de 10 anos no banco ganhando super bem, um belo dia acordou e percebeu que aquilo não era vida (pelo menos não para ele), largou o emprego, passou no curso de letras trabalhou numa loja de azuleijos nesse meio tempo, tudo para fazer aquilo que ele queria, porque ele chegou no fim. E pegando carona nisso, eu lembro de um outro amigo meu que costumava dizer: Não é que somos indecisos, é só que é difícil achar algo que realmente gostamos. Porque quando a gente acha.. ah! A gente tem certeza daquilo, só somos incertos com o que gostamos  mais ou menos. E sabe que eu acho que ele tem razão, da mesma forma que um outro amigo meu que dizia: eu não gosto de acabar as coisas antes delas terminarem. E ai chego a uma conclusão, trata-se de um ponto, um momento inexorável e, portanto, irremediável- como um abismo. Então,querido leitor, se você chegou até aqui e continua sem saber se é ou não o fim, eu posso te assegurar que se você tem dúvida é porque ainda não chegou no final, não chegou ao abismo - e esse abismo não é daqueles libertadores em que se pulamos para poder voar nem daqueles angustiantes porque o mundo acabou, talvez você acabe encontrando esse ou  outro abismo também, mas precisa passar por esse abismo  primeiro porque é nele em que se vê:  sim, porque é necessário ver para poder prosseguir, é necessário que fiquemos a esmo para ouvir aquilo que estamos dizendo a nós mesmos e sem saber como, a gente simplesmente sabe que acabou ou que ainda há algo.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/S7eTZWkJf0I/AAAAAAAAATQ/fCT8gx7hPTc/s1600/51-abismo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 352px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/S7eTZWkJf0I/AAAAAAAAATQ/fCT8gx7hPTc/s400/51-abismo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455991537345855298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-2787913621908069401?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/2787913621908069401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=2787913621908069401&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2787913621908069401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2787913621908069401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2010/04/prazo-de-validade.html' title='Prazo de validade'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/S7eTZWkJf0I/AAAAAAAAATQ/fCT8gx7hPTc/s72-c/51-abismo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-4907257621045917578</id><published>2010-01-12T12:34:00.006-02:00</published><updated>2010-01-12T16:09:03.948-02:00</updated><title type='text'>Balanço</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 16px; font-family:'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Eu fico à vontade com a sua ausência&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="line-height: 16px; font-family:'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;p   style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; font-size:13px;color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Eu já me acostumei a esquecer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p   style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; font-size:13px;color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Tudo que vai&lt;br /&gt;Deixa o gosto, deixa as fotos&lt;br /&gt;Quanto tempo faz&lt;br /&gt;Deixa os dedos, deixa a memória&lt;br /&gt;Eu nem me lembro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p   style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; font-size:13px;color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Salas e quartos&lt;br /&gt;Somem sem deixar vestígio&lt;br /&gt;Seu rosto em pedaços&lt;br /&gt;Misturado com o que não sobrou&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p   style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; font-size:13px;color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: normal; font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 16px; font-family:'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Do que eu sentia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p   style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; font-size:13px;color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" line-height: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"As vezes ficar longe de todos, até dos entes queridos, pode ajudar as pessoas a se acalmar"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p   style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; font-size:13px;color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" line-height: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"A imobilidade das coisas que nos cercam talvez lhes seja imposta pela nossa certeza de que as coisas são elas mesmas e não as outras, pela imobilidade de nosso pensamento perante elas"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" line-height: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"Ninguém pode ser perturbado por outra pessoa. Só nós podemos perturbar a nossa própria serenidade"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" line-height: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"(...) como eu poderia acelerar os próximos meses da vida, o próximo ano, talvez, até aquele ponto maravilhoso em que você não sente mais falta (aquela dor de dente sumiu), mas simplesmente boceja, põe as mãos atrás da cabeça e pensa: ' preciso fazer uma cópia da chave da casa. É arriscado apenas uma chave' ou algo parecido. Pensamentos lindamente banais e libertadores (será que fechei a janela do quarto?) que só aparecem quando a dor da queimadura já passou e até a lembrança dela é tão remota que você não consegue entender porque durou tanto tempo, ou qual o sentido daquele sofrimento (olhe! o vizinho plantou bétula nova!). Como se a corrrente que o prendia à âncora tivesse partido (você não consegue lembrar exatamente quando e onde, ou o que estava fazendo) , você percebe de repente que seus pensamentos estão novamente sob controle (...)"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" line-height: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-style: normal; font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"It´s ok to fell this way&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;don´t matter what people say&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;In the or bad in the good&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;You did what you could&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;it´s ok to walk away&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;don´t listen to what was your mistake&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;cause you´re the lion and you´re the king&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;of all that you bring&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;they don´t see what the situations meant to be&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" line-height: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;" No fim da vida, a maioria dos homens percebe, surpresa, que viveu provisoriamente e que as coisas que largou como sem graça ou sem interesse eram, justamente, a vida."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" line-height: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"Como conseguem fazer a gente se sentir nostálgico em relação a algo que nunca viveu?"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" line-height: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"Quanto mais se tem dentro de si, menos se quer dos outros"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" line-height: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"É preciso ter o caos dentro de si para dar origem a uma estrela bailarina"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" line-height: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"De repente  percebe o que o centro do universo realmente significa, não é um lugar específico, é a materialização dos desejos, de nunca perder nada. Em outras palavras não é um lugar onde se possa ir, mas um lugar onde se quer estar."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" line-height: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"Não deixa de ser verdade por ser clichê"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" line-height: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"Existe uma lenda egípcia que diz que quando morrermos farão duas perguntas a nós para definir se iremos ou não para o céu: Você foi feliz? Você foi capaz de fazer os outros felizes?"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" line-height: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" line-height: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O Recomeço:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" line-height: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-style: normal; line-height: 16px; font-family:'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif;color:#444444;"&gt;&lt;i&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"Take all of your wasted honor.&lt;br /&gt;Every little past frustration.&lt;br /&gt;Take all of your so called problems,&lt;br /&gt;Better put 'em in quotations.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Say what you need to say &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Walkin' like a one man army,&lt;br /&gt;Fightin' with the shadows in your head.&lt;br /&gt;Livin' up the same old moment&lt;br /&gt;Knowin' you'd be better off instead&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;If you could only...Say what you need to say&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Have no fear for givin' in.&lt;br /&gt;Have no fear for giving over.&lt;br /&gt;You better know that in the end&lt;br /&gt;It's better to say too much, than never to say what you need to say again.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Even if your hands are shaking,&lt;br /&gt;And your faith is broken.&lt;br /&gt;Even as the eyes are closin',&lt;br /&gt;Do it wi&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;th a heart wide open.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color:initial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;(Wide Heart)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; color: rgb(85, 85, 85); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Say what you need to say&lt;br /&gt;Say what you need to, Say what you need to...&lt;br /&gt;Say what you need to say&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-4907257621045917578?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/4907257621045917578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=4907257621045917578&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4907257621045917578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4907257621045917578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2010/01/balanco.html' title='Balanço'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-2163769064502302084</id><published>2009-12-01T09:22:00.008-02:00</published><updated>2009-12-01T09:55:10.790-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SxUApLBZQII/AAAAAAAAASY/xYwYcdywYks/s1600/vaso.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SxUApLBZQII/AAAAAAAAASY/xYwYcdywYks/s1600/vaso.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;"Embora saibas que há perdas realmente irreparáveis e que um braço amputado jamais se reconstituirá sozinho. Achando graça, pensarás com inveja na largatixa, regenerando sua própria cauda cortada. Mas no espelho cru, os teus olhos já não acham graça."&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                Caio F.&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;"Como o  vaso,  que ele fazia de barro, quebrou-se na mão do oleiro,tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos olhos do oleiro fazer"&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;                                                                                                                                        Jer. 18:4&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SxUApLBZQII/AAAAAAAAASY/xYwYcdywYks/s1600/vaso.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SxUApLBZQII/AAAAAAAAASY/xYwYcdywYks/s400/vaso.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410231234688794754" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-2163769064502302084?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/2163769064502302084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=2163769064502302084&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2163769064502302084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2163769064502302084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2009/12/embora-saibas-que-ha-perdas-realmente.html' title=''/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SxUApLBZQII/AAAAAAAAASY/xYwYcdywYks/s72-c/vaso.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-8074653759450734690</id><published>2009-11-03T15:50:00.004-02:00</published><updated>2009-11-03T16:20:49.156-02:00</updated><title type='text'>Laços*</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SvBt6mJtfwI/AAAAAAAAASA/7_INvkGT_xA/s1600-h/infancia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 289px; height: 262px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SvBt6mJtfwI/AAAAAAAAASA/7_INvkGT_xA/s400/infancia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399936806658342658" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E talvez realmente exista um elo diferente que una os amigos de muito tempo. Como se fossem parte da família, com uma diferença sutil por ter sido uma escolha.&lt;br /&gt;Deve realmente existir algo como um fio invisível e eu andei pensando seriamente sobre o que seria esse fio.&lt;br /&gt;Talvez sejam as lembranças atreladas... porque quando você começa a pensar no seu passado ali estão eles ou  quando você pensa "Como cheguei até aqui?" lá estão eles novamente. Talvez porque precisamos o tempo inteiro relembrar de quem somos ou de quem éramos e tê-los é a forma mais fidedigna de obter essas respostas. Ou ainda, porque mesmo apesar de todas as mudanças da infância até a vida adulta, essa amizade sobreviva, por mais que antes você fosse gordinha do cabelo rebelde e até agressiva e agora você começa a ter uma postura séria, detesta as calorias e amançou o cabelo quase que na mesma proporção da agressividade. E você precisa saber que parte daquela criança você mantem e qual parte você deve manter.&lt;br /&gt;Mas talvez também seja pelas lágrimas e risos divididas. Porque existe uma porção de coisas que ninguém nunca vai entender, com a exceção de você e essas pessoas. Porque vocês tinham um universo paralelo, porque passaram por tanta coisa e continuam juntos. Porque quando você desmoronava eram essas as pessoas que juntavam seus cacos, ou quando você explodia de felicidade eram elas que compartilhavam. E por mais que tenham tomado caminhos diferentes, cidades diferentes, profissões diferentes e até escolhas de vidas diferentes, algo mantém conectado. Há quem diga que não precisamos mudar de amigos se simplesmente compreendermos que os amigos mudam, taí uma verdade, mas naõ acredito que suficiente para explicar o que seria esse fio.&lt;br /&gt;Dizem que ficamos vivos enquanto vivermos na memória de alguém, talvez a vontade de ser imortal, de nos demorarmos na memória de alguém que nos conheceu tão bem como nós mesmos.&lt;br /&gt;Talvez por pura insistência, porque queremos nos agarrar a algo do passado, porque queremos um algodão cor de rosa com gosto de infância quando a vida parecer amarga e dura em demasia.&lt;br /&gt;Talvez a cumplicidade dos tempos antigos, talvez coisas de uma vida passada, talvez a mão do destino, talvez insistência ou excesso de nostalgia... Mas eu prefiro acreditar que quem sabe não seria tudo isso e mais uma série de coisas que não sabemos explicar.  Porque levante a mão quem nunca sentiu um aperto no peito ouvindo Canção da América? Ou que pensou que um afastamento invevitável era eminente quando os caminhos se tornaram completamente diferentes... mas então você percebe que praticamente nada poderia desfazer esse laço, então você descobre o que quer dizer "mesmo que o tempo e a distância digam não"; porque a despeito disso o sentimento pode até se transformar, mas não desaparece&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;"Te tenho com a certeza de que você pode ir&lt;br /&gt;Te amo com a certeza de que irá voltar pra gente ser feliz&lt;br /&gt;Você surgiu e juntos conseguimos ir mais longe&lt;br /&gt;Você dividiu comigo a sua história e me ajudou a construir minha"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.: Esse não é um texto de respostas e para o leitor pode parecer inacabado, ou sem fim. Mas como eu poderia escrever um texto sobre as amizades de infância com um ponto final?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Para Mari e Mamá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-8074653759450734690?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/8074653759450734690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=8074653759450734690&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/8074653759450734690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/8074653759450734690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2009/11/lacos.html' title='Laços*'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SvBt6mJtfwI/AAAAAAAAASA/7_INvkGT_xA/s72-c/infancia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-1202406080925630171</id><published>2009-10-14T22:00:00.005-03:00</published><updated>2009-10-14T22:44:02.671-03:00</updated><title type='text'>Dia</title><content type='html'>Era mais um daqueles dias (a)típicos (?). Ela acordou mal-humorada e mentalmente ensaiou o que viria adiante:&lt;br /&gt;Estaria numa sala, chamaria por um nome, a pessoa iria até ela e ela abriria um sorriso e diria:&lt;br /&gt;- Bom dia! Tudo bem?&lt;br /&gt;A pessoa responderia num sorriso tímido:&lt;br /&gt;- Bom dia, tudo e a senhora?&lt;br /&gt;Escrevendo agora, é engraçado pensar que um número considerável de pessoas que a chamavam de senhora eram na verdade mais velhas que ela, mas ela não pensou nisso naquele momento.&lt;br /&gt;Enquanto ela trancava o carro ela pensava:&lt;br /&gt;Maravilha, vou tirar forças de não sei onde. E um viva a hipocrisia! Eu não estou bem, mas ninguém realmente quer saber disso, até porque nesse momento são as pessoas que me procuram em busca de ajuda e não o contrário, sendo assim, mais uma vez iremos afastar nossas necessidades para ir até as necessidades do outro.Maravilha. E outra, quem começou com essa história de que: Como você sumiu?! Sumiço é uma coisa recíproca, eu continuo no mesmo lugar de sempre, agora se eu não procuro e não me procuram a culpa é minha? E pra piorar esse calor infernal.&lt;br /&gt;Chegou no quarto andar.&lt;br /&gt;Alguma ficha pra mim?&lt;br /&gt;Sim, essas aqui.&lt;br /&gt;Dona ****.&lt;br /&gt;Oi, tudo bem, irei te atender hoje.&lt;br /&gt;E a mulher ria. Sabe um desses sorrisos verdadeiros e largos, como das crianças. Por um tempo,ela com todo o esnobismo até pensou: Será que essa senhora não tem algum tipo de retardo? Não, não tinha, ela só estava feliz.&lt;br /&gt;E de um jeito estranho, talvez da mesma forma contagiante das crianças, ela ficou feliz; como se as várias gargalhadas dadas por aquela mulher de alguma forma impregnassem nela até que o mal-humor que lhe agarrara até ali desaparecesse.&lt;br /&gt;Mas ocorre que depois de um tempo aquela senhora sorridente confessa que aos 13 anos sofreu vítima de abuso sexual. Não, ela não ria de tudo por desespero. Ela era uma daquelas poucas pessoas que sabiam rir. Simplesmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Eu não gosto de textos com lições de moral, ou conclusões ou qualquer coisa assim. Então querido leitor, você pode simplesmente parar de ler agora; afinal o texto já acabou ou pode gastar seu tempo lendo essas linhas aqui embaixo um tanto quanto óbvias.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão número 1:Ninguém é responsável pela sua felicidade, além de você.&lt;br /&gt;Já dizia o Sartre: Não importa o que fizeram com você, mas o que você fez com o que fizeram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão número 2: A grama do vizinho é sempre mais verde: Se todos jogássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos os de todo mundo, pegaríamos os nossos de volta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-1202406080925630171?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/1202406080925630171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=1202406080925630171&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/1202406080925630171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/1202406080925630171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2009/10/dia.html' title='Dia'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-6233301724452442038</id><published>2009-08-31T21:53:00.008-03:00</published><updated>2009-08-31T22:59:28.663-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SpxyXfo0k4I/AAAAAAAAAR4/eeV3fxjEwOI/s1600-h/the-end.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 299px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SpxyXfo0k4I/AAAAAAAAAR4/eeV3fxjEwOI/s400/the-end.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376297803128804226" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;And in the silence, it became so very clear that you have long ago desapear.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefácio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tudo que quer me dar é demais, é pesado... não há paz... &lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Tudo que quer de mim irreais, expectativas desleais...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capítulo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;único&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Meu querido.&lt;br /&gt;Já era tempo. Mas finalmente consegui. Como dizia o Caio "sou forte o suficiente para sair de determinadas circunstâncias, embora tenha sido fraco o suficiente para entrar nelas" ou qualquer coisa mais ou menos assim. Mas queria te dizer isso, nosso tempo chegou ao fim, eu sempre quis colocar um fim e quando finalmente estávamos bem, consegui te afastar. Não que eu só goste das coisas quando elas vão mal, mas veja bem... já era hora de dar um fim e isso aconteceu agora. Talvez você até me ache injusta dizendo isso, mas é uma questão básica: descubri que você não me fazia bem. Parece bobagem, mas  eu me pergunto quanto tempo eu fiquei sem conseguir responder essa pergunta tão óbvia... e hoje eu percebo que se eu não sabia a resposta ao certo é pelo fato da resposta ser negativa. Talvez tenha nos faltado sintonia, sempre pensei nisso. Eu estava absorta em demasia quando você se destraia e eu desviava quando você se concentrava, nunca olhamos para o mesmo lado ao mesmo tempo: tínhamos o rádio as estações,mas éramos incapazes de sintonizar, só havia ruído... algumas vezes chegamos bem perto disso, mas bem perto não é suficiente e quando estávamos bem próximos o suficiente de acertar uma estação eu percebi sons ao meu redor, como se por todo esse tempo eu só pudesse ouvir uma mesma nota e subitamente eu passasse a ouvir uma orquestra. A vida tem essa mania de nos surpreender e talvez seja esse o grande barato, talvez seja uma ironia, uma brincadeira ou sei-lá-o-que... Pode ser ainda, que seu fantasma se tenha simplesmente ido... a verdade é que amamos um no outro só aquilo que queríamos ver:&lt;br /&gt;"Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você, eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e desamar era não mais conseguir ver, entende? Dolorido-colorido, estou repetindo devagar para que você possa compreende"&lt;br /&gt;E então eu deixei de ver... &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;magicamente&lt;/span&gt;. Tão magicamente como comecei a ver o mundo, como se fosse míope e então, repentinamente eu pudesse ver os pequenos detalhes... não, melhor que isso, como seu eu fosse daltônica e finalmente eu pudesse ver as &lt;span style="color: rgb(255, 153, 255); font-weight: bold;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 0); font-weight: bold;"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255); font-weight: bold;"&gt;r&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 204); font-weight: bold;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 51); font-weight: bold;"&gt;s&lt;/span&gt;...! E contrariando todas as expectativas coloquei um fim na música antiga:&lt;br /&gt;&lt;p&gt;"Carolina, nos seus olhos fundos guarda tanta dor, a dor de todo esse mundo&lt;br /&gt;Eu já lhe expliquei, que não vai dar, seu pranto não vai nada ajudar&lt;br /&gt;Eu já convidei para dançar, é hora, já sei, de aproveitar&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lá fora, amor, uma rosa nasceu, todo mundo sambou, uma estrela caiu&lt;br /&gt;Eu bem que mostrei sorrindo, pela janela, ah que lindo&lt;br /&gt;Mas Carolina não viu..."&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;E desde que comecei a ver em cores, não consegui mais tentar sintonizar as estações e meus ouvidos não estavam mais afinados para ouvir os seus chamados&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);font-family:georgia;" &gt;... a vida em cores que se ergueu diante dos meus olhos me impedia de querer ver em preto e branco de novo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153); font-weight: bold;"&gt;"&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Porque você não pode voltar atrás no que vê.&lt;/span&gt; Você pode se recusar a ver, o tempo que quiser: até o fim da sua maldita vida, você pode recusar, sem necessidade de rever seus mitos ou movimentar-se de seu lugarzinho confortável.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Mas&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 204, 153);"&gt;a partir &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153);"&gt;do momento&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);"&gt;em que &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;você vê&lt;/span&gt;,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;mesmo&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;involuntariamente&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 255);"&gt;,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;está perdido:&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 153, 255); font-weight: bold;"&gt;as coisas&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 204, 51);"&gt;voltarão &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 204, 204);"&gt;a ser&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);"&gt;mais&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 204, 204);"&gt;as&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;mesmas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 51); font-weight: bold;"&gt;você&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 204, 204);"&gt;próprio&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 255); font-weight: bold;"&gt;não&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 153, 0);"&gt;será&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o mesmo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. &lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;O que&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);"&gt;vem&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(204, 204, 255);"&gt;depois,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;não&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;se sabe&lt;/span&gt;".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Epílogo&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Plagiando a Fernanda Young: Como já dizia o Lulu, não te quero mal, apenas não te quero mais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-6233301724452442038?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/6233301724452442038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=6233301724452442038&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/6233301724452442038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/6233301724452442038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2009/08/and-in-silence-it-became-so-very-clear.html' title=''/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SpxyXfo0k4I/AAAAAAAAAR4/eeV3fxjEwOI/s72-c/the-end.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-787742214552533103</id><published>2009-07-31T16:44:00.003-03:00</published><updated>2009-07-31T17:06:04.076-03:00</updated><title type='text'>A Síndrome de Sansão</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SnNOizBqC8I/AAAAAAAAARw/23D7u7NE1dU/s1600-h/cortando+cabelo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 222px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SnNOizBqC8I/AAAAAAAAARw/23D7u7NE1dU/s320/cortando+cabelo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5364717940848069570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Atire a primeira pedra a mulher que nunca quis estrangular a cabeleireira quando disse "só as pontinhas" e saiu do salão com um palmo a menos de cabelo. Eu não sei você, mas eu pelo menos conheço um número considerável de mulheres que queria o cabelo curto, mas nunca tiveram coragem de cortar ou pensaram pelo menos 280 vezes antes de fazer. No fundo, no fundo, pelo menos 90% da população feminina acredita (ainda que inconscientemente) que o seu poder está no cabelo, por isso o medo -ou seria pânico?- de cortá-lo.&lt;br /&gt;Por algum motivo, deve estar em nosso DNA -assim como perder 3 kg- essa coisa com o cabelo. Talvez por isso o salão de beleza seja quase um santuário do universo feminino e quando sentimos mal a quem recorremos?! Isso mesmo! Quiçá por ser a moldura do rosto, o cabelo seja tão valorizado. E pra quem quiser, existe escova de chocolate, de vinho, de queratina, progressiva, definitiva, inteligente, marroquina, japonesa... é quase um jantar da ONU!&lt;br /&gt;Tinturas então... é vermelho cherry, chocolates vibrantes, tabaco ultra-claro -e se existe uma coisa engraçada isso é nome de tinta de cabelo, perdendo apenas para nome de esmalte: obsessão, volúpia, drops... Afinal de contas, quem será que inventa isso?!-. Podemos lembrar ainda de uma série de lendas envolvendo esse nobre personagem: Há quem diga que um número considerável de feromônios é liberado pelo couro cabeludo e quem nunca ouviu um "meu cabelo era anelado, mas cortaram os cachos e ele ficou liso" ou "meu cabelo era bom, mas eu cortei muito e ele encrespou"; acho que dava até tese de mestrado ou qualquer coisa do nipe "Como os cortes capilares alteram o genótipo do indivíduo" ou "Fenótipo: a interação entre seu gene e a tesoura". Verdade ou mito não sei, mas posso afirmar que Sansão devia conhecer mais do universo feminino que qualquer outro mortal do sexo oposto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-787742214552533103?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/787742214552533103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=787742214552533103&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/787742214552533103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/787742214552533103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2009/07/atire-primeira-pedra-mulher-que-nunca.html' title='A Síndrome de Sansão'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SnNOizBqC8I/AAAAAAAAARw/23D7u7NE1dU/s72-c/cortando+cabelo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-2815720362393395530</id><published>2009-07-13T22:41:00.004-03:00</published><updated>2009-07-13T23:04:02.281-03:00</updated><title type='text'>Viva a segunda-feira- Diário de bordo</title><content type='html'>- Esse sorvete parece de amendoim.&lt;br /&gt;- Deixa eu ver.... Não, não tem gosto não!&lt;br /&gt;- Ah! Mas também não tem gosto de Chokito!&lt;br /&gt;- Mas então, era isso que eu tava falando: as pessoas gostam de maneiras diferentes. Mais que isso cada um gosta de sua maneira e quer que a outra pessoa demonstre do jeito que se quer. Eu por exemplo não gosto de ter que dizer que gosto a cada 5 segundos, exigir isso de mim é desgastante.&lt;br /&gt;- Ah! Eu gosto, eu exijo. Acho que depois de um bom tempo de relacionamento não tem motivo de joguinhos, nem esconder o que se sente.&lt;br /&gt;- Hum... não acho que seja essa a questão. Para mim, demonstrar que gosta é falar da sua vida, dividir o cotidiano, para mim isso é suficiente; afinal existe prova maior que se gosta de alguém do que querer dividir com essa pessoa parte da sua vida?&lt;br /&gt;- Daria um bom texto isso.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;-Moça, eu quero um número fácil, tipo aqueles telefones que a gente liga pra pedir sanduíche!&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;-Gente, ela sabe a letra de todas as músicas!!&lt;br /&gt;- Ah! Eu também!!&lt;br /&gt;- Ah! Mas aposto que a da Angélica você não sabe, só eu!&lt;br /&gt;- Não sei, mas eu sei o ritmo: naaan na naaaann, paaaammmm&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;- Essas coisas ecologicamente corretas são todas caras.&lt;br /&gt;- Salve o planeta e arrasse seu bolso! Mas não... comprei uma blusa do mesmo material da sua e não era mais cara.&lt;br /&gt;- Ecologicamente correta por conveniência.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;- Seu chip queimou.&lt;br /&gt;- Eu não sabia que chips eram coisas queimáveis assim não... quer dizer, pelo menos não tão fácil assim: puff, colocou queimou.&lt;br /&gt;- Imagina saindo até a fumacinha.&lt;br /&gt;- É! E você viu que a moça disse que não tem garantia?&lt;br /&gt;-Pois é, mais uma boa desculpa: então... acontece que meu chip queimou: Chips que queimam nas horas apropriadas, dá até nome de comunidade!&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;- Eu gostei dessa parte aqui.&lt;br /&gt;- "Hospitais são sempre cinzas"?&lt;br /&gt;- Ráaaaaaaa, nãaaaaooo: "mas o afeto não era garantia de posse."&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;- Mas ele não sabe que a gente sabe que ele tem diabetes.&lt;br /&gt;- Como assim? Que coisa, porque será que nunca contou?&lt;br /&gt;-Minha professora fala que é a síndrome do Super-Herói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*** Ví, como a gente vai sobreviver à reforma ortográfica?!... Eu ainda  escrevo com crase e hífen!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo gira em torno do sorvete.&lt;br /&gt;- Sim, desde o início... começou com o sorvete&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorvetes preciosos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-2815720362393395530?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/2815720362393395530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=2815720362393395530&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2815720362393395530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2815720362393395530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2009/07/viva-segunda-feira.html' title='Viva a segunda-feira- Diário de bordo'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-3822285963194994954</id><published>2009-07-12T17:46:00.005-03:00</published><updated>2009-07-13T00:47:20.539-03:00</updated><title type='text'>O pequeno menino grande</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SlquK-nhtKI/AAAAAAAAARQ/Z5jvBZ84NTw/s1600-h/crescer-2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 150px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SlquK-nhtKI/AAAAAAAAARQ/Z5jvBZ84NTw/s200/crescer-2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5357786210341336226" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi assim. E eu nunca imaginei. Como dizem, você é o que ninguém vê.&lt;br /&gt;Mas de repente, no meio de um tanto de gente estávamos ali conversando sobre todas as coisas que passaram e as que viriam;mais que isso falávamos de como chegamos até aqui.&lt;br /&gt;E apesar de todos os pesares, de todos os desencontros ele me disse do encontro feliz dele: finalmente chegou. Pelo menos por hora - como dizia a Ângela Ro Ro "Amor, meu grande amor, só dure o tempo que mereça". Mas nesse momento merece e isso é algo a ser celebrado.&lt;br /&gt;Meu querido, quantas vezes não demos com os burros n´água? Eu sei que para você é difícil acreditar: quantas vezes você olhou um quadro e achou que era aquele, mas não era nem de perto? Talvez nos desenhamos com tantos detalhes a pessoa especial que quando ela se apresenta, ainda estamos preocupados em desenhá-la. Sei que já rasgou seu desenho, sei que já amassou, sei que já deve até ter borrado com suas lágrimas, mas quiçá tudo isso era o necessário para que aquele desenho se tornasse algo vivo.&lt;br /&gt;A vida foi um bocado injusta, eu sei. Tiraram de você as coisas rápido demais e na mesma velocidade você precisou colocar um mundo nas costas. Nobody said it was easy, mas também ninguém disse que seria tão difícil. Mas veja bem, agora as coisas se encaixam ou pelo menos você pode dizer: Estou feliz, estou contente, estou seguro. Meu querido, não tenha medo: a felicidade nos amedontra, especialmente quando temos a sensação que sempre passa um tufão para destruir a gente, mas pelo menos por hora Here comes the sun little, darling! Sua tempestade chegou ao fim e isso não siginifica que ela não voltará, mas se você pensar bem o arco-íris só existe porque chove quando faz sol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dan, quando você me conheceu -nunca vou esquecer disso-  disse:" Carol, você é enorme diante dos seus textos, eu te imaginava pequenininha, mas a fragilzinha tá aí dentro". Dan, com muito orgulho eu posso dizer: Você é enorme diante da vida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"É melhor ser alegre&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Que ser triste&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Alegria é a melhor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Coisa que existe&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; É assim como a luz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; No coração..."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-3822285963194994954?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/3822285963194994954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=3822285963194994954&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3822285963194994954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3822285963194994954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2009/07/o-pequeno-menino-grande.html' title='O pequeno menino grande'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SlquK-nhtKI/AAAAAAAAARQ/Z5jvBZ84NTw/s72-c/crescer-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-7315285476200498596</id><published>2009-07-07T23:49:00.003-03:00</published><updated>2009-07-07T23:51:18.155-03:00</updated><title type='text'>Moscas</title><content type='html'>"(...) pensei que as pessoas se jogam convulsivamente contra o mundo igual Àquele animal estúpido: fazem barulho, confusão, dão voltas ao redor das coisas sem agarrar nada completamente; algumas vezes confundem um desejo com uma armadilha e caem mortas, apodrecendo sob o refletor azul dentro da jaula."&lt;br /&gt;100 escovadas antes de ir para a cama&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-7315285476200498596?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/7315285476200498596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=7315285476200498596&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/7315285476200498596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/7315285476200498596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2009/07/moscas.html' title='Moscas'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-6968033048425519725</id><published>2009-06-28T23:11:00.004-03:00</published><updated>2009-07-04T12:10:58.782-03:00</updated><title type='text'>Médicos, companheiros de profissão, como descemos...</title><content type='html'>"Quando meu pai, medico, aposentou-se há nove anos, disse que estava fazendo aquilo porque a profissão médica havia chegado ao fundo do poço e não agüentava ver a classe descer mais do que aquilo.&lt;br /&gt;Nesses nove anos os salários e ate 0 CH (coeficiente de honorarios), criado para proteger 0 trabalho medico, desvalorizou &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;308,68%&lt;/span&gt; se comparado ao salário minimo (e nos pagamos salários baseados no mínima aos funcionarios); desvalorizou 73,47% pelo IBG (que mede 0 indice de preços ao consumidor/inflação), índice este que sabemos ser maquiado pelo Governo&lt;br /&gt;Federal.&lt;br /&gt;Se 'dolarizarmos' nossas perdas, elas chegam a 351,81%. Como descemos ...&lt;br /&gt;Inicialmente fizemos cortes no orçamento, depois aumentamos a carga de trabalho, passando a dar mais plantões.&lt;br /&gt;Cortamos ferias, nos tornamos "clientes especiais" dos bancos, inicialmente eventuais, hoje cativos. Nao temos tempo sequer para nos organizar. Como descemos! Não podemos !utar sequer na Justiça, pois 0 Judiciário jamais votaria a nosso favor, mesmo que estejamos certos.&lt;br /&gt;Os juízes já votaram seu próprio aumento salarial e, se votassem 0 nosso, poderia não sobrar para eles. Em 1994 um médico recebia R$ 755,00 e um promotor publico R$ 1.300,00. Hoje, 0 medico recebe os mesmos R$ 755,00 e 0 promotor mais de R$ 8.000,00.&lt;br /&gt;Que diferença de responsabilidade ou de um curso faz com que ocorra tal disparidade? Sem falar de vereadores, auditores fiscais e outros cargos que, devido 0 seu poder de autogestão dos salários, foram evoluindo exponencialmente, enquanto nós retrocedemos. Como descemos! E a culpa, de quem é? De nos mesmos! Nós, que deixamos a coisa ocorrer sem reagir.&lt;br /&gt;Talvez devido a celebre frase: 'Medicina é sacerdócio!'. Mas até os padres, hoje em sua maioria vivem bem, comem bem, dormem bem, tem carro, vestem-se bem, viajam.&lt;br /&gt;A culpa e nossa por termos aceitado dar plantões em condições mínimas! Sem água? Compramos água. Comida ruim? Compramos comida. Não há material? Improvisa-se tudo em prol da continuidade do serviço e do paciente. A culpa e nossa por termos criado uma cooperativa médica que pode proteger a todos, menos ao medico.&lt;br /&gt;Veja uma diária hospitalar hoje e há oito anos. Quem protege quem? Os planos de saude aprenderam que não temos tempo para reclamar e pagam 0 que querem, quando querem e se quiserem. Como descemos!&lt;br /&gt;Chegamos no nosso carrinho, cara de cansados, exaustos, na verdade, maltrapilhos e somos atendidos pelo gerente do plano de saude: bem dormido, de gravata, perfumado e de carrao zero as nossas custas. Burros de cangalha é 0 que somos!&lt;br /&gt;O Governo também aprendeu que não temos força para cobrar 0 que e de direito: retira gratificaçõe, suspende pagamentos. E como se fóssemos isentos de obrigações financeiras. Coitados de nós! Como descemos!!!!&lt;br /&gt;Temos medo de pedir um orqamento a um pintor ou pedreiro. Estamos apertados para pagar 0 colégio dos nossos filhos.&lt;br /&gt;Achamos que se continuarmos assim vamos acabar pagando para trabalhar.&lt;br /&gt;Estamos enganados! Ja estamos pagando, pois as noites em claro nos renderam doenças e problemas de saude que nossa aposentadoria do Estado de R$ 400,00 somados ao INSS de R$ 800,00, mais talvez uma previdencia privada, não conseguem cobrir.&lt;br /&gt;Pagamos, porque a nossa ausência em casa na busca de manter um "padrão de vida", não tem preço. Nossos filhos estão a mercê de drogas e maus exemplos, devido ao abandono.&lt;br /&gt;E como dizer aos nossos filhos para estudarem, pois vale a pena? Eles veem 0 exemplo do pai que estudou tanto, fez tantos cursos, passou em tantos concursos e tem uma qualidade de vida tao ruim. E aí vem 0 'BigBrother', as novelas e pessoas que vivem melhor, até de forma ilícita. É difícil fazê-los compreender que 0 que nos mantem em nossa profissao,&lt;span style="font-style: italic;"&gt; 0 que nos alimenta a alma e 0 espírito são duas coisas: 0 amor pela prática médica e a incapacidade que temos de reverter todo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; o investimento que fizemos a mesma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Se 0 medo é de pagarmos para trabalhar, pode ficar ciente de que ja estamos fazendo isso! Acho que deveríamos ser mais radicais e nao aceitarmos imposições, pois sabemos que estamos totalmente certos!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Temos que ganhar melhor para atender melhor a nossos pacientes. Temos que dormir bem, para atender melhor a nossos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; pacientes. Temos que estudar e nos atualizar, para atender melhor a nossos pacientes.&lt;/span&gt; Queira ou não, tudo isso depende de remuneração."&lt;br /&gt;Paulo Ezequiel.&lt;br /&gt;Retirado da Folha Vascular- Regional São Paulo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-6968033048425519725?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/6968033048425519725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=6968033048425519725&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/6968033048425519725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/6968033048425519725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2009/06/medicos-companheiros-de-profissao-como.html' title='Médicos, companheiros de profissão, como descemos...'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-4510237138732157586</id><published>2009-05-18T07:51:00.004-03:00</published><updated>2009-05-18T08:23:43.096-03:00</updated><title type='text'>Sobre a juventude</title><content type='html'>Eu tenho uma amiga que quando ela era pequena, ela queria ser cozinheira, costureira, atriz, dona de casa, cantora e médica.Eu fico me questionando até que ponto essa mudança da adolescência não tem uma pequena parte de culpa da mudança da infância, até pra brincar hoje é cômodo. Criança não sai mais na rua, não suja, não rala o joelho e desconhece cada vez mais o valor de cada experiência dessa, porque isso é uma vida real. Muito se tem discutido sobre a influência dos jogos na violência, talvez achem mesmo que depois de um game over as coisas podem voltar ao normal.&lt;br /&gt;Me preocupa a adolescência de hoje. Existe isso que chamamos da Sindrome da Adolescência Normal, em que um dos marcos da adolescência é o pensamento abstrato, a capacidade imaginativa , o ideologismo político e até uma certa megalomania. Mas eu não vejo isso, vejo os adolescentes querendo tão pouco, como uma vida confortável. Não que querer uma vida confortável seja algo ruim, mas eu sempre penso que se no alge da capacidade imaginativa e da construção de sonhos a pessoa quer apenas isso, ela vai ter tão pouco quando chegar lá; sim, porque geralmente conseguimos ou o que desejamos ou um pouco menos. As pessoas querem uma vida medíocre. E lembrar que medíocre não é ser ruim; é ser mediano... é ser comum. Os jovens de hoje tem muito mais acesso a informação e liberdade de se expressar. Mas  informação nem sempre implica em conhecimento. Dos milhões de adolescentes, quantos fazem um uso inteligente dessas informações que recebem? É só olhar para a quantidade de sites de fofoca que existe na internet para descobrir a resposta. E mesmo o mundo sendo globalizado, a maioria se rende a cultura de massa (ok, ok, isso é um pouquinho de culpa da globalização, mas a questão é se o mundo é globalizado e temos acesso a diferentes fontes culturais porque não procurar uma nova?)?&lt;br /&gt;E me preocupa mais ainda que na maioria dos movimentos de mudança lá estavam os adolescentes, lá estavam os jovens, querendo ou não eles eram parte de uma força revolucionária e hoje estamos cada vez mais parados, essa força tem cada vez menos poder e isso consegue ser tão incrivelmente catastrófico não apenas porque sabendo que essa força se esvai os políticos terão cada vez menos medo do seu povo, mas também porque as gerações futuras hão de querer cada vez menos. E no fim, não viveremos mais numa verdadeira coletividade e sim cada um em sua bolha tendo como maior sonho da vida o celular tal, a blusa tal, como se o consumo desenfreado fosse capaz de tapar pelo menos um pouquinho do vazio que eles acham que é no coração, mas aqui vai um segredo...: é na cabeça.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Porque a alienação é também uma droga.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-4510237138732157586?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/4510237138732157586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=4510237138732157586&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4510237138732157586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4510237138732157586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2009/05/sobre-juventude.html' title='Sobre a juventude'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-425079819744156555</id><published>2009-05-17T13:34:00.006-03:00</published><updated>2009-05-17T14:13:42.802-03:00</updated><title type='text'>Quarta-feira e café</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"-É engraçado isso. A gente fica um tempão querendo que o tempo passe mais rápido pra poder chegar logo em um lugar que a gente não sabe onde é  e ele passa e você não sabe porque você queria tanto que chegasse ali e você só quer voltar atrás pra poder aproveitar melhor algumas coisas. Estranho né?"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Foi assim que a moça que trabalha aqui em casa disse pra mim, e eu fiquei pensando nas milhões de coisas que estavam por trás disso. Acho que pra ela, dizia respeito sobre como a filha dela tem crescido rápido,mas quando ela me disse isso, foi como se passasse um filme na minha mente (como aqueles que as pessoas dizem ver antes de morrer. Talvez seja coisa de gente nostálgica mesmo, isso de querer ficar revendo as imagens na mente e pensando: "Nossa! Como era legal!". Muito possivelmente porque podemos fazer do passado o que quissérmos, podemos colocar numa embalagem muito mais colorida e pensar que aquela realidade era muito mais doce, algo muito mais difícil de ser feito com o presente.). E foi tão incrivelmente desesperador, porque está passando e está acabando. E eu penso que talvez eu devesse ter aproveitado mais algumas coisas- mas me vinha a mente que para conseguir algumas coisas que eu sempre quis, era necessário abdicar de outras... é terrível isso na vida, de você ter que escolher entre uma coisa e outra. Mas quanto as coisas abdicáveis, não me arrependo, talvez não fosse necessário tantas coisas,porém, naquele tempo as coisas eram vistas de uma maneira diferente, as decisões não foram tomadas com o conhecimento que eu tenho hoje (o que talvez nem facilitaria tanto as coisas, pois cada dia tenho mais dúvida sobre o que eu realmente sei.) e sim com o conhecimento que eu tinha naquela época, sendo assim  eu tomei a melhor decisão com as informações que eu tinha naquele momento. Ok, ok ok, começo a me perder aqui: isso é assunto para outro post!-, ou que eu deveria estar aproveitando mais algumas coisas aqui e agora. Também pensei no como eu sou incrivelmente desesperada pra viver,daquelas pessoas que acham que tudo é pra ontem e estão sempre correndo, com pressa e não consegue fazer absolutamente nada devagar! Mas como disse ela, correndo a gente tá, só não sabe pra onde, ou onde a gente quer chegar... talvez a gente até saiba, até que chegue lá e descubra que não era bem aquilo, até porque existe uma enorme diferença, que demora-se anos pra entender, entre aquilo que você quer e aquilo que você precisa. E no meio disso tudo, me veio uma imagem, como se todo mundo tivesse em uma esteira, &lt;span style="font-size:180%;"&gt;correndo correndo correndo&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;correndo correndo&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;correndo correndo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;correndo correndo&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;correndo&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;sem chegar em lugar nenhum&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, como aqueles desenhos animados que o  cachorro tinha uma salsicha na frente dele, no final da esteira e por mais que ele tentasse esticar, não conseguia alcançá-la e por mais que ele corresse, não saia do lugar. Começo a pensar que aquele movimento que fizeram para que as pessoas começassem a fazer as coisas mais devagar tenha razão. De repente, é como se meus amigos que moram aqui vivessem em outra cidade, pois os encontro praticamente na mesma frequência daqueles que estão em outro lugar. Talvez seja coisa daquelas crianças mimadas que não conseguem abrir muito mão das coisas e ver os novos horizontes que se abrem; que mesmo que ganhe 100 brinquedos legais vai querer aquele brinquedinho velho que tem um charme especial pelo tanto de coisas que viveram juntos; talvez seja assim que mesmo atrás das coisas, mesmo querendo chegar logo em alguma lugar, a gente sempre quer um pedacinho daquilo que era de alguma forma nosso, nem que fosse só uma fase. De qualquer forma, fiquei pensando nisso, nessa coisa super filosófica que me falaram em plena quarta-feira quando eu tomava uma caneca de café pra tentar espantar o sono e concentrar pelo menos um poquinho naquilo que eu devia fazer correndo para chegar lá... onde era lá mesmo?!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-425079819744156555?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/425079819744156555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=425079819744156555&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/425079819744156555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/425079819744156555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2009/05/quarta-feira-e-cafe.html' title='Quarta-feira e café'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-1189772391218618497</id><published>2009-04-30T08:02:00.006-03:00</published><updated>2009-04-30T08:21:39.837-03:00</updated><title type='text'>Lacuna Inc.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SfmIHNCc7sI/AAAAAAAAAPc/DJu-KjYUHFg/s1600-h/foto.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SfmIHNCc7sI/AAAAAAAAAPc/DJu-KjYUHFg/s200/foto.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330441291310100162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;- Sabe que eu andei pensando que talvez as coisas seriam diferentes se pudéssemos esquecer?&lt;br /&gt;-Diferente como?&lt;br /&gt;- Nós poderíamos tentar. Você sabe que eu e você nos negamos constantemente a tentar porque não poderíamos voltar atrás se alguma coisa acontecesse e então, tudo se perderia. E o que eu sinto é tão excessivamente lindo e grande para se perder assim e relacionamentos afeitvo-sexuais sempre estragam tudo: você começaria a me odiar e eu surtaria; os finais são sempre tristes. Então nós permanentemente fingimos não ver nem saber aquilo que, no fundo, cada um de nós sabe (e sente). Resta assim só aqueles pequenos singelos momentos em que sublimamos tudo aquilo que queríamos. Como se cortássemos as pontas de um laço para que ele coubesse numa caixa; contudo, mesmo entrando na caixa, o laço não é o mesmo e acaba sendo incompleto; porém somente assim o laço continuará sendo laço e estará dentro da caixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"- Oh Jake! Nós poderíamos ter sido tão felizes juntos!&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;- Sim, Brett, é sempre agradável poder pensar nisso."&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-1189772391218618497?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/1189772391218618497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=1189772391218618497&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/1189772391218618497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/1189772391218618497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2009/04/lacuna-inc.html' title='Lacuna Inc.'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SfmIHNCc7sI/AAAAAAAAAPc/DJu-KjYUHFg/s72-c/foto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-3646400014101235426</id><published>2009-04-12T11:53:00.003-03:00</published><updated>2009-04-12T12:24:17.835-03:00</updated><title type='text'>Reflexões de um boliche</title><content type='html'>E eu disse:&lt;br /&gt;- Nem gosto tanto de boliche, prefiro ver a jogar.&lt;br /&gt;E todo mundo achou engraçado, mas era verdade mesmo. Eu achava a bola pesada demais, doia meus punhos, enfim, até aquele momento eu realmente preferia ver.&lt;br /&gt;Mas então, começamos a jogar e de uma maneira muito estranha, sem que eu fizesse esforço, sem que aquele espírito de "eu-preciso-ganhar" baixasse em mim, eu ganhei todas. Derrubava as bolas até quando eu não queria. E por mais que meu punho começasse a doer, eu achei até legal, era bom. Era divertido. E afinal, eu ganhava todas. Isso me fez pensar.&lt;br /&gt;Talvez aquela história de que quanto mais você tenta apertar o que você quer, mais escorre pelos dedos. Muito possivelmente se o espírito do "quero-ganhar-todas" tivesse baixado em mim, eu com certeza iria perder todas. Mas entenda bem, não estou aqui falando mal de determinação, ou dizendo que você não deva desejar as coisas, estou dizendo que muitas vezes as coisas não acontecem da maneira imaginada, que aquilo que nem era tão legal, de repente pode ser super, ou ainda que quando você resolve abrir mão que as coisas vêem até você.&lt;br /&gt;Ultimamente falaram muito do poder da mente, lançaram até um filme falando sobre como se você-deseja-as-coisas-de-todo-coração-você-terá. Ora, nós sabemos que na vida real não é bem assim, quem nunca quis MUITO, MUITO uma coisa e não teve?  E cá pra nós, sabemos que não foi por mentalizar pouco ou por não ter insistido no pensamento.  Mas ninguém fala do incrível poder de abrir mão. Quando você pensa, ok, eu aceito assim e magicamente as coisas acontecem. Eu sei que é clichê (e muito!) mas talvez os antigos tenham razão ao dizer que existe um tempo correto para as coisas acontecerem.&lt;br /&gt;Se está longe de chegar, eu não sei. Todavia, a vida tem uma mania estranha de agir como o gato da casa da avó. Eu explico: os gatos sempre quando você chega cheio de amor para dar e querendo afagá-los saem correndo, mas quando você simplesmente não se importa com a existência deles, eles correm para o seu colo. Ou então, quando aquele cahorrinho fofo da sua avó resolve abanar o rabinho e correr até você, não é que você acaba descobrindo que ele era muito mais legal que o gato -que também acaba querendo sua atenção. Pois bem, vou começar a adotar aquele ar blassé até que o mundo gire de uma maneira que aquilo que eu tanto segurei e resolvi soltar venha até mim naturalmente. Porque como dizem, o que é pra ser nosso, ninguém tira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-3646400014101235426?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/3646400014101235426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=3646400014101235426&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3646400014101235426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3646400014101235426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2009/04/reflexoes-de-um-boliche.html' title='Reflexões de um boliche'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-955307334255649981</id><published>2009-03-31T18:58:00.002-03:00</published><updated>2009-03-31T19:13:00.919-03:00</updated><title type='text'>[desabafo]</title><content type='html'>Sabe que eu andei pensando e andei pensando mesmo.&lt;br /&gt;Que eu ainda não &lt;span style="font-style: italic;"&gt;learn to let go.&lt;/span&gt; Não aprendi mesmo. Por um motivo simples, você não sai. Não sai de jeito nenhum, eu tento, eu coloco mil e uma coisas em cima mas quando eu acho que eu estou prestes a conseguir evoluir no curso da vida [bingo!] você reaparece e reaparece.  Isso não é justo comigo, assim ninguém &lt;span style="font-style: italic;"&gt;learn to let go&lt;/span&gt;! E por Deus do céu, eu preciso disso. Preciso mesmo. Porque você é como uma daquelas músicas ruins, eu sei que é péssimo, mas o refrão gruda na cabeça e sem que eu possa perceber lá estou eu cantando... ou como aqueles perfumes baratos que impregnam na gente e lembra que eu falei que não lembrava do seu cheiro? Que raiva me dá lembrar que não, eu não lembro, mas você anda mais grudado em mim do que o meu próprio. É como um fantasma, como se a cada esquina que eu virasse eu pudesse ver seu sorrisso sacana como quem diz: tá na minha, feliz por mais uma conquista que você consegue colecionar. Ou como se me despisse com o olho.&lt;br /&gt;Sério. E eu já disse isso mil vezes.... &lt;span style="font-style: italic;"&gt;it´s over, good luck. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Talvez eu precisasse de alguém pra te exorcizar. Quanto será que um padre cobra?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-955307334255649981?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/955307334255649981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=955307334255649981&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/955307334255649981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/955307334255649981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2009/03/desabafo.html' title='[desabafo]'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-8979816358294577165</id><published>2009-03-21T23:30:00.001-03:00</published><updated>2009-03-21T23:32:37.200-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>"Mas talvez eu pudesse fazer mais. Não quero olhar para trás e me perguntar que parte da minha vida foi mesmo minha."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Porque pensar demais pode submergir uma pessoa.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-8979816358294577165?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/8979816358294577165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=8979816358294577165&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/8979816358294577165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/8979816358294577165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2009/03/mas-talvez-eu-pudesse-fazer-mais.html' title=''/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-4903146442772927218</id><published>2009-02-12T22:36:00.002-02:00</published><updated>2009-02-12T22:39:08.727-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>"(...) já homem pela covardia, eu fazia o que todos nós fazemos, uma vez que somos grandes, quando há diante de nós sofrimentos e injustiças: não queria vê-los."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-4903146442772927218?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/4903146442772927218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=4903146442772927218&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4903146442772927218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4903146442772927218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2009/02/blog-post.html' title=''/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-3876836784774431933</id><published>2009-02-10T09:46:00.003-02:00</published><updated>2009-02-10T10:12:17.513-02:00</updated><title type='text'>A fraude</title><content type='html'>Tudo começou quando Ela era pequena e voluntariosa e  ficavam impressionados: "Essa garota vai longe! Essa sabe o que quer e vai atrás!". E como disse um dos comandantes do governo nazista, uma mentira repetida mil vezes acaba se tornando uma verdade. Então ela cresceu com isso na cabeça: "aquilo que eu quero, eu consigo. Nem que eu sangre até a morte, passe noites em claro, mas eu consigo". Claro que muitas das vezes mesmo ela querendo algo, o sentimento não era forte o suficiente e se esvaia, ou melhor, Ela pensava assim. Pensava que para o que realmente importava Ela esgotava todas as possibilidades até conseguir. E então, Ela que sempre havia pedido o show,não um show,O show do cantor especial se espantou ao descobrir que  em menos de um mês ele estaria ali. A princípio, fez o que era de se esperar da garota tão obstinada, fez as contas, pensou que iria de carona, de jegue, a pé, de qualquer coisa, mas iria naquele show. Afinal, não havia ela comentado que sua existência não seria completa se ela não fosse a algum show dEle? E alterou seus planos de uma outra viagem, fez contato com pessoas de fora, tentou descobrir o portador do cartão que permitiria que ela comprasse o ingresso mais cedo... mas então, ela percebeu que faltava parte do dinheiro do ingresso. Resolveu contar uma única vez com a sorte e foi ao Bingo no dia de Natal, só que queridos leitores, essa garota não era uma daquelas que poderia contar com a sorte: o bingo havia parado de funcionar.Voltou o caminho pensando em uma solução para conseguir o dinheiro do ingresso e não encontrou  nenhuma. Pensou que talvez, esperar, quem sabe ela não receberia dinheiro de algum lugar? Além disso, a possível pessoa que iria com ela havia viajado, ela esperaria, afinal se ela fosse a outra pessoa, ficaria revoltada se comprasse o ingresso sem ela,e por um excesso de algo que haviam lhe dito que era umas das coisas mais importantes, esperou. E acompanhou a venda dos ingressos e quando pensou que poderia comprar, descobriu que o único lugar que ela poderia comprar abriria as vendas em uma semana e meia. Desesperou.Desanimou. E de repente o sonho de ficar frente a frente,foi esvaecendo, as cadeiras que sobravam era longe. E assim, foi tudo escorrendo pelas mãos: o desejo,o sonho, era hora de jogar o pano. Paciência,o mundo havia conspirado contra a ida, nada havia dado certo. E assim acabou a história, mas antes que o leitor se compadeça dessa garota, contarei uns detalhes que talvez os façam mudar de idéia a respeito dela. Poucos dias antes da abertura dos ingressos a público, ela encontrou alguém que tinha o maldito cartão,mas como não tinha o dinheiro completo e comprar através do cartão encarecia o ingresso substancialmente,resolveu não comprar, mesmo o dono do cartão se oferecendo. Mas ela pensou: "e como pagarei isso depois?". Um dia, comentando sobre o seu desespero, uma amiga comentou, eu tenho o dinheiro, eu te empresto se você quiser. Mas ela pensou: "e como pagarei isso depois?". Escutou de outra amiga em tom de brincadeira: "ah! a gente faz uma vaquinha!". Mas ela pensou:"e como pagarei isso depois". A verdade é que além de viver no futuro, ela era orgulhosa demais para pedir. Era por isso, que quando faltava um mês,Ela iria de qualquer jeito, planejaria as coisas,porque Ela sempre soube o que faria daqui 20 anos, mas nunca daqui a 5 minutos. Essa história seria muito diferente se Ela disssesse:&lt;br /&gt;ao dono do cartão: vamos comprar agora! (sem se preocupar se o preço seria quase o dobro! Afinal, vale tudo por um lugar bom e o ingresso)&lt;br /&gt;às amigas: aceito! Lembra aquele dinheiro que você comentou? Eu aceito!!! ( sem se preocupar, como pagaria, afinal,se o dinheiro iria aparecer, ele poderia aparecer depois, não é mesmo?)&lt;br /&gt;E então, história contada seria sobre como Ela subiu ao palco e cantou junto e não como ficou incrivelmente bêbada cantando desafinadamente pensando que Ela deveria estar em outro lugar naquela hora, seria contado aos risos, sobre como Ela jogou tudo para o ar para fazer aquilo que Ela queria, mas ao invés disso Ela só consegue pensar:estúpida,estúpida,estúpida. E finalmente, Ela descobriu a verdade sobre si mesma.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-3876836784774431933?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/3876836784774431933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=3876836784774431933&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3876836784774431933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3876836784774431933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2009/02/fraude.html' title='A fraude'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-4896353979532187441</id><published>2009-01-25T12:48:00.003-02:00</published><updated>2009-01-25T13:18:51.621-02:00</updated><title type='text'>Nostalgia</title><content type='html'>E eu fiquei pensando como era parar de fazer parte do cotidiano de alguém. De repente eu olho para frente, coloco a mochila nas costas e tudo que deixo àquelas pessoas que eram minha responsabilidade é um "adeus", porque de um modo muito estranho o "até logo" não se encaixa aqui.&lt;br /&gt;E eu penso em cada sorrisso que recebi, cada abraço, cada "Deus te abençoe" (e, no que depender dessas pessoas e em cada desejo delas, eu teria uma vida ainda mais incrível) e o máximo que eu posso fazer é tentar respirar bem fundo para tentar guardar isso, para tentar deixar mais tempo. Para que todo o afeto que recebi se prolongue; contudo esse respirar  fundo é por de mais doloroso, porque quando chegar a hora de soltar o ar, tudo terá desaparecido. E aqueles postes que eu podia contar quantos eram e aquelas colinas que marcavam o fim da cidade também vão esvaecer e tudo aquilo que me era palpável será lembrança, uma lembrança doce e reconfortante, mas nada mais que uma lembrança.&lt;br /&gt;E todo esse calor que me acolhia e tornava suporável alguns pedregulhos desapareceu,como uma chama que vai se apagando enquanto a cera vai derretendo e um sopro passa. Então, senti frio e as luzes se apagaram.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-4896353979532187441?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/4896353979532187441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=4896353979532187441&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4896353979532187441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4896353979532187441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2009/01/nostalgia.html' title='Nostalgia'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-667095178475429501</id><published>2008-12-30T11:40:00.005-02:00</published><updated>2008-12-30T11:53:42.975-02:00</updated><title type='text'>Balanço</title><content type='html'>E o que falar desse ano? O que posso dizer com mais certeza é que esse não foi só um ano, mas sim uns três ou cinco anos acoplados em um só. O grande tumulto de coisas que aconteceram , por ora, tão rápido que eu mal conseguia entender um acontecimento e logo adiante surgia um que mudasse completamente tudo e eu tivesse que seguir do zero novamente (talvez como aquela velha frase "quando achamos que já sabemos todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas"). Recebi uns socos nos estômago: foram mortes, doenças, cirurgias, cânceres, suicídio, acidentes, lesões medulares, talvez com o hálito da morte presente para me lembrar que ela está ali, presente a qualquer momento e que eu não tenho todo o tempo do mundo, pois em qualquer esquina, pode acontecer algum evento mirabolante que simplesmente abrevie todos os meus planos e sonhos e nesse caso, o correto seria correr, pois como diz meu avô: a vida só dá uma safra.&lt;br /&gt;Uns dramas, uns choros, umas catarses, umas quebras, uns sentimentos de impotência, outros de solidão extrema, a sensação angustiante de que acabou e que não haveria nada que pudesse mudar, ou fazer as coisas como antes, uns desencontros, uns hematomas na alma, uns sofrimentos que muitas das vezes eu criei.&lt;br /&gt;Admitir, não admitir.&lt;br /&gt;Por outro lado umas várias reconstruções("Some things in life may change, but some things they stay the same"), muitos risos, gargalhadas, conversas para sempre, filmes, orgias gastronômicas, viagens, confissões, mudanças, troca de afetos, boas notícias, destruindo uns traumas de infância, ótimas segundas-feira, ótimas terças-feira, reencontros, Madonna cover, confidências . Confesso que eu queria poder congelar alguns desses episódios, muitos eu vou carregar comigo pra sempre pelo sentimento tão incrivelmente agradável que talvez seja o mais próximo da expressão "plenitude", não porque fez-s algo excepcional,mas porque no comum estávamos em uma só sintonia, era como se em alguns momentos pudessemos fundir e aquele aglomerado de pessoas era uma só. Lembro do vento batendo no rosto enquanto escutávamos Beirut, sem um destino certo, aquilo foi sentir protegida e confortável e num bem-estar absurdo, como se por um momento todas as coisas ruins do mundo desaparecessem magicamente. Ou da "Tarde do Kiwi", em que apesar das várias coisas que deveriam ser feitas, eu fiz aquilo que eu queria, ou ainda porque mesmo que chovesse, em algum lugar do mundo fazia sol e isso era algo a se comemorar! Cada pequena alegria que por ventura não houvéssemos compartilhado, foi naquele momento comemorada.&lt;br /&gt;Um ano de conquistas, algumas profissionais, outras pessoais, mas com certeza conquistas&lt;br /&gt;e de lições aprendidas - a maioria na marra, eu confesso.&lt;br /&gt;Tempo de jogar uma porção de coisas fora.&lt;br /&gt;Cada dia eu tenho mais e mais convicção que os melhores amigos são os meus! E que como já disse alguém podemos gastar nosso tempo fazendo algo excepcional ou nem tanto...&lt;br /&gt;Talvez eu tenha aprendido a levar a vida mais leve (ou pelo menos tentado),mas acredito que tenha me arriscado mais ou pelo menos me permitido mais. Tenho me descoberto mais (e janeiro foi ótimo para demonstrar que eu me apego as pessoas), consigo ver mais claramente minhas virtudes e meus defeitos.&lt;br /&gt;Ano de ser gente grande, e de repente, os convites de casamentos e formaturas que antes vinham para os meus pais chegaram a mim! E, de repente, eu me pego falando de assuntos inimagináveis, ou recitando aqueles termos desconhecidos que minha mãe sempre falava.&lt;br /&gt;Ou, meu irmão, meu irmãozinho deixa de ser estudante para ser uma pessoa grande!&lt;br /&gt;Olhando meu balanço passado, vejo umas coisas coisas que já posso tirar da lista: tirei minha carteira,li os 12 livros/ano ...............................................................................&lt;br /&gt;Algumas outras coisas continuam em aberto, talvez essas coisas (essas mesmas que deixaram meus nervos em frangalhos) nunca se fechem, pois a cada vez qeu eu acho que posso fechar a porta, um vento surge e a porta abre.&lt;br /&gt;("Mas ele nada sabe, nem saberá se permaneceres assim, temeroso de que uma palavra ou gesto desastrados seriam capazes de rasgar em pedaços essa trama onde te enleias cada vez mais sem remédio, emaranhado em ti, em tua viva emoção, emaranhado no desconhecido de dentro dele, o outro - (...). Muito mais que com amor ou qualquer outra forma tortuosa de paixão, será surpreso que o olharás agora, porque ele nada sabe de tu próprio poder sobre ti, e neste exato momento poderias escolher entre torná-lo ciente de que dependes dele para que te ilumines ou escureças assim, intensamente, ou quem sabe orgulhoso negar-lhe o conhecimento desse estranho poder, para que não te estraçalhe impiedoso entre as unhas agora calmamente postas em sossego, cruzadas nas pontas dos dedos sobre os joelhos.")&lt;br /&gt;Com certeza, esse foi um ano... Atípico. Essa é a melhor palavra para definir... um ano, ou melhor, uns cinco anos em um.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-667095178475429501?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/667095178475429501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=667095178475429501&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/667095178475429501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/667095178475429501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2008/12/e-o-que-falar-desse-ano-o-que-posso.html' title='Balanço'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-3426285864488318065</id><published>2008-12-01T16:59:00.003-02:00</published><updated>2008-12-01T21:40:32.724-02:00</updated><title type='text'>Dia Mundial de Luta Contra a AIDS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/STQ35VkeHII/AAAAAAAAAOw/Y_Gnnf8NhW8/s1600-h/aids02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 153px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/STQ35VkeHII/AAAAAAAAAOw/Y_Gnnf8NhW8/s200/aids02.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274902521739877506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="color:black;"&gt;Ceca de 42 milhões de pessoas no mundo têm AIDS.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="color:black;"&gt;5 milhões morrem a cada ano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="color:black;"&gt; 8.219 morrem por dia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="color:black;"&gt; A cada minuto, 5 pessoas morrem de AIDS.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="color:black;"&gt;90% das pessoas infectadas pelo vírus vive em países em desenvolvimento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="color:black;"&gt;Talvez o leitor fique chocado com todos esses números, mas esses são só números e números não são capazes de fazer entender o sofrimento dos portadores da doença ou daqueles que foram deixados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="color:black;"&gt;Em alguns países endêmicos não é incomum encontrar mães cuja única esperança é que o seu filho morra antes dela, pois se isso não ocorrer ninguém cuidará da criança. Mas essa é só uma pequena parte de toda essa história.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="color:black;"&gt;O laço vermelho é um símbolo para demonstrar compaixão para com os portadores do vírus, bem como seus cuidadores. A cor vermelha foi escolhida devido a sua ligação com o sangue, amor e paixão. Mas somos nós vermelhos o suficiente? Talvez seja hora de começar a agir como o laço vermelho de fato representa.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-3426285864488318065?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/3426285864488318065/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=3426285864488318065&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3426285864488318065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3426285864488318065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2008/12/dia-mundial-de-luta-contra-aids.html' title='Dia Mundial de Luta Contra a AIDS'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/STQ35VkeHII/AAAAAAAAAOw/Y_Gnnf8NhW8/s72-c/aids02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-347152427648067147</id><published>2008-11-19T21:49:00.004-02:00</published><updated>2008-11-19T22:17:28.631-02:00</updated><title type='text'>Cenas de um bar</title><content type='html'>Tomou umas duas doses de vodka pura e percebeu que a língua queimava. Passou por entre os lábios, entre os dentes, na borda do copo, mas tudo era mais frio que a língua. Só um pensamento passava pela mente: estaria mais quente que a língua de outra pessoa? Lembrou de uns casos antigos, de beijos anteriores e não consegui lembrar se em algum momento alguém já teve uma língua mais quente ou mesmo mais fria, de qualquer forma, não era parâmetro pois anteriormente não era agora e era nesse momento, nesse momento único e intangível que as coisas queimavam na sua boca, como se fosse uma febre. Aliás, quando pequena costumava acreditar que se passasse a língua entre os lábios e ela estive mais quente era sinal premonitório de uma febre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas então, o garçon chegou com um copo de água com gelo e limão, mastigou o gelo e a diferença de temperatura havia ido embora, esqueceu do que pensou. Até que tomasse outra dose.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-347152427648067147?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/347152427648067147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=347152427648067147&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/347152427648067147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/347152427648067147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2008/11/cenas-de-um-bar.html' title='Cenas de um bar'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-6621764333851963599</id><published>2008-08-14T12:35:00.009-03:00</published><updated>2008-09-07T18:49:59.420-03:00</updated><title type='text'>Carta a P.B.A.F. :</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;Meu caro;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;Por tanto tempo eu guardei esses rascunhos, mas creio que agora é hora de libertar-me. Por tanto tempo torturei-me com eles. Chamo-te agora de "caro" não mais de "querido", porque agora que jogo essas folhas ao vento ao vento, tu te vais e partes finalmente de mim. Perceberás o quanto são repetitivas, hoje vejo que me repeti por não te conhecer de fato, então de mastiguei diversas vezes para que eu pudesse prolongar o gosto. Enfim, agora venta e devo jogá-las, não é sempre que venta por aqui.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;Carta 1&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Lembrei-me de você, do amigo antigo, de como conversávamos sobre absolutamente tudo, do dia em que formos para o último andar do prédio e ficamos conversando sobre estrelas. Tentei não chorar, lembrar-me de você trazia uma sensação esquisita. Desviei a atenção, ficar lembrando daquilo não seria bom, seria sofrer por opção. Mas ainda assim, lembrei-me que valeu a pena, dependia de qual ângulo se era observado. Comecei a recordar das coisas pequenas, das coisas que eu realmente gostava e de como tudo fugiu subitamente do controle. Lembrei, como se fosse hoje, de quando você prometeu cuidar de mim e de quanto tempo isso havia passado, de quanto tempo não nos víamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;Cenário&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Engoli seco. Certas coisas não mudam na proporção que se espera.&lt;br /&gt;Esperei por um reencontro e depois de tanto esperar percebi que nunca estaria pronta. Por mais que fosse, agora ,uma quase mulher muito segura de mim, aquele reencontro me fez sentir como se retrocedesse no tempo. Perto dele, que não havia mudado nada e que parecia ter empacado no mesmo lugar, sentia-me aquela menininha tola e ingênua- a mesma menininha que se permitia abrir o coração, que acreditava no amor e que ainda vivia na redoma de cristal cor de rosa. Curioso pensar que a minha mudança se deu em grande parte por ele. Era estranho. Muito. Sabia que não havia mais nada, ou melhor, nunca houvera; mas o fato de depositar todas as minhas fantasias infantis em cima dele outrora fazia com que reencontrá-lo fosse uma tortura massacrante. Encontrar com ele era como abrir a caixinha das coisas que não se concretizaram ou mesmo a caixinha dos defeitos e inseguranças.&lt;br /&gt;Dizem que sofremos pelo que não pode se concretizar, pelos planos frustrados. Nesse caso, havia um certo alívio nessa não realização dos planos, mas para mim, perder - ainda que fosse, na verdade, ganhar- era sempre difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;Carta 2&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;E é péssimo adimitir, mas adimito que no fundo no fundo eu sou mais massoquista do que sádica.&lt;br /&gt;Porque hoje eu senti uma falta absurda de você. Do último andar, de falar das estrelas, de um olhar compreensivo. Mas sabe o que mais sinto falta, das ruguinhas em torno dos seus olhos quando você ria. Ah! Como eu amava essas rugas, como eu queria carregá-las sempre comigo, e esses olhinhos puxados. Desculpa, mas eu sinto uma falta da falta de seus abraços, eram tão escassos e tão preciosos, eu sinto falta de me sentir protegida.&lt;br /&gt;E por mais que eu saiba todos seus defeitos de cor e sempre soubesse do abismo entre nós, isso não era relevante para mim, porque não interessava quem eu era mas como eu me sentia perto de você.&lt;br /&gt;Sinto falta do cheirinho, do moletom azul. Das conversas, das caminhadas juntas, de ir ao seu encontro, de te buscar em cada passante.&lt;br /&gt;Eu sinto falta daquele ano, lembra que você prometeu que cuidaria de mim?&lt;br /&gt;Sinto falta de levitar e me sentir um lixo, mas o fato de me sentir um lixo me fez melhorar, me fez querer melhorar. Lembro de todas aquelas borboletas loucas que tentavam fugir pela minha boca.&lt;br /&gt;Desculpa, mas sinto falta do carrasco que você foi em me aprisionar e me fazer sofrer, mas como todo prisioneiro, eu ansiava pelo encontro, onde você jogava suas migalhas de atenção... jogava-me convulsivamente até elas e me apegava como se fossem o mais importante. Como se delas eu pudesse guardar alguma coisa especial.&lt;br /&gt;Desculpa, sinto falta do absurdo que eu transformei você, da mentira que eu lhe criei. Porque eu não o amava, nunca o amei, eu amei a pessoa que criei em cima de você.&lt;br /&gt;E eu podia falar do quanto eu fui estúpida, do quanto eu me tornei melhor graças ao amargo que você me deu, mas eu prefiro lembrar do colorido que teve, do cinza que você me tornou. Dessa forma, nunca mostraria sua face ruim, porque até nela você me tornou uma pessoa melhor, mas sinto falta de ser estúpida e cor de rosa, de acreditar em você.&lt;br /&gt;Desculpa,mas eu queria de volta a ilusão que foi pra mim, pelo menos por uns segundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-STYLE: italic; TEXT-ALIGN: rightfont-family:lucida grande;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;blockquote&gt;"We do what we need to be free&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;blockquote&gt;What I want from us is empty our mind&lt;/blockquote&gt;We fake the thoughts, and fracture the times&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;blockquote&gt;We go blind when we've needed to see&lt;/blockquote&gt;And this leans on me, like a rootless...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;blockquote&gt;(...)&lt;/blockquote&gt;What I want from thisIs learn to let go"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-6621764333851963599?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/6621764333851963599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=6621764333851963599&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/6621764333851963599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/6621764333851963599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2008/08/carta-pbf.html' title='Carta a P.B.A.F. :'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-6379256712373231427</id><published>2008-07-17T13:18:00.001-03:00</published><updated>2008-07-17T13:28:22.971-03:00</updated><title type='text'>Casar para quê?!</title><content type='html'>Talvez o leitor se surpreenda ao se deparar com o título. Não, não é pretensão minha tentar esclarecer esse mistério que paira sobre a humanidade há séculos. Mas me peguei pensando sobre isso um dia desses, mais precisamente depois de acompanhar alguma pessoas e reparar em outras na rua.&lt;br /&gt;No fundo, no fundo, acho que as pessoas casam por medo de ficarem sozinhas. (Caro leitor, ainda não se decepcione comigo, sei que essa é uma conclusão clichê, gritada aos quatro cantos. Mas antes que me julgue patética e insuficiente com minhas reflexões, deixe-me terminá-las.). Pois bem, dizia eu que as pessoas se casam por medo. Eu sempre tive uma queda para pensar assim e sempre fui daquelas céticas o suficientes para alardear aos quatro cantos a mais repetida de todas as frases "casamento é uma instiuição falida". Talvez seja, mas só por medo mesmo que uma instituição falida duraria não sei quantos milênios.&lt;br /&gt;De qualquer forma, um dia desses vi uma senhora com um câncer um tanto quanto grave, ela conversou comigo e meio chorando, meio engolindo as lágrimas me contou sobre sua vida, que não possuia marido, que tinha apenas uma filha, mas que era o mesmo que nada. Acho que foi nessa hora que eu percebi que o maior medo dela não era morrer, era morrer sozinha, desamparada, como ela estava se sentindo naquele momento. Ela não tinha família, não tinha amigos que a acompanhassem e o Estado estava pouco importando para a sua condição. Pouco depois que ela saiu, entrou um senhor, também com um câncer, também grave, sem a língua acompanhado da esposa. Eu vi, que por pior que fosse aquilo tudo, ele tinha alguém para acompanhá-lo até a consulta, alguém que dava um paninho limpo para ele toda vez que ele tossia pelo buraquinho da traqueostomia. A esposa dele me contou que eles eram casados há mais de 35 anos, e eu não sei que sentimento eu pude perceber, se foi um afeto ou se foi um "conseguimos passar por tudo isso sem nos matar".&lt;br /&gt;Eu sempre pensei que poderia passar sem uma muleta, de fato, até o momento, tenho conseguido muito bem, obrigada, mas sabe qual é toda a questão?  Que enquanto eu tenho meus 20 anos recém-completos, sem amigos casados, eu sei que posso ligá-los a qualquer momento que algum, pelo menos um deles vai vir ao meu socorro. Tudo iso muda quando as pessoas se casam, quando elas se casam, elas pasam a ter uma responsabilidade presa a uma outra pessoa. Ou você querido leitor/a, deixaria a sua esposa/marido sair de casa de madrugada para socorrer um/a amigo/a solteiro/a   do colapso?  E assim, iríamos desaparecer aos poucos, porque aos poucos o contato com os amigos desapareceria (ninguém gosta de um soltreirão inveterado ameaçando a soberania do lar...), a família também aos poucos se tornaria algo mais distante (ninguém quer que os filhos conheçam um mal exemplo...) e a pessoa aí sim, acabaria ficando sozinha, e talvez nesse momento surgiria aquele olhar de desamparo que eu vi naquela senhora. Ninguém quer que sua existência acabe quando se morre, todo mundo quer ser lembrado, porque acreditamos que essa é uma maneira de prolongar um pouco de nossa vida.&lt;br /&gt;Confesso que ainda sou muito nova, e como os antigos sempre me dizem "você  vai mudar demais, minha filha!" e ao mesmo tempo  "E acontece que eu ainda sou babaca, pateta e ridícula o suficiente para estar procurando O verdadeiro amor", mas disso para acreditar que o casamento por si só não seja um ato motivado pelo egoísmo,repleto de mágoas escondidas e escancaradas e afetos reais e duvidosos, ainda é um longo caminho a se percorrer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-6379256712373231427?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/6379256712373231427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=6379256712373231427&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/6379256712373231427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/6379256712373231427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2008/07/casar-para-qu.html' title='Casar para quê?!'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-3927719959146029663</id><published>2008-07-10T18:28:00.009-03:00</published><updated>2008-07-10T19:40:30.835-03:00</updated><title type='text'>Diálogos quebrados</title><content type='html'>- E eu sou uma pessoa muito estranha.&lt;br /&gt;- Todo mundo é uma pessoa muito estranha.&lt;br /&gt;- Não... eu sou mais. Mais que todo mundo que eu conheço.&lt;br /&gt;- Claro! Você é a única pessoa que você realmente conhece!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E você lembra de quando eu disse que eu odiava aquela música, porque ninguém nunca faria uma música só pra informar para alguém que esqueceu? Que isso era, no fundo, dor de cotovelo?&lt;br /&gt;- Nossa quantos séculos tem isso?&lt;br /&gt;- Pois é. Acredita que eu ouvi na rádio hoje?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E era só morrer um pouquinho. Tipo, dormir uns dois dias e só acordar depois que tudo tiver passado.  &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(It's a shame we have to die my dear, no one's getting out of here alive)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por que você não atendeu?&lt;br /&gt;- Porque eu não ouvi tocando. Sobe aqui. Agora você entendeu porque eu não atendi?&lt;br /&gt;- E o que é isso tudo? Arrumando as coisas?&lt;br /&gt;- É, colocando as coisas no lugar, jogando as coisas inúteis fora, me livrando de tudo isso que me prende não sei como, que eu guardo não sei o por quê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Recebi um e-mail!&lt;br /&gt;- É mesmo? O que dizia?&lt;br /&gt;- Era como um poema, mas basicamente "&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial,sans-serif;"&gt;continuarei com minha tolice de acreditar no impossível (....) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial,sans-serif;"&gt;Encontrei na desesperança a minha fé (...)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial,sans-serif;"&gt; A beleza da vida está em nunca desacreditar, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial,sans-serif;"&gt;está na luta eterna, em atingir o inacessível (...)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;- Você respondeu?&lt;br /&gt;- Não, era irrespondível. Fiquei pensando que eu parei de acreditar nessas coisas há tanto tempo... como ele consegue?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em estado de decomposição.  &lt;span style="font-weight: bold;font-size:78%;" &gt;(Nothing like the taste to sweet decline)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão cansada que estou de toda essa situação de todas essas coisas que me enlouquecem.&lt;br /&gt;Minhas mãos constamente frias estão geladas&lt;br /&gt;E eu choro num misto de tantas coisas que eu não sei se é dor ou raiva.&lt;br /&gt;Às vezes eu penso que é uma mistura de tudo.&lt;br /&gt;E cansei. De verdade, cansei. Cansei de dizer que eu estou cansada. De acreditar, de desacreditar, de criar e fazer uma coisa nova de não fazer nada.&lt;br /&gt;E ao mesmo tempo, que sou segura, porque tenho as pessoas certas, me sinto completamente desolè e cansada dessa merda toda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;IN YOUR HONOR I´LL DIE TONIGHT&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(for you to fell alive)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Is someone one taking your faith?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; It´s real the pain that you fell&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;I´m &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;tired&lt;/span&gt; of starting again in somewhere new&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; You're not the one but you're the only one who can make me feel like SHIT&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:78%;" &gt; You gave me something that I didn't have&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; But had no use&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Only took a second to say goodbye Been a pleasure&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;but the pleasure's been mine, all mine&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-3927719959146029663?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/3927719959146029663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=3927719959146029663&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3927719959146029663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3927719959146029663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2008/07/dilogos-quebrados.html' title='Diálogos quebrados'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-3705954177021918399</id><published>2008-07-08T08:21:00.004-03:00</published><updated>2008-07-08T08:41:19.346-03:00</updated><title type='text'>Follow the yellow bricks*</title><content type='html'>Então nossa querida Dorothy cresceu e o Kansas ficou pequeno. Pensou em voltar para Oz novamente ou tentar achar a estrada de tijolos amarelos, mas não lembrava como fazer isso.&lt;br /&gt;Vagou, vagou e todo aquele colorido que tinha conhecido anteriormente tinha desaparecido, era tudo cinza e desprezível, mas como em todo caminho se encontra alguém, ela encontrou. Encontrou aqueles três.&lt;br /&gt;Pois aqueles três, era naquele momento tudo o que ela precisava. Cada um se dosava, era como se completos verdadeiramente fossem apenas quando juntos.&lt;br /&gt;Ficava feliz, porque sabia que eles podiam dar asas às suas frescuras e absurdos de uma maneira saudável. Era como se eles entendessem cada parte do processo.&lt;br /&gt;E ela que odiava que a vissem chorando, chegou aos prantos ao encontro de um deles, precisando só que cada um estivesse perto o suficiente para que ela os sentisse próximos. Aquele dia, era dia de  quebrar, ela precisava quebrar porque já tinha cansado de se quebrar tantas vezes e agora, precisava quebrar alguma coisa. Como se depois de todos os caquinhos estraçalhados, de repente pudesse sair algo novo e bom. Como se cada um daquele caquinho a fizesse sangrar em algum lugar, para que assim, tudo saísse e brotasse novo.&lt;br /&gt;E eles estavam lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Para André, Gavé e Marcelinho. Eu só queria que vocês soubessem do quanto eu sou feliz por ter encontrado vocês e grata por todos os caquinhos que vocês já andaram recolhendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" Significant, behind the eyes&lt;br /&gt;There's no need to hide...&lt;br /&gt;We're safe tonight"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-3705954177021918399?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/3705954177021918399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=3705954177021918399&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3705954177021918399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3705954177021918399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2008/07/follow-yellow-bricks.html' title='Follow the yellow bricks*'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-3297429100403174416</id><published>2008-06-21T10:10:00.005-03:00</published><updated>2008-06-22T17:26:43.696-03:00</updated><title type='text'>A queda e a ascensão do castelo rosa</title><content type='html'>[&lt;span style="font-style: italic;font-family:georgia;font-size:85%;"  &gt;So break me in small parts...&lt;/span&gt;]&lt;br /&gt;E vem você e faz todas essas coisas confusas com minha cabeça.&lt;br /&gt;Como se eu já não fosse conturbada o suficiente.&lt;br /&gt;E vem você e me dá tudo aquilo que eu sempre quis, que eu sempre esperei; a ponto de eu querer sair correndo de medo disso tudo que, de repente, pôs- se na minha frente.&lt;br /&gt;E eu que jurei que nunca mais ia me permitir nada, me vi me permitindo antes que eu pudesse me repreender e eu começo a não saber o que pensar, nem o que dizer, porque qualquer coisa ainda vai ser pequena demais e você merecia umas respostas melhores e a única coisa que eu queria era não te destruir, porque de todo amargo que eu provei, acabei ficando assim e você merecia o meu mais doce, mas eu seria incapaz de te dar, seria incapaz de te dar as coisas que você precisa, da mesma maneira que você é a pessoa mais capaz de me dar o que eu preciso.&lt;br /&gt;E isso me assusta (absurdamente)&lt;br /&gt;E se por todo o meu caminho, houve quem me destroçou em pedaços, você surge e cata todos os caquinhos e reconstrói e fica sempre lá, porque se por ventura, algum caquinho soltar você vai estar lá pra colar de volta. E isso me desespera, porque eu não sei se eu mereço tanto ou mesmo se em algum momento eu seria capaz de juntar os seus cacos,na verdade, algo me diz que eu que te faria em cacos e isso me destrói.&lt;br /&gt;E o pior, você me vê. Eu que já tinha feito tanto esforço para ser vista a ponto de desistir disso, achei quem me visse sem que eu fizesse esforço.&lt;br /&gt;E ainda aquele dia, aqueles olhares, ou aquele outro dia e aquelas palavras. Eu sempre quis te guardar pra mim, mas eu não sei, porque você me dói sobremaneira, me dói por ser único.&lt;br /&gt;[&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;...And take me in small doses&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;come into my world...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;]&lt;br /&gt;Confeso que esperei por sua chegada. E quando você chegou eu fiquei tão completamente atordoada porque eu não sabia até que ponto você existia ou só era a materialização do que eu queria acreditar. E depois me aproximei, porque tive um medo absurdo de te perder antes de te ter, mas eu não fui capaz de dizer nem metade das coisas que passavam por minha cabeça. Mas eu me aproximei, numa tentativa de fazer você me ver, sem que eu precisasse me esoforçar. E você também deu um passo adiante. E depois tudo acabou, ou melhor, eu achei que tudo teria acabado, mas então tive notícias suas e meu coração sorriu. E desde então passo os dias esperando mais e mais notícias, a cada segundo poder abrir a minha caixa e ter um pedaço de papel a mim enviado, porque enviando essas cartas, você envia um pedaço de você, do suor que escorreu das suas mãos, das palavras que passaram por sua cabeça, das coisas que você viu, ouviu e sentiu; e então é como se magicamente pudéssemos estar juntos.&lt;br /&gt;Cada partilha, cada pequena coisinha que você me trás, faz-me mais feliz, porque me  faz perceber que apesar da distância, damos (de maneira lenta, eu sei) um passo por vez. Um passo seu, e um meu,até que um dia posssámos estar próximos o suficiente para notar que estamos lado a lado. Que você perceba que você era exatamente o que eu queria.&lt;br /&gt;Por enquanto, eu suspiro e suspiro, esperando por uma notícia, por algo que faça meu dia mais feliz até o momento é que nos encontraremos e eu terei você dentro de mim e mais e mais. Aguardo, e procuro não o afligir nem o assustar. Mas estou bem certa que qualquer dia desses meu pacote de alegria vai chegar, e aí então eu terei você dentro de mim.&lt;br /&gt;[ &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:georgia;" &gt;I've got to show show show you&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então me fizeram desacreditar, e eu tive que abrir os olhos e perceber que, na verdade, era inascessível e que eu tinha algo embaixo do meu nariz. E as coisas começaram a perder a graça,os pacotes eram só pacotes, tive meus nervos feitos em frangalhos, pois sempre davam um passo para frente e quarenta para trás, mas ninguém gosta de asssistir o mesmo filme duas vezes, não é mesmo? E então tive que refazer, e que se dane, sempre gostei das coisas difíceis mesmo e sempre achei que dormir de olhos fechados fosse mais confortável. Agora sim, meus pacotinhos de felicidade voltaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;I must go on standing  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;You can't break that which isn't yours&lt;/span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;pre face="georgia" style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;pre style="font-family: georgia; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/pre&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-3297429100403174416?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/3297429100403174416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=3297429100403174416&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3297429100403174416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3297429100403174416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2008/06/queda-e-ascenso-do-castelo-rosa.html' title='A queda e a ascensão do castelo rosa'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-3016946939495368827</id><published>2008-06-09T20:55:00.004-03:00</published><updated>2008-06-10T10:09:46.057-03:00</updated><title type='text'>Devaneio</title><content type='html'>Querido Amigo,&lt;br /&gt;Gostaria de lhe dizer tantas coisas. Antes de mais nada gostaria de lhe dizer que meu intento deu certo e que de que de agora em diante tudo daria certo, que não haveria mais sofrimentos, que eu viveria uma vida colorida, repleta e plena; ou que sim, eu teria dificuldades com essa nova situação, mas que com toda a felicidade que ela me proporcionaria, seria tudo tão facilmente abatido. Na verdade, talvez nem fosse fácil, mas eu seria mais feliz que triste, ou  minha resignação alegre era suficientemente grande para poder lidar com tudo e com todos, e acompanhada de quem eu estava, não existia nenhum empecilho. Nada. Nada mesmo que fosse possível nos separar, eu e o meu herói-assassino de tristezas. Mas se eu lhe enviasse algo semelhante a isso, creio que desconfiaria da minha sanidade mental, ou ainda de que eu realmente ainda fosse eu, ou da veracidade das palavras que eu escrevo. É verdade, é bem verdade que essas primeiras linhas não passam de um mentira que eu gostaria com todas as fibras do meu ser que fosse verdade. Mas se na vida as coisas não acontecem da maneira como se quer, a maneira mais eficaz de ter uma pontinha de felicidade é fingir. Fingir aplicadamente que acreditamos na esperança de nossas palavras, de um futuro promissor, de uma realidade inatingível, mas que sim, conseguiríamos atingir. Acreditar que tudo aquilo que anseiamos não é apenas um anseio. Fingir aplicadamente que todos os sonhos são possíveis até quando se sonha acordado. Fingir e fingir e fingir mais uma vez que acreditamos em cada palavra de incentivo que dizemos a nós mesmos, que superamos todas nossas derrotas e valorizamos todas nossas vitórias. Mas a verdade é que apesar de toda essa loucura, eu ainda, por mais insano que pareça, ainda acredito que algum dia  será diferente, que haverá sol. Acredito  que essa porçãozinha mágica de felicidade dá o ar da sua graça por momentos tão efêmeros como quando se borifa um perfume no ar. Ainda acredito em uma porção de coisas,mesmo parecendo que não ou mesmo recebendo todos os sinais para que eu desistisse de acreditar. Talvez eu seja teimosa o suficiente, mais que isso, talvez eu ainda tenha aquela coisa, aquela mesma matéria que faz as crianças acreditarem no Papai Noel. Pois essa coisa sem nome, por mais que eu tente sufocar, volta e  meia dá as caras dentro de mim para me fazer lembrar que nada é tão fácil de desaparecer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-3016946939495368827?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/3016946939495368827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=3016946939495368827&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3016946939495368827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3016946939495368827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2008/06/devaneio.html' title='Devaneio'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-7525098139793114171</id><published>2008-05-18T10:54:00.000-03:00</published><updated>2008-05-18T11:18:42.569-03:00</updated><title type='text'>Cenas de uma tarde</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt;“E nas minhas investigações debaixo do sol vi ainda que a corrida não é para os ágeis, a batalha não é para os bravos, o favor não é para o sábio, o pão não é para o prudente e a riqueza não é para o inteligente. Todos estão à mercê das circunstâncias e da sorte”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cena 1&lt;br /&gt;- O que a senhora acha de parar? A gente dá um descanço, umas férias para seu corpo. Seu cabelo volta a crescer, que tal?&lt;br /&gt;- É... acho que eu prefiro isso mesmo.&lt;br /&gt;(Ela sai, o filho volta para a sala)&lt;br /&gt;- Eu não quis perguntar na frente dela... mas houve alguma mudança?&lt;br /&gt;- Não, sem melhora, ela não responde.&lt;br /&gt;(O filho sai)&lt;br /&gt;- Mas daqui seis meses, se ela melhorar, se ficar mais forte, o tratamento continua? (Pergunto eu)&lt;br /&gt;- Ela não vai melhorar. Não sei se ela durará tanto tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cena 2&lt;br /&gt;(Paracentese numa jovem de vinte e poucos anos com câncer no ovário que não respondeu ao tratamento e invadiu toda a cavidade peritonial, ainda sem resposta)&lt;br /&gt;-  Ah! Então agora fica bom! (Aponta para o abdômem que deveria estar por volta de umas cinco vezes o tamanho normal) Ontem eu não consegui dormir,não conseguia respirar. E será se isso continua bom até sábado? Eu queria ir numa festa.&lt;br /&gt;Falou isso bem, rindo, como uma pessoa qualquer que perguntava ao cabeleleiro se estava bem para ir a uma festa. Como se toda aquela situação não a incomodasse a ponto de se entregar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cena 3&lt;br /&gt;Do lado dessa jovem estava uma senhora, rodeada pelas filhas, deitada, com a face de alguém que sentia muita dor. E as filhas falavam:&lt;br /&gt;-A gente queria alguma coisa para dor, a dipirona não tá dando conta.&lt;br /&gt;A menina do lado,  a da cena 2, mais do que depressa respondeu:&lt;br /&gt;- Buscopan, 40 gotas! Esse funciona!&lt;br /&gt;- Tô vendo que daqui a pouco perco meu emprego. Brincou a médica.&lt;br /&gt;Fiquei pensando que ela realmente deveria ser a pessoa com mais experiência no assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei pensando e penso até agora o por quê. Por que esse tipo de coisa acontece. Por que uma senhora de cinquenta anos de repente tem menos de um semeste, ou a razão pela qual uma jovem tem parte da juventude tomada, ou ainda porque a senhora que não aguentava mais de dor, com as estatísticas dizendo que ela não passaria de seis meses estava ali a pouco mais de um ano.&lt;br /&gt;Como se algum dia, de repente, toda aquela vida que você planejou desaparecesse, como se você tivesse que abreviar seus sonhos.&lt;br /&gt;Eu sei, que a morte está aí, a qualquer momento, a qualquer hora, de qualquer jeito, sem mesmo que a gente espere e tenha tempo para refazer os planos.&lt;br /&gt;E eu fiquei pensando, o que havia de diferente entre as pessoas que estavam andando nas ruas e aquelas ali, lutando a seu modo por um tempo a mais, eu fiquei pensando porque alguns melhoravam como mágica e outros não, ou o que fazia aquela coisa parar, ou o que fazia as pessoas continuarem.&lt;br /&gt;Só mais algumas perguntas sem resposta.&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-7525098139793114171?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/7525098139793114171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=7525098139793114171&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/7525098139793114171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/7525098139793114171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2008/05/cenas-de-uma-tarde.html' title='Cenas de uma tarde'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-8118329438949311019</id><published>2008-04-07T12:04:00.000-03:00</published><updated>2008-04-07T12:21:15.620-03:00</updated><title type='text'>Dos amores</title><content type='html'>Ela teve três amores em toda sua vida: Beltrano, Fulano e Ciclano.&lt;br /&gt;Beltrano foi o primeiro, foi com ele que ela aprendeu o verdadeiro significado da palavra desejo. O que sentia por ele era visceral, lascivo e desesperador. Ficava horas imaginando como seria se estivessem juntos, durou pouco mais de um ano e tudo se foi.&lt;br /&gt;Agradeceu e muito por não passarem de bons e velhos conhecidos para algo a mais. Sabia que ter o controle com ele era praticamente impossível.&lt;br /&gt;Com Fulano o mundo era cor de rosa. Ela pensava em se casar, ter filhos, amar uma só pessoa por toda a vida, ser protegida, proteger. Era terno, pueril e um tanto quanto ingênuo. Mas ele foi possivelmente o único que ela podia dizer que amou no sentido integral da palavra. Amava os seus defeitos, mesmo praticamente invisíveis aos olhos dela. Amava cada pedacinho daquela pessoa, o presente que tinham e o futuro que viriam a ter. Foi com ele que ela abriu mão do egoísmo tão típico dela e aprendeu que o amargo podia ser um tanto quanto proveitoso. Durou pouco menos de dois anos.&lt;br /&gt;Agradeceu, aquele amor era puro de mais paa ser entregado a alguém como ele. E se detestou profundamente por em algum momento ter sido estúpida o suficiente para gostar dele.&lt;br /&gt;Com Ciclano foi doloroso. Ela que acreditava piamente já ter sofrido por amor descobriu que não  e que sempre havia algo mais a sofrer. Durou pouco, menos que seis meses, mas doeu mais que todos os outros juntos. A questão com ele não era tempo, mas a intensidade e a profundidade da dor que a acometia. Passou por seis meses evitando esbarrar em qualquer coisa, pois sabia que se esbarasse viraria pó. Andou como um zumbi, chorou nas horas mais impróprias e por mais estranho que isso pareça, talvez ele tenha sido a pessoa por quem ela menos chorou. Levou uma vida miserável e começou a ver a dor como uma forma de superação. Principiou a coisificar sua dor, porque o que ela sentia por dentro era doloroso em demasia e mais pesado do que poderia suportar, ao exteriorizar tudo isso, ela podia controlar até quando, até onde e o quão profunda essa dor seria. E foi assim, que aos poucos soltou definitivamente e parou de sentir.&lt;br /&gt;Agradeceu, pois sabia que eram incapazes de se fazerem felizes.&lt;br /&gt;Agora estava feliz, pois sabia que sozinha ninguém era capaz de ferí-la.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-8118329438949311019?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/8118329438949311019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=8118329438949311019&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/8118329438949311019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/8118329438949311019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2008/04/dos-amores.html' title='Dos amores'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-2022082072642827883</id><published>2008-04-02T23:01:00.000-03:00</published><updated>2008-04-02T23:16:53.017-03:00</updated><title type='text'>Azul</title><content type='html'>Ela sempre precisou de alguém. Alguém para culpar.&lt;br /&gt;Antes  culpava seus pais por sua vida infeliz. Casou e começou a culpar o marido e depois os filhos. Eles eram culpados por sua infelicidade,por ter perdido o padrão que ela pensara ter tido alguma vez.&lt;br /&gt;Separou-se. Culpou o marido por ter a abandonado, culpou os amigos por não ter dado apóio, aos filhos por ter escolhido morar com o pai.&lt;br /&gt;Até que resolveu, resolveu que se se ferisse o suficiente faria alguém sentir mal.  Talvez alguém se culpasse, era um preço alto a se pagar, mas nada vinha fácil na vida mesmo. Decidiu que o sacrifício seria a melhor opção. Pensou em como, em o quê... não sabia ao certo, só sabia que deveria se machucar feio, de um modo irrevesrsível para que a consciência alheia pesasse constantemente.&lt;br /&gt;Planejou mal e ao invés de apenas machucar feio, arrebentou-se, de fato. Estava em estado semi-vegetativo, não podia falar e acreditavam que ela também não pensava e nem podia ouvir. Provou do nada suave gosto da vingança, ninguém a visitava, ninguém teve dor ou peso na consciência, exceto ela que descobriu depois de tanto tempo sem poder se mexer ou falar que o culpado por todas as suas desgraças estava pagando agora, afinal, ela estava presa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-2022082072642827883?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/2022082072642827883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=2022082072642827883&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2022082072642827883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2022082072642827883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2008/04/azul.html' title='Azul'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-3669699963841278960</id><published>2008-02-19T01:00:00.000-03:00</published><updated>2008-02-19T01:30:27.776-03:00</updated><title type='text'>Divagações</title><content type='html'>PARTE I*&lt;br /&gt;Sobre como era estranho você ser parte do cotidiano de alguém e de repente deixar de ser.Você se imaginava crescendo e fazendo faculdade em outra cidade (mesmo isso não tendo acontecido)... Mas vc não imaginava em detalhes as coisas, vc não fazia uma análise minunciosa(...) Ou se pensasse, não poderia contatá-los porque vc não faz idéia de onde eles estão, e porque vocês provavelmente não tem mais absolutamente NADA em comum  !!! Talvez elas sejam uma "miguxa", e ele um gênio intrspectivo e chato da física ! Quando você, na verdade, só quer arrumar alguém com quem vc possa conversar do Damien e sobre fazer a diferença pra alguém pq vc se tornou altruísta o suficiente para se importar.&lt;br /&gt;E é agora que vc esta fazendo acontecer ! É hoje que você está dando o primeiro passo em direção ao seu sonho... E por isso hoje é o primeiro dia do resto de sua vida !!!!&lt;br /&gt;Na quinta série você não sonha em passar de ano.. Você almeja isso, e trabalha para que isso aconteça. Mas você sonha mesmo é em ser veterinaria e ter alguns filhos. Você provavelmente mudará de opinião e decidirá ser arquiteta sem nem ao menos se casar. Mas ainda assim !&lt;br /&gt;Correr atrás de uma faculdade depois de formar será o primeiro passo para chegar no primeiro dia do resto de sua vida..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARTE II&lt;br /&gt;E enquanto eu colocava aqueles salgadinhos na bandeja eu ficava pensando quando isso ia começar a se perder. Teoricamente esses eram os melhores anos da nossa vida, e eu comecei a reparar tudo e tanto, pra que eu pudesse absorver o máximo possível. Mas depois, eu fiquei imaginando que daqui 20 anos eu não vou lembrar de quando eu colocava os salgadinhos na bandeja e parei para pensar nisso e quis absorver mais e tudo o que poderia. Era como se daqui 20 anos eu me lembrasse desses anos de agora, como uma semana legal de viagem depois de um mês, porque tudo ficou longe e impalpável demais. Possivelmente eu vou lembrar de algumas coisas, talvez nem tão importantes. Como se daqui algum tempo eu topasse com alguém que fez minha realidade nesses tempos e num futuro ser um desconhecido íntimo. E ao mesmo tempo que é desesperador pensar nisso, porque, de alguma forma, uma parte de mim vai se perder no tempo, é como se desde já eu sentisse saudade dessa época de agora. Porque eu sei que mais cedo ou mais tarde parte disso vai se perder e poder respirar cada um desses mínimos detalhes é poder prolongar um pouco. Poder apirar cada pontinho de luz dessas pequenas lembranças é como poder colocar na caixinha de coisas especiais, das coisas a serem guardadas com carinho. Como se durasse mais, ou como se eu pudesse forçar minha mente a se lembrar por mais tempo. Porque essa é a melhor época de nossas vidas e esse é o primeiro dia do ínicio do fim do resto delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Escrito em parceria com Má; uma das poucas pessoas que entendem o que é a angústia de sentir o primeiro dia do fim de nossas vidas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-3669699963841278960?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/3669699963841278960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=3669699963841278960&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3669699963841278960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3669699963841278960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2008/02/divagaes.html' title='Divagações'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-2698527049496396949</id><published>2008-02-12T00:43:00.000-02:00</published><updated>2008-02-13T22:11:52.571-02:00</updated><title type='text'>As coisas não ditas</title><content type='html'>Ela havia acabado de sair do ônibus. Procurou um lugar para sentar.&lt;br /&gt;Um lugar vago, ao lado dela um rapaz, mais velho que ela, não muito. Parecia interessante. Ficou pensando se embarcariam no mesmo ônibus, se ele também havia pego um ônibus antes, para onde ele iria.&lt;br /&gt;Ele abriu um livreto azul, com letras garrafáis escrito Venezuela. Carregava várias daquelas mochilas de pessoas que parecem ter o espírito aventureiro, ou que poderiam pertencer a vários lugares e andava em busca de qual deles era o melhor.&lt;br /&gt;Sim, ele era o tipo dela. Ela era o tipo dele. Eles ficaram se olhando, meio sem saber o que falar ou qual a oportunidade correta para isso. Sobre o que falariam? Ela poderia  sentar na cadeira próxima a dele. Interromperam seus pensamentos,precisava de alguma coisa? Não, obrigada,mas mudou de idéia e foi buscar uma água. Pouco depois ele tmabém se levantou, foi até a cantina e quando voltou já não havia lugar perto dela. Eles ficaram meio na transversal, abaixando os olhos e levantando continuamente.&lt;br /&gt;Uma nova safra de ônibus chegou e ela torceu para que não fosse a dele, já que aquela não era dela.&lt;br /&gt;Ele levantou, dirigiu-se até uma plataforma, perguntou algumas coisas para o motorista com o bilhete na mão. Ele olhou para ela subiu o primeiro degrau, olhou para o ônibus e desceu de novo, foi até ela.&lt;br /&gt;- Desculpa,mas por mais estranho que isso pareça eu queria conversar com você. Porque talvez tenhamos alguma coisa em comum, alguém que eu possa falar dos filmes que eu gosto, das músicas que eu gosto, dos lugares que eu visitei, que eu gostaria de visitar.Eu sempre falo que meu filme favorito é Sociedade dos Poetas Mortos, mas na verdade não é, foi o que mais mexeu comigo, mas eu simplesmete não consigo  ver repetidas vezes  e tenho que adimitir que achei Happy Feet sensacional, por mais infantil que isso pareça. Eu cozinho um arroz que ninguém faz igual, mas odeio arrumar as vasilhas e apesar de ter vários cantores favoritos, minhas músicas favoritas são de cantores que eu mal conheço. Eu não entendo o que me fez vir até aqui e falar e falar todas essas coisas continuamente, mas entendo essa cara de interrogação, afinal, eu mesmo a faria se alguém chegasse me falando algo parecido com o que eu estou dizendo,mas o ponto é que eu precisava fazer isso antes de entrar, para não me odiar pra sempre.&lt;br /&gt;O último aviso do ônibus tocou e ela abriu os olhos, ele havia acabado de entrar e todas aquelas coisas que ela gostaria de ter ouvido e ele de ter dito não foram pronunciados. Ele seguiu para a cidade que não era a dela, mas era próxima da que ela havia acabado de chegar.  Era só mais um desencontro, só mais uma irônia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-2698527049496396949?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/2698527049496396949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=2698527049496396949&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2698527049496396949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2698527049496396949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2008/02/as-coisas-no-ditas.html' title='As coisas não ditas'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-2024755992577800956</id><published>2007-12-30T19:33:00.000-02:00</published><updated>2007-12-30T20:02:45.061-02:00</updated><title type='text'>Balanço</title><content type='html'>É com grande prazer que escrevo. Reler meus planos do ano pasado e ver que fui muito bem sucedida em muitos deles, outros ficaram um pouco pela metade, talvez porque eu não soube desejá-los até o fim.&lt;br /&gt;Talvez (e por mais estranho que isso pareça) esse foi um dos anos que mais teve acontecimentos ruins, mas mesmo assim, e apesar de todos os pesares, eu posso dizer com muito certeza que esse foi sim um bom ano.&lt;br /&gt;Eu poderia me prender a certas coisas não muito boas que surgiram, mas acho que aprendi muito com cada uma delas, talvez cada uma dessas coisas não tão boas me fizeram crescer. Eu poderia falar das ligações aos prantos intermunicipais, dos gritos, da vontade de gritar, de cerrar os pulsos. Sim, isso também aconteceu nessse 2007. Mas eu posso falar (e com imenso orgulho) das conversas maravilhosas que eu tive,de sentar naquele ponto de ônibus que não era nem aqui nem lá porque a gente tinha que voltar e ficava por ali umas três horas, de ser colocada no colo (e literalmente no meio fio - Xuxu, você não existe!), de cada olhar de compreensão, de me ajudarem a atravessar uma chuva de meteóros, das amizades antigas que sempre permanecem (e não existe distância pra gente!), das amizades verdadeiras que eu fiz, das risadas, das saídas inexperadas, de sair com quatro pessoas e conseguir falar de mim em 90% do tempo! Dos estudos conjuntos, de fugir de baratas voadoras, de estudar um sábado inteiro e rolar de rir durante todo esse tempo. De fazer café de dois e ter saído incrivelmente bem, de sentar no chão da cozinha enquanto o café não ficava pronto, de planos do futuro (H2O), da viagem que eu queria fazer, depois que eu quis desistir e acabei indo (e foi muito bom!). Da saída com meu avô, de ficar no pertinho dele, de sair pra fazer compras com ele.&lt;br /&gt;Continuo não dirigindo, não tirei minha carteira, não aprendi a cozinhar, não fiquei menos sendentária nem levo uma vida mais saudável, continuo comendo pessimamente mal, não entrei na aula de dança de salão, naõ enchi meu porquinho, pelo contrário, quebrei ele antes que estivesse cheio. Mas estou no francês, li mais  esse ano (não cheguei a um livro por mês, mas foi quase lá!),  tirei várias peças do guarda roupa,mas me sinto mais egoísta que nunca, voltei muito bem descansada das férias passadas e pelo que prevejo, esse ano próximo não será nenhum pouco diferente do que passou. Será melhor, tempo maior de viagem, tempo maior de descanso&lt;br /&gt;Foi um ano repleto de acontecimentos, muito mais do que eu poderia imaginar. Muito além do que eu achei que poderia suportar e muito além de coisas boas também, afinal, o mundo está repleto dessas coisinhas que controem a felicidade, basta abrir os olhos e ver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-2024755992577800956?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/2024755992577800956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=2024755992577800956&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2024755992577800956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2024755992577800956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/12/balano.html' title='Balanço'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-453699477468496056</id><published>2007-12-12T19:43:00.000-02:00</published><updated>2007-12-12T19:45:17.319-02:00</updated><title type='text'>C´est fini</title><content type='html'>Confesso que em toda minha ignorância, eu sempre acreditei que o popular “zefini” fosse uma mera expressão popular; até o dia que eu descobri que na verdade vinha do maravilhoso c´est fini. Engraçado pensar que o erro não era assim tão errado. Incrível,mas na maioria das vezes, até o erro é embasado em alguma lógica correta que se perdeu em algum momento. Seria realmente bom se pudéssemos descobrir quando se deu esse erro, quando o certo deixou de ser certo e onde as coisas começaram a se tornar tortuosas. Talvez o excesso de auto-confiança ou o orgulho sejam capazes que nos fazer crer na inexistência de algum erro, pensamos, logo, que erro, nunca existiu, porque reconhecê-lo seria uma maneira de admitir um certo arrependimento. Não! Arrependimento? Jamais, passamos dessa fase, somos muito velhos para voltar atrás, para auto-piedade e somos muito novos, dotados da incrível arrogância e falta de humildade de reconhecer os erros.  E no fim, não importa onde aconteceu o erro ou como as coisas se tornaram tortas, afinal, uma montanha russa não seria tão legal sem os declives.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-453699477468496056?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/453699477468496056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=453699477468496056&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/453699477468496056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/453699477468496056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/12/cest-fini.html' title='C´est fini'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-3548104348658168156</id><published>2007-12-06T00:43:00.000-02:00</published><updated>2007-12-06T00:53:42.137-02:00</updated><title type='text'>Diário de bordo</title><content type='html'>Bom, sobre os acontecimentos recentes.&lt;br /&gt;Porque de fato a fase é excepcional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diário de Bordo&lt;br /&gt;-Cantar escandalosamente sertanejo (Em que mundo isso seria possível?!)&lt;br /&gt;-Andar a toa numa segunda-feira (e continuar andando a toa na semana)&lt;br /&gt;-Conversar sobre todas as hipóteses&lt;br /&gt;-Momento de fuga num sábado (Gente, pra qualquer lugar, eu só preciso sair)&lt;br /&gt;-Salpingo: TROOOOMPA!&lt;br /&gt;-Fuga das baratas voadoras&lt;br /&gt;-Rir (muito)&lt;br /&gt;-Falar todas as bobagens que se tem direito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque algumas vezes a única coisa que você precisa é do seu porto seguro, até descobrir que, na verdade, você que é o porto seguro dessa pessoa.&lt;br /&gt;Sim, os papéis são trocados demasiadamente rápido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-3548104348658168156?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/3548104348658168156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=3548104348658168156&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3548104348658168156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3548104348658168156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/12/dirio-de-bordo.html' title='Diário de bordo'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-2642970915741747728</id><published>2007-11-19T20:54:00.000-02:00</published><updated>2007-11-19T22:52:50.031-02:00</updated><title type='text'>A fábula</title><content type='html'>Era uma vez, uma princesinha. Uma princesinha entediada, com todas as dúvidas possíveis que poderiam passar pela cabeça de alguém tão jovem da realeza.&lt;br /&gt;Pois, a princesinha pôs-se a observar da janela da torre tudo o que se passava, mas a paisagem já era uma antiga conhecida, e ela já a saiba de cor. A princesa,desde que nascera, morava naquela torre e o direito de passear pelo reino não lhe era concedido. Algum dia seria, mas não agora.&lt;br /&gt;Escorada na janela da torre, pensava em como seria bom se a pessoa da torre da frente pudesse descrever a paisagem que via. Talvez isso a motivasse para tentar passar pelo reino, mas a torre da frente era inascessível... ou pelo menos,era isso que ela acreditava, até perceber um vulto que passou pela torre da frente.&lt;br /&gt;Se havia algo que essa garota da história sabia fazer, essa coisa era aproveitar oportunidades. E mais que depressa gritou para que o vulto voltasse. Depois que o som saiu da sua boca, ela ficou estática, imóvel, parada sem ao menos piscar os olhos, em busca de um novo movimento adiante. E então, ela ouviu uma voz, um pouco rouca que mostrava uma ternura encantadora.&lt;br /&gt;Era a chance de ouro dela, a princípio, ele ficou quieto, e ela, como todo aquele excesso de juventude o sufocava de perguntas. Perguntava sobre a paisagem da frente e ele, calmamente, respondia. Ficaram horas conversando, como se eles começassem a pertencer a um mesmo mundo. A princesa, apesar da felicidade pulsante, achava estranho: ele era muito bom para ser de verdade.&lt;br /&gt;Foram forçados a voltar para suas vidas. Eles tinham que se recolher e a princesinha foi dormir pensando naquele estranho, em como de um jeito estranho ele a fez sentir tão bem, tão segura e dormiu desejando que ele fosse verdade. Dormiu sorrindo e desejou ,profundamente, poder ir até a torre dele, descobrir se a paisagem era real.&lt;br /&gt;No outro dia, ela acordou e seu primeiro pensamento era exatamente o mesmo da noite anterior, ficou de frente a janela, mas não havia vultos, nem barulhos. Seus olhos perderam o brilho e pensou que, talvez, tudo aquilo tivesse sido um sonho bom, ou imaginado, algo que a fizesse conseguir passar o tempo. Sentiu uma coisa estranha nos olhos, como se fosse água e desejou de todo coração ir até a torre do adorado desconhecido. Fechou os olhos e sentiu algo escorrer-lhe pela face: eram lágrimas. Ela nunca havia chorado antes. Quando abriu os olhos percebeu que estava em outro lugar. Sim! Esse era o passaporte: sentir de verdade, sofrer. Ela correu até a janela dos fundos e viu a sua antiga torre lá. Era magnífico! Ela estava no mundo dele! Correu até a janela da frente, mas... mas... a janela da frente não mostrava nada, era tudo cinza, era um muro. Ela sentiu alguém atrás dela e virou-se:&lt;br /&gt;-Decepcionada com a visão?&lt;br /&gt;-Você.. você mentiu para mim.&lt;br /&gt;-Meu anjo, se eu lhe dissesse a verdade, você não estaria aqui agora e eu, sequer teria alguma importância para você.&lt;br /&gt;Ele tocou-lhe a face e ela colocou a mão dela sobre a dele. Eles ficaram se olhando, ela atordoada, ele indecifrável&lt;br /&gt;- Preciso voltar. Disse ela.&lt;br /&gt;Ele a beijou e a empurrou em direção a cama. Ele pediu que ela fechasse os olhos, ela assim o fez e sentiu algo amarrando seus pulsos. Abriu os olhos com ao som da voz dele.&lt;br /&gt;-Você queria saber da minha visão,da minha janela. Você teve o que quis, eu estou aprisionado aqui, nesse cinza sem fim e o que eu queria era poder viver aquilo que eu te falava, da vida que eu sempre quis ter. Desculpe, mas a única maneira para isso eram beijar lábios intocados e beber do sangue da ingenuidade. Desculpe te usar para isso.&lt;br /&gt;Ela fechou os olhos e ele cortou-lhe os pulsos.&lt;br /&gt;Ela pensou em como sair dali, agora ela tinha a permissão de andar, de descobrir novas terras.Pensou que talvez não valhesse a pena, as terras que ela queria caminhar não existiam. Ela olhou para ele. Ele não possuia expressão, não possuia nada.Ela tentou tocar-lhe os cabelos, suas mãos nao alcançaram.As lágrimas escorreram até os travesseiros. Ele segurou a mão dela, recuperou o fôlego e comecou a descrever aquela paisagem. Ela sorriu e desejou como nunca estar naquele lugar, sentiu o vento e os pés no chão. Ele verificou que naquele corpo quase não haviia vida e só pôde ouvir um suspiro de palavras:&lt;br /&gt;- Eu só queria que fosse real.&lt;br /&gt;-Eu também.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-2642970915741747728?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/2642970915741747728/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=2642970915741747728&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2642970915741747728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2642970915741747728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/11/fbula.html' title='A fábula'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-447359431751362391</id><published>2007-11-09T20:15:00.000-02:00</published><updated>2007-11-09T20:17:56.810-02:00</updated><title type='text'>Bum</title><content type='html'>Três.&lt;br /&gt;Quatro.&lt;br /&gt;Seis.&lt;br /&gt;Eram eles. Três em um canto, seis no total. Quatro foi o que os três viraram.Uma coberta vermelho e azul.&lt;br /&gt;Um dia frio.&lt;br /&gt;Palha.&lt;br /&gt;O sofá palha.&lt;br /&gt;Sem palavras, ou pouquíssimas delas, ou aquelas que saíam da boca sem perceber, fragmentos de músicas.&lt;br /&gt;Olhares. Todos aqueles necessários quando não existe nada suficientemente bom a ser dito.&lt;br /&gt;Abraços. Dar as mãos. Deixar quente, deixar menos frio.&lt;br /&gt;Chorar, tentar chorar.&lt;br /&gt;Abraçar novamente, porque alguns lugares da alma são tão longes que é difícil aquecer.Mas nada como aquele momento. Esse, de fusão. Esse de transformar não sei quantos em um. Esse de conversar com o olhos e chorar sem lágrimas, esse de fazer o corpo parar de tremer e ficar imóvel. Esse fazer o corpo mexer em volta de outro.&lt;br /&gt;Era hora de juntar os cacos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-447359431751362391?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/447359431751362391/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=447359431751362391&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/447359431751362391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/447359431751362391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/11/bum.html' title='Bum'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-415842595207270974</id><published>2007-10-28T00:50:00.000-02:00</published><updated>2007-10-28T00:51:45.505-02:00</updated><title type='text'>Milagres</title><content type='html'>"Somos todos milagres.&lt;br /&gt;Sabe por quê?Porque como seres humanos vivemos nossa vida e o tempo todo sabemos, todos nós, que as coisas que amamos, as pessoas que amamos, a qualquer hora podem ser tiradas de nós.&lt;br /&gt;Vivemos sabendo disso e continuamos vivendo mesmo assim"&lt;br /&gt;Pecados Íntimos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-415842595207270974?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/415842595207270974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=415842595207270974&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/415842595207270974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/415842595207270974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/10/milagres.html' title='Milagres'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-835192362269812012</id><published>2007-10-03T10:20:00.000-03:00</published><updated>2007-10-03T10:21:37.591-03:00</updated><title type='text'>Maçã Nacional?!</title><content type='html'>Em pleno mercado leio em uma plaqueta: maçã nacional Fuji. Um momento: como maçã nacional Fuji? Até onde eu sei Fuji é nome lá pros cantos do oriente, do pessoal do olho fechadinho. Os produtores de maçã nacional Fuji que perdoem minha ignorância no assunto, mas o leitor há de concordar comigo que se é maçã nacional deveria ter um nome assim, digamos mais abrasileirado... Bom, talvez seja a maçã das bandas do Oriente plantada aqui, ou talvez foi plantada aqui por algum imigrante que em homenagem a terra natal resolveu colocar esse nome. Mas se querem saber minha opinião, eu achei essa tal de maçã nacional Fuji um contracenso. O que há de nacional em Fuji? Não querendo desmerecer a partipacao oriental em uma cultura tão miscigenada como a nossa, mas Fuji não é algo que lembre muito o Brasil. Até procurei no dicionário, mas o máximo que eu achei foi fuje, que não tinha nada a ver com a tal da maçã. Até tentei, sério mesmo associar o nome com carnaval, caipirinha, mpb, bossa nova e futebol, mas não foi algo que deu muito certo. Comecei por outra estrada pelo paladar. Diferente, mas absolutamente deliciosa, tão doce, mas levemente ácida; consistência firme e nossa audição é chamada atenção, assim como a visão, pequena, vibrante de formas variadas. Acidentalmente apaixonada, acho que aí está o nacional na maçã que quando termina deixa um gostinho de quero mais. O pessoal Fuji que me perdoe, mas por mim só maçã Nacional já estava de bom tamanho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-835192362269812012?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/835192362269812012/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=835192362269812012&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/835192362269812012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/835192362269812012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/10/ma-nacional.html' title='Maçã Nacional?!'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-5131196787231094784</id><published>2007-08-21T20:41:00.000-03:00</published><updated>2007-08-22T23:21:45.861-03:00</updated><title type='text'>Mais fundo, por favor</title><content type='html'>Queria escrever sobre isso.Talvez fosse bom organizar as idéias. Mas eu sempre me perco, porque o que eu sinto é muito para ser traduzido e sempre vem aquela vontade desesperadora. De gritar até ficar muda, de socar um espelho, de fazer sair sangue, de dar um tapa, de gritar todos os impropério e verdades (minhas, só minhas). De chorar lágrimas que fizessem alguma diferença, que apagasse as chamas que eu já coloquei sobre minha mente, ou que as fizesse queimar até virar cinzas e perder a importância. De vomitar todas as coisas que eu andei não sei como engolindo. De borrar a maquiagem, de mostrar a fragilidade (a ninguém, jamais. A mim, só a mim), de perder a posse por um tempo, de quebrar o orgulho em 70 mil pedaços (a mim, só a mim. É só meu o poder de me ver assim.). Para depois juntar esses cacos reconstruir uma outra de mim muito melhor, muito mais orgulhosa e impossível de ser quebrada, pois antes que o façam já os quebrei com um olhar. E dessa forma, arrebentar o que me rouba. Porque essa seria a maneira mais sublime de fazer desaparecer. Quem rouba, só rouba porque gosta, por um certo sadismo e nesse momento não teria relevância, teria me livrado de tudo e o ladrão poderia carregar o que quisesse porque já não faria diferença e por mais paradoxal agora ficaria preso. O ladrão e o objeto. São cúmplices. Sempre foram. Aquele que gosta de levar e o que gosta de ser levado. Faz bem a auto-estima de ambos meu desespero. Quão doce é perceber que depois dessa lavagem, não têm mais esse poder sobre mim. Depois de ter perdido todo o meu sangue, de ter me cortado em tantos lugares e tantas vezes minha alma ficou calejada, não sente mais. É melhor. Bem melhor. Depois de engolir agora as coisas com tanto gosto, porque minha garganta deve ter duplicado de tamanho de todas as coisas imensas que engoli de uma só vez e vomitei e fiz uma sopa desse vômito, porque tinha que reconhecer o amargo. O doce não seria tão doce sem ele.&lt;br /&gt;E depois disso haveria eu, insensível e inatingível como o de costume. E agora, nada mais importaria, porque nada mais teria valor. Porque tudo o que pedi me negaram “You give me milles and milles of mountais when I ask for the sea” e o que precisava eu consegui sozinha. E as pessoas poderiam ser jogadas fora como um chiclete que perde o gosto, porque elas também perdem a graça. E agora, eu já não era estúpida o suficiente para continuar com aquela borracha arrebentando minhas mandíbulas. Não, eu cuspiria para longe, de uma só vez, todos, porque agora sim, eu percebi, eram descartáveis e não fazia a menor diferença. Talvez tenham feito, mas agora, já não pertencia ao mundinho criado por eles mesmos. O mundinho agora era pequeno demais para mim. E sempre chegava a hora de partir. Agora, havia sido antecipado pelo ladrão. Mas que diferença fazia? Já me libertei e sim, doeu! Menos que o sentimento encarcerado de perda, de invasão. E agora é tudo tão incrivelmente leve, que podem carregar o que quiserem nas costas, agora o peso está com vocês. Porque, sim, lembre-se, estamos falando de mim. E eu sou inatingível. E que graça terá para o ladrão sem mim? Ou para vocês e o ladrão? Não sei, mas espero que descubram, que façam um bem enorme a vocês mesmos a ponto de não precisar me procurar. Porque agora o ladrão possui todos os objetos, mas esse objetos que agora perderam o valor para mim, também serão jogados fora pelo ladrão. Ele tem essa estranha obsessão por mim e só ficará satisfeito quando roubar algo que realmente signifique para mim. Senti pena do ladrão agora, as coisas perderam o valor e ele nunca vai conseguir roubar o que quer. Afinal, nada agora terá tanto valor e então ele nunca se dará por satisfeito. Tentará roubar quem eu sou. Não irá conseguir e se conseguir ficará aprisionado dentro de mim mesma, porque eu sou excessivamente livre e egoísta para dividir algo com o ladrão e não perceberá quando eu partir e então, ficará preso dentro daquilo que julgava ser eu. Será seu castigo, porque não conseguirá sair e eu já não habitarei ali.&lt;br /&gt;E darei gargalhadas, porque sempre fui o que você não foi: livre. E continuarei a ser sádica. Minhas gargalhadas ecoarão na sua mente e você tentará desesperadamente por fim, não conseguirá.E eu vou rir tanto que você pedirá em suas preces que essa risada lhe faça perder o juízo, o senso das coisas, porque sempre é mais fácil não encarar a realidade. Mas na prisão que o próprio ladrão se colocou, não será mais possível.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-5131196787231094784?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/5131196787231094784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=5131196787231094784&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/5131196787231094784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/5131196787231094784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/08/mais-fundo-por-favor.html' title='Mais fundo, por favor'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-4930619157891544460</id><published>2007-08-14T19:43:00.000-03:00</published><updated>2007-08-19T11:49:18.180-03:00</updated><title type='text'>O garoto de pedra*</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_4VOtXz5qR9s/RsIwTOkZNrI/AAAAAAAAAA4/zZ1xxPX5RoE/s1600-h/vi+e+eu.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Ele falou que era de pedra. Ela discordou.&lt;br /&gt;Se fosse, eles não seriam tão parecidos, ele não a faria olhar para cima, não a colocaria no alto, não juntaria os caquinhos. Apesar de que sim, era forte, forte o suficiente para ela se apoiar. Mas isso não significava que ele era de pedra. Não mesmo.&lt;br /&gt;Talvez por dentro eles fossem feitos de materiais muito parecidos, manteiga quem sabe? Sim, eles eram de manteiga por dentro! Era por isso que eles eram um só, porque eles se fundiam, se misturavam! Era por isso que muitas vezes não precisavam conversar porque eles já sabiam o que se passava com o outro, era por essa razão que eles gostavam de umas coisas que quase ninguém gostava ou que não importava o quão longe eles ficassem um do outro, o sentimento que os aproximou era o mesmo. A manteiga depois de 5 minutos que sai da geladeira já fica molenga... era essa a explicação.&lt;br /&gt;Não importava saber de que ele era feito, porque independente do que fosse eles seriam o que são, o que representam um ao outro. Independente do que ele era feito, ou do que ela era feita, eles sabiam que eles eram irmãos gêmeos, almas gêmeas. Se por um acaso eles se toparam na vida, não foi por acaso que eles se encontraram novamente. A verdade é que talvez eles não fossem feitos de uma coisa palpável, porque se eles dois pudessem ser feitos de alguma coisa, essa coisa se chamaria cumplicidade e aquele muito de confiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Para Vinícius. Vi, te amo com todas as forças do meu útero!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-4930619157891544460?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/4930619157891544460/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=4930619157891544460&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4930619157891544460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4930619157891544460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/08/o-garoto-de-pedra_14.html' title='O garoto de pedra*'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-2525003657275275424</id><published>2007-08-09T16:17:00.000-03:00</published><updated>2007-08-09T16:18:21.898-03:00</updated><title type='text'>Vai passar</title><content type='html'>Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está ai, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada "impulso vital". Pois esse impulso às vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te supreenderás pensando algo como "estou contente outra vez". Ou simplesmente "continuo", porque já não temos mais idade para, dramaticamente, usarmos palavras grandiloqüentes como "sempre" ou "nunca". Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas. Já não tentamos o suicidio nem cometemos gestos tresloucados. Alguns, sim - nós, não. Contidamente, continuamos. E substituimos expressões fatais como "não resistirei" por outras mais mansas, como "sei que vai passar". Esse o nosso jeito de continuar, o mais eficiente e também o mais cômodo, porque não implica em decisões, apenas em paciência.Claro que no começo não terás sono ou dormirás demais. Fumarás muito, também, e talvez até mesmo te permitas tomar alguns desses comprimidos para disfarçar a dor. Claro que no começo, pouco depois de acordar, olhando à tua volta a paisagem de todo dia, sentirás atravessada não sabes se na garganta ou no peito ou na mente - e não importa - essa coisa que chamarás com cuidado, de "uma ausência". E haverá momentos em que esse osso duro se transformará numa espécie de coroa de arame farpado sobre tua cabeça, em garras, ratoeira e tenazes no teu coração. Atravessarás o dia fazendo coisas como tirar a poeira de livros antigos e velhos discos, como se não houvesse nada mais importante a fazer. E caminharás devagar pela casa, molhando as plantas e abrindo janelas para que sopre esse vento que deve levar embora memórias e cansaços.Contarás nos dedos os dias que faltam para que termine o ano, não são muitos, pensarás com alívio. E morbidamente talvez enumeres todas as vezes que a loucura, a morte, a fome, a doença, a violência e o desespero roçaram teus ombros e os de teus amigos. Serão tantas que desistirás de contar. Então fingirás - aplicadamente, fingirás acreditar que no próximo ano tudo será diferente, que as coisas sempre se renovam. Embora saibas que há perdas realmente irreparáveis e que um braço amputado jamais se reconstituirá sozinho. Achando graça, pensarás com inveja na largatixa, regenerando sua própria cauda cortada. Mas no espelho cru, os teus olhos já não acham graça.Tão longe ficou o tempo, esse, e pensarás, no tempo, naquele, e sentirás uma vontade absurda de tomar atitudes como voltar para a casa de teus avós ou teus pais ou tomar um trem para um lugar desconhecido ou telefonar para um número qualquer (e contar, contar, contar) ou escrever uma carta tão desesperada que alguém se compadeça de ti e corra a te socorrer com chás e bolos, ajeitando as cobertas à tua volta e limpando o suor frio de tua testa.Já não é tempo de desesperos. Refreias quase seguro as vontades impossíveis. Depois repetes, muitas vezes, como quem masca, ruminas uma frase escrita faz algum tempo. Qualquer coisa assim:- ... mastiga a ameixa frouxa. Mastiga , mastiga, mastiga: inventa o gosto insípido na boca seca ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caio Fernando Abreu&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-2525003657275275424?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/2525003657275275424/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=2525003657275275424&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2525003657275275424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2525003657275275424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/08/vai-passar.html' title='Vai passar'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-164073373747519896</id><published>2007-08-08T09:16:00.000-03:00</published><updated>2007-08-08T18:09:36.046-03:00</updated><title type='text'>Perguntas Cretinas</title><content type='html'>Quem nunca ouviu um: “como você anda sumido” ou “tudo bem?”?&lt;br /&gt;Dia desses parei por alguns segundos quando ouvi o “como vai?”. A verdade é que, ninguém nunca vai falar depois de um “como vai” como realmente vai, ainda que essa pessoa esteja desmoronada ou precisando desesperadamente desabafar. Todos nós vestimos aquele sorriso que nos foi ensinado, o apresentamos como se fosse um cartão de visitas e falamos “tudo bem” até que repitamos a pergunta cretina a primeira pessoa que perguntou, que usará da mesma artimanha que nós já utilizamos.&lt;br /&gt;Depois desse breve resumo sobre a sua vida (as coisas estão bem- que, na verdade, talvez até seja um escudo para que ninguém adentre, de fato, na sua vida.), a pessoa poderá falar um “onde você anda?” ou “como está sumido!” ou ainda “vê se não some!”. Engraçado, mas eu costumava acreditar que o sumiço( com suas exceções, é claro) não dependesse apenas de uma pessoa. Ao dizer, “como você anda sumido” apenas transferimos a responsabilidade para a outra pessoa. Qualquer coisa como, sinto sua falta, mas consigo conviver com isso, e com essa vida corrida que a gente leva eu também não tive tempo para realmente preocupar com isso e te procurar. Engraçado, mas eu novamente na minha ignorância, costumava acreditar que tempo é prioridade, assim, se uma pessoa não teve tempo para tal coisa, é porque tal coisa não estava na lista das prioridades, ou talvez a coisa em questão não ocupasse a mente da pessoa a ponto de provocar um certo incômodo.&lt;br /&gt;E assim, prosseguimos nossa vida, com nossa lista de frases e perguntas cretinas, apesar, de que, na minha opinião, caro leitor, nenhuma ganha para o “como vai” e o “como você anda sumido!”. O “tudo bem”,o “sumido? Você também!”é a síntese de como estamos nos mutilando aos poucos, de como cada vez mais, a correria do dia a dia, a falta de tempo, as tecnologias, a alta do dólar, o cachorro do vizinho, a crise aérea ou o que quer que seja  que consiga mascarar nossa total falta de interesse no outro, mas enfim, tempo é dinheiro e eu aqui divagando sobre essas coisas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-164073373747519896?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/164073373747519896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=164073373747519896&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/164073373747519896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/164073373747519896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/08/perguntas-cretinas.html' title='Perguntas Cretinas'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-328889519005357787</id><published>2007-07-24T22:40:00.000-03:00</published><updated>2007-07-24T23:03:09.451-03:00</updated><title type='text'>Vermelho</title><content type='html'>Era frio e escuro. E havia o vermelho, sim!O vermelho.&lt;br /&gt;Era perfeito.&lt;br /&gt;Aquele lugar, frio, úmido, escuro e a redenção cinza-grafite-metálico que trazia o vermelho, o melhor de todos, o mais delicioso vermelho.&lt;br /&gt;Talvez seja o que chamem de redenção,mas o vermelho era mais do que isso, era um gozo, uma vitória.&lt;br /&gt;Quando sua alma doia em lugares que nem sabia que existia e tudo ficava incrivelmente escuro, precisava de algo vibrante: o vermelho.&lt;br /&gt;Nada mais aliviante que deslizar com aquela lâmina sobre a pele, deslizar aos poucos, sentir aos poucos que ela penetrasse, de leve e suavemente mais intenso, intenso, intenso. Isso por si só já trazia uma sensação de alívio inexplicável, mas o surgimento daquele vermelho, daquilo que era parte do seu corpo era sensacional, e as mãos geladas passavam pelo vermelho quente.&lt;br /&gt;Aquilo sim era ter a vida em suas mãos, se o tempo escorria por elas como areia, a vida também, só que vermelha, vibrante, linda.&lt;br /&gt;Isso era ter controle.&lt;br /&gt;Era da dor que surgia aquele sorriso. Era do sentir todos os pedaços da dor que seguia aquela cor linda, aquele transe.&lt;br /&gt;Depois, sua alma se reconstruia, tão rápido como o vermelho vibrante se tornava opaco e escuro. Era uma dupla cicatrização, era uma só reconstrução. Era alí que tornava o corpo e a alma tão separados e tão indissociáveis.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-328889519005357787?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/328889519005357787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=328889519005357787&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/328889519005357787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/328889519005357787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/07/vermelho.html' title='Vermelho'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-8255189572219970620</id><published>2007-07-14T20:52:00.000-03:00</published><updated>2007-07-15T11:03:56.174-03:00</updated><title type='text'>A nós!</title><content type='html'>Moveu a cabeça, os olhos,procurava por alguma coisa, alguma quina especial, algo que não houvesse descoberto ainda.&lt;br /&gt;Uma vez ouvira que alguém andava a procura de qualquer coisa que se sentisse, era irônico,mas estava na situação exatamente oposta. Não queria sentir, isso era cansativo, se pudesse parar de sentir tudo. Se pudesse morrer um pouquinho, se pudesse tapar a respiração por um tempo maior, se voltar a respirar tivesse tanta graça.&lt;br /&gt;Um brinde!&lt;br /&gt;Um brinde a todas as frustrações, a tudo que não era, a tudo que estava incrivelmente longe de ser!&lt;br /&gt;Um brinde, ao sangue que parava de correr nas veias!&lt;br /&gt;Um brinde... um brinde a todas as lágrimas que foram, a todas que não desceram!&lt;br /&gt;Um brinde ao querido futuro, quão doce ele pode ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Existir é isso: beber-se a si próprio sem sede; Sartre)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-8255189572219970620?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/8255189572219970620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=8255189572219970620&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/8255189572219970620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/8255189572219970620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/07/ns.html' title='A nós!'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-8664182587952331501</id><published>2007-06-06T18:14:00.000-03:00</published><updated>2007-06-08T13:26:13.224-03:00</updated><title type='text'>Recordações de uma loja de conveniências - Parte I</title><content type='html'>Eles entraram sem saber direito o que queriam, ou porque queriam... talvez soubessem bem intimamente que só estavam ali porque achavam que ainda não fosse a hora de voltar para casa, como se aquele dia devesse ser aproveitado até a última gota.&lt;br /&gt;- Posso interferir? Disse alguém que já havia estourado a bolha deles antes e agora chegava no auge na intromissão&lt;br /&gt;- Sim. Respondeu ela que na verdade gostaria de dizer “Você já fez isso, agora sinta-se a vontade”. E nesse meio tempo lembrou de uma expressão que um amigo havia lhe ensinado outrora – já que você tá no inferno abraça o capeta. Era isso.&lt;br /&gt;E aquela intrusa, um tanto quanto excêntrica começava a pegar copos e mais copos, água de coco e energético enquanto falava do quão perigoso poderia ser a reação deles ao beber aquilo que mais tarde descobririam chamar “Vale do Nunca”.&lt;br /&gt;Eles estavam atônitos, sem reação, como se aquela senhora tivesse feito alguma coisa que os paralisasse, que os impedisse de responder e só se entreolhavam com uma cara de interrogação sem entender ao certo o que ia acontecer ou o que se passava.&lt;br /&gt;Depois da mistura feita foram instruídos a tomarem aquilo de uma só vez e por incrível que pareça, o tal Vale do Nunca era realmente bom. Não caro leitor, ninguém viu gnomos, ou desmaiou, não... nada do que passou na cabeça deles aconteceu. Mas, se há uma vontade de saber de alguma coisa estranha, sim, alguma coisa diferente havia acontecido, quando questionada sobre seu nome, deu um sorriso baixo e fingiu não ter ouvido, como se só ela pudesse os invadir e eles não tivessem esse direito.Partiram, e começaram a confabular sobre o que havia acontecido. O que havia acontecido, afinal? Talvez fosse uma coisa um tanto quanto cinematográfica, mas a total incapacidade de expressar o que havia acontecido tornava a situação cada vez mais excitante, porque não acharam e nem achariam alguma definição. Era como se a esquisitice tornasse a situação ainda mais charmosa. Surgiram milhões de teorias sobre aquela pessoa que entrara sem pedir licença: ela seria divorciada, ela nunca teria casado, ela teria dois filhos homens e não se dava bem com eles, ela seria um bonvivant que já teve dinheiro, mas que hoje não tem tanto, ela foi forçada a se casar, ela ficou amarga com o tempo, ela é uma pessoa difícil e sabe disso, ela fuma muito e acorda de madrugada para sustentar o vício, ela gosta de Radiohead, não ela os acha muito moderninhos, ela gosta de blues, de folk, ela não tem carro, ela é viciada em café, ela já sofreu muito na vida, ela deve ter seus 50 anos, ela não é dessa cidade, ela não pára em uma cidade, ela é professora de geografia, ela é pintora, ela está no meio artístico,ela é uma pessoa solitária...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-8664182587952331501?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/8664182587952331501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=8664182587952331501&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/8664182587952331501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/8664182587952331501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/06/recordaes-de-uma-loja-de-convinincias.html' title='Recordações de uma loja de conveniências - Parte I'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-52005606065536305</id><published>2007-05-24T21:32:00.000-03:00</published><updated>2007-05-24T21:43:17.855-03:00</updated><title type='text'>Breve</title><content type='html'>Por todos os motivos estúpidos. Sabiam, era por todos os motivos estúpidos.&lt;br /&gt;Ela levantou, olhou para trás e pensou que não havia mais nada para fazer.&lt;br /&gt;Ele estava sentado com a cabeça baixa e as mãos na cabeça.Ela segurou a maçaneta, começou a girar e ouviu um esforço, que parecia a tentativa de alguém dizer algo e ouviu, em um tom muito muito muito baixo um simples “não vá” ela olhou, abaixou a cabeça e respirou – precisava ir. Colocou a mão novamente na maçaneta “eu só preciso de mais tempo pra fazer a  coisa certa, para fazer as coisas se acertarem” foi o mais novo esforço que acabava de sair dele. Ela abriu a porta, olhou para trás e sorriu “eu também”, foi embora. Sim, agora as coisas iriam se acertar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-52005606065536305?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/52005606065536305/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=52005606065536305&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/52005606065536305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/52005606065536305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/05/breve.html' title='Breve'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-2554410454860137200</id><published>2007-05-06T23:00:00.000-03:00</published><updated>2007-05-06T23:02:28.277-03:00</updated><title type='text'>E, finalmente, vem as lágrimas</title><content type='html'>Talvez só eu saiba o quanto eu protelei para escrever sobre isso ou mesmo pensar, mas o fato é que mais cedo ou mais tarde você tem que lidar com as coisas que acontecem.&lt;br /&gt;Talvez, a princípio, eu estivesse excessivamente otimista e quem sabe eu ainda não esteja.&lt;br /&gt;Mas o fato é que, Vovô, agora você viajou para sempre, e sabe aquela viagem que a gente queria fazer junto, pois é, foi adiada. E sabe o quanto que eu queria ser um pouquinho como você, ou como eu queria saber, de verdade, de pelo menos metade das suas histórias. Com certeza, você foi a pessoa mais livre que eu conheci. E é tão incrivelmente estranho tudo isso, quando você começou a ficar doente a gente te deu um casal daqueles passarinhos que você adorava, e eu pensei que você nem tinha dado muita bola pra eles e num domingo, você me conta do quanto eles cantavam e do quanto você gostava deles; foi como se você quisesse que eu soubesse disso antes que você fosse.E sabe que você ir num suspiro foi de alguma forma tão aliviante para mim. Seria terrível, ver você, a pessoa mais livre que eu conheci, aprisionada num corpo que não fosse mais responder aos seus comandos, foi como se mais uma vez, você escolhesse a melhor hora para viajar. Sim Vovô, agora você se tornou ainda mais livre, como aqueles passarinhos, só que sem a gaiola. E  sabe o que é mais incrível? Que você sorriu até o último momento, que você não reclamou, que você esperou Vovó chegar para segurar a mão dela firme para então ir. Sabe Vovô, é ridículo eu chorar por isso, mas talvez eu seja muito egoísta para pensar nos planos que a gente fazia, ou nas histórias que eu nunca ouvi, mas se alguma coisa pode me consolar é o fato, de que você estará nos meus planos, ainda que de uma maneira diferente, e que você estará vivo, até quando estiver comigo; porque você simplesmente viajou de novo, no melhor momento, no melhor estilo e viverá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-2554410454860137200?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/2554410454860137200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=2554410454860137200&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2554410454860137200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2554410454860137200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/05/e-finalmente-vem-as-lgrimas.html' title='E, finalmente, vem as lágrimas'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-4304865613849680734</id><published>2007-04-28T17:46:00.000-03:00</published><updated>2007-04-28T18:01:07.458-03:00</updated><title type='text'>"But it´s just another show, they rain and snow on everyone"</title><content type='html'>E era só mais um dia nublado, todos os dias estavam nublados naquela época.&lt;br /&gt;Era tudo cinza e frio, e tão estranhamente indolor que quando voltou a sentir, sentiu muito.&lt;br /&gt;Mas ainda assim, não havia sentido tudo, ainda havia aquele fio de esperança.&lt;br /&gt;E tudo era tão incrivelmente inacessível, sempre fora assim, queria o mais difícil. Era sua culpa, sabia.&lt;br /&gt;E as pessoas desaparecem da mesma forma que surgem.&lt;br /&gt;Sempre haverá algo de que se lembrar- aí o tal fio de esperança.&lt;br /&gt;Sempre haveria areia, sorrisos,as respostas inesperadas, o olhar esperado por tanto tempo, velas, lágrimas, histórias contadas, histórias não contadas por falta de tempo, ou por falta de vontade, cabelo nos ombros, óculos, vontade de começar, vontade de entender o que começou. É, sempre haveria algo de que se lembrar: é assim que muitas pessoas que já morreram continuam vivas, e muitas pessoas que ainda estão vivas acabam morrendo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-4304865613849680734?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/4304865613849680734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=4304865613849680734&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4304865613849680734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/4304865613849680734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/04/but-its-just-another-show-they-rain-and.html' title='&quot;But it´s just another show, they rain and snow on everyone&quot;'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-3343718295831941010</id><published>2007-04-06T12:51:00.000-03:00</published><updated>2007-04-06T13:00:13.420-03:00</updated><title type='text'>Vomitando</title><content type='html'>Levantou levemente o copo e em uma golada acabou com todo o conteúdo. Parou com ele na altura do nariz e tornou os olhos estáticos. Estava tão fixa em todos aqueles pensamentos que não sabia para onde olhava ou porquê olhava. Sentiu pena, pena de si mesma. Como havia parado ali? Como as coisas haviam ficado desse jeito? E foi interrompida com um leve toque:&lt;br /&gt;-Tudo bem?&lt;br /&gt;Olhou e riu,&lt;br /&gt;-Sim, tudo bem.&lt;br /&gt;Era mecânico. Não! Não estava tudo bem, talvez não estivesse ruim, mas não estava bem! As coisas deixaram de ficar boas a tanto tempo! Era tudo tão igual, tão repetitivamente igual.&lt;br /&gt;Não estava bem, sabia disso, não sabia o porquê, mas sentia que as coisas não andavam mais como deveriam, ou que faltava algo. Sentia que nada mais havia para fazer, afinal as situações eram sempre as mesmas, com uma ou outra diferença mínima. Era o de sempre, o que era bom, era bom só até o ponto em que se enjoasse. Era isso: não havia mais nada para completar...Mas não, ela não estava cheia, pelo contrário, estava vazia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-3343718295831941010?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/3343718295831941010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=3343718295831941010&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3343718295831941010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3343718295831941010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/04/vomitando.html' title='Vomitando'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-3581029322832751254</id><published>2007-03-07T18:35:00.000-03:00</published><updated>2007-03-07T18:59:08.468-03:00</updated><title type='text'>Uma narrativa antiga</title><content type='html'>Acendeu um cigarro e pegou uma xícara de café fumegante. Vagava. Ficou parado, estático, observando a janela. Um dia frio, cinzento, triste, semelhante a seu humor. Olhava as nuvens, moviam-se tão lentamente, sem força, sem vontade, eram arrastadas pelo vento tão devagar e fraco. Começou a tossir.Viu no chão um fio tão fino, pensou que talvez o que o mantinha vivo fosse algo tão insignificante como tal..  Porque o sol não batia ali também? Quando pequeno era tudo tão mais fácil: Papai Noel não vivia entalado nas chaminés e as nuvens eram feitas de algodão...&lt;br /&gt;Estava confuso, dessa vez mais do que nunca... Sentia que a ampulheta havia se quebrado na sua mão e a areia escorria entre seus dedos junto a seu próprio sangue... Nada mais fazia sentido. E algum fizera? Não sabia ao certo responder... Queria respostas, mas nem ao menos sabia quais eram as perguntas! Chegou no ponto de perder sua identidade, seus ideiais, seus princípios, não sabia o que era, ou o que queria.&lt;br /&gt;Eram dias estranhos, eram tempos estranhos.&lt;br /&gt;Precisava saber o que aconteceria, o que seria da sua vida em cinco anos para saber o que fazer. Precisava enxergar além do horizonte. Precisava disso como uma espécie de estímulo, como um sopro de vida, como um guia...&lt;br /&gt;Tudo isso se passou por sua mente. Apagou o cigarro, levantou-se pegou a xícara de café,olhou para a janela e balançou a cabeça; era só  mais uma cinzenta e ociosa tarde de terça-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Texto escrito em parceria com Maira Lage&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-3581029322832751254?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/3581029322832751254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=3581029322832751254&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3581029322832751254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/3581029322832751254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/03/uma-narrativa-antiga.html' title='Uma narrativa antiga'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-2247479801428935082</id><published>2007-02-13T16:57:00.000-02:00</published><updated>2007-02-13T17:30:05.417-02:00</updated><title type='text'>I can´t take my mind... my mind...</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_4VOtXz5qR9s/RdIPAjXXidI/AAAAAAAAAAM/0KNHt8y0Qik/s1600-h/beijo-doce.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5031100235893934546" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_4VOtXz5qR9s/RdIPAjXXidI/AAAAAAAAAAM/0KNHt8y0Qik/s320/beijo-doce.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Porque eu não consigo parar de pensar e pensar e pensar. E por mais que eu queira parar de pensar para evitar que eu me enjooe, porque eu realmente me enjôo fácil (“Nós nos aborrecemos por tudo meu anjo, é a lei da natureza, não é minha culpa” já dizia Laclos). Mas eu repito o mesmo pensamento... é como um chiclete, mas eu não deveria mascar tanto, porque pode perder o gosto e a cor. De alguma forma, a cor já começa a desaparecer, não é tão brilhante e um dia desses sonhei em preto e branco. Mas eu queria uma recordação fresca, porém não se vive do passado, meu bem, é para frente que se olha; embora seja bom poder se recordar de certas coisas. É... nem tudo começa do passado, passa para o presente e vai até o futuro, certas coisas só ficam no passado nem por isso não podem ser lembradas....&lt;br /&gt;Eu queria que você tivesse me invadido menos e eu te invadido mais.&lt;br /&gt;Eu só fico pensando se poderia ser diferente, se houvesse mais tempo, se houvesse resposta, se houvesse algo... algo para prolongar o gosto. Se eu pudesse dividir o gosto. E se aquele olhar paralizante me olhasse de novo eu perderia os sentidos a ponto de ficar inquieta? E o abraço teria o mesmo sentido? Qual seria a diferença? Seria melhor? Não... ótimo é tudo aquilo que aconteceu. Porque hoje é o melhor dia, sim sim e se hoje é o melhor dia, tudo o que passou foi bom do jeito que foi, exceto se eu tivesse mais tempo. Seria diferente? Se eu tivesse mais um dia, seria mais especial ou acabaria com menos graça? E por que eu inisisto em pensar? Por que eu acordo com o mesmo pensamento? Porque eu penso insistentemente naquele sorisso, naquele olhar de lado, naqueles passos iguais, no tom de voz, no jeito de me olhar quando eu não sabia o que fazer (foi quando foi mais doce e perdido... nunca imaginei que uma coisa tão banal seria capaz de destruir aquele ar de auto-confiança tão rápido. E você me olhava de um jeito que eu não vou mais esquecer, porque foi além do que eu queria e me fez pensar em como eu queria que você me visse. Eu queria aquele olhar de novo que me fez rir por dentro e até me sentir um tanto quanto sarcástica por ter reparado que naquele momento eu te fazia frágil), penso insistentemente em como mexia as mãos, em como o olho mudava de cor,da voz, de quando eu falei em uma língua que não era a minha nem a sua. Mas por que eu me lembro tanto? Talvez porque eu sou obcecada e detalhista. Talvez porque foi tudo tão rápido que eu quis absorver o máximo de detalhes para prolongar, para sentir que durou mais. Não sei... mas lembro de tudo e tanto, lembro de cada detalhe, de cada coisinha, de tudo que me fez achar especial, de tudo que não sei porque me faz repetir os pensamentos. Porque parte de mim queria ser um pouco como você ou porque eu integralmente me queria com você, a ponto de temer me perder em você, porque eu queria um pouco mais do cheiro, do olhar, do tempo, eu queria um pouco mais de tudo que começou.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-2247479801428935082?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/2247479801428935082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=2247479801428935082&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2247479801428935082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/2247479801428935082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/02/i-cant-take-my-mind-my-mind.html' title='I can´t take my mind... my mind...'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_4VOtXz5qR9s/RdIPAjXXidI/AAAAAAAAAAM/0KNHt8y0Qik/s72-c/beijo-doce.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-117056617959094092</id><published>2007-02-04T03:07:00.000-02:00</published><updated>2007-02-04T03:21:50.353-02:00</updated><title type='text'>Memórias de um janeiro de sol</title><content type='html'>Voltar a uma cidade depois de passada a infância pode ser bem interessante, não apenas pelas mudanças da cidade, mas pela mudança de olhar. É incrível como tudo se tornou menor, os prédios mais baixos, as distâncias menores. Algumas coisas ainda são muito parecidas, a cor da água nos dias de sol, a imprevisão do mar que parece ter uma predileção pela calmaria.&lt;br /&gt;Rir, rir muito; até a barriga doer. Horas de conversa jogada, assim como cartas, assim como passeios no elevador e toda e qualquer coisa inusitada.&lt;br /&gt;Sim; essas são as palavras exatas: o sonho bom. Algo a se lembrar com carinho. Acho que é indefinível, é terno, encantador. É para se guardar na caixinha de coisas especiais, como uma figurinha colorida e reluzente de quando éramos crianças.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-117056617959094092?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/117056617959094092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=117056617959094092&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/117056617959094092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/117056617959094092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/02/memrias-de-um-janeiro-de-sol.html' title='Memórias de um janeiro de sol'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-116905001215622647</id><published>2007-01-17T13:27:00.000-02:00</published><updated>2007-02-01T12:47:51.756-02:00</updated><title type='text'>Balanço... (um tanto quanto atrasado)</title><content type='html'>Então sobre o que se foi e sobre o que virá. Sim, pois eu acho que falar sobre planos futuros quando se fala do que já passou pode ser mais legal.&lt;br /&gt;Meu ano. Talvez dividido em dois, mas com certeza um ano de grandes aprendizados. Escrever sobre pessoas que eu conheci e sobre as que eu (re)descobri levaria páginas e mais páginas e provavelmente eu acabaria por resumi-lás. Cada diálogo, cada conversa, cada recado, cada mensagem. Acho que algumas das pessoas (re)descobertas vão ficar para sempre. COnseguir entrar na faculdade foi não só uma grande vitória e felicidade, mas o primeiro passo de uma longa jornada que sempre foi o que eu quis fazer, e que a cada dia mostra-se mais e mais a coisa certa a se fazer. É sentir o coração pulsar por algo e receber algumas dicas de que se está no caminho certo. Foi um grande ano; de alguma forma, o ano do começo.&lt;br /&gt;Sobre o que virá. Que eu me dedique mais, que eu aprenda mais, que eu queira aprender mais. Ah! Que eu tire minha carteira, que eu consiga entrar no francês e na aula de dança de salão (apesar de que esses dois últimos não são de relevância assim, tão grande). Eu quero ler mais, voltar pra natação ou pelo menos levar uma vida menos sedentária; comer melhor, me esticar mais; tirar uma peça do guarda-roupa a cada uma que entrar; tentar ser uma pessoa mais útil; tentar aprender a cozinhar; tentar ler pelo menos um livro por mês; ser mais organizada; voltar bem descansada para tudo o que vai começar; encher meu porquinho; ter mais tempo para Deus, é por último e mais importante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-116905001215622647?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/116905001215622647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=116905001215622647&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/116905001215622647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/116905001215622647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2007/01/balano-um-tanto-quanto-atrasado.html' title='Balanço... (um tanto quanto atrasado)'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-116429629470824390</id><published>2006-11-23T13:29:00.000-02:00</published><updated>2006-12-05T18:42:45.103-02:00</updated><title type='text'>"São pensamentos soltos, traduzidos em palavras..."</title><content type='html'>Engraçado, certas coisas realmente não mudam.&lt;br /&gt;Mas do que eu falava? Ah... não... Era do que eu ia falar... e o que era mesmo?&lt;br /&gt;Sobre todos aquelas coisas clichês, porque no fim, tudo já é bem clichê, já foi falado amiúde, escrito, musicado,expressado e pensado. No fim, a gente só recicla da nossa forma tudo aquilo que alguém já disse (ainda que não tivéssemos ouvido antes.).&lt;br /&gt;E sobre aqueles sonhos estranhos? Quais? Os que a gente sonha porque quer ou os sem querer? Porque no fundo quem sabe, a gente não queria mesmo os que a gente finge não querer.&lt;br /&gt;E tem siginificado?&lt;br /&gt;Deve ter, qualquer um que eu não saiba.&lt;br /&gt;Por que tem sempre alguém procurando um sentido?&lt;br /&gt;Para esconder de si mesmo, ou seria para tentar ver?&lt;br /&gt;Eu estou ficando tonta com tudo isso.&lt;br /&gt;Ah! Isso é bom! Até porque a gente está sempre rodando... rodando, porque tudo isso é uma grande roda. Até que a roda se parta e caiamos, rindo, como quando éramos crianças...&lt;br /&gt;E depois?&lt;br /&gt;A gente começa a andar por um lugar diferente, porque na roda a gente sempre volta para o mesmo lugar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-116429629470824390?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/116429629470824390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=116429629470824390&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/116429629470824390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/116429629470824390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2006/11/so-pensamentos-soltos-traduzidos-em.html' title='&quot;São pensamentos soltos, traduzidos em palavras...&quot;'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-116204381961228450</id><published>2006-10-28T10:40:00.000-03:00</published><updated>2006-10-28T10:56:59.623-03:00</updated><title type='text'>Observações cotidianas</title><content type='html'>Um dia desses um dos trabalhos da faculdade era fazer um questionário com os moradores de um bairro (essa foi uma das experiências mais gratificantes de minha vida) mas o que me chamou atenção mesmo foi um casal de velhinhos que eu conversei. Aquele casal super fofo que você tem vontade de colocar no bolso, aquelas pessoas super ativas, divertidas e que parecem ter sido aliadas do tempo. Eu sempre me controlando para conseguir diminuir o tom da minha voz, afinal de contas eu estava na casa de pessoas desconhecidas e foi num desses momentos que aquele senhor numa singeleza  absurda aproximou os ouvidos de mim e pediu que eu falasse mais alto. Eu achei a vida tão irônica nesse momento, justamente quando eu me esforçava para falar baixo me pediram para falar mais alto, como  se meu grande defeito naquele momento tivesse se tornado minha grande virtude.  Eu ri, pela simplicidade como aquele senhor me revelou seu problema. E de alguma forma eu fui alterada naquele momento de uma maneira que não sei explicar, talvez eu tenha aprendido que as vezes manter o tom é necessário, mas principalmete que nem sempre nossos defeitos são tão graves como imaginamos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-116204381961228450?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/116204381961228450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=116204381961228450&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/116204381961228450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/116204381961228450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2006/10/observaes-cotidianas.html' title='Observações cotidianas'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-115939586746978838</id><published>2006-09-27T19:23:00.000-03:00</published><updated>2006-09-28T16:51:16.866-03:00</updated><title type='text'>Aquilo</title><content type='html'>Era preciso contar para alguém, era preciso desabafar, soltar, talvez um conselho,talvez uma saída... algo que fizesse sentir melhor. E então pôs-se a contar.&lt;br /&gt;- Isso começou há tanto tempo e de alguma forma é tudo tão recente. Sabe o que é gostar de alguém de verdade?&lt;br /&gt;Ela acenou com a cabeça, com um gesto tão complacente que era facilmente perceptível que sim, ela sabia do que se tratava.&lt;br /&gt;- Não tenho conseguido comer ultimamente, porque tudo isso simplesmente não sai da minha cabeça&lt;br /&gt;-Talvez seja tudo isso que você está engolindo. Disse ela num sorriso compreensível&lt;br /&gt;- Vou tentar começar. Na verdade nos conhecemos há tanto tempo e; de alguma forma eu sempre gostei dele.Por mais que eu fingisse para mim que não fosse isso, ou que eu dissesse repetidas vezes a mim que não era nada disso. Mas é claro que um dia você pára de mentir para si mesmo e se dá conta do que realmente sente e deixa que as coisas tomem seu rumo. E elas, de fato, tomam.&lt;br /&gt;Ela bebeu um pouco mais do seu café e continuou a ouvir.&lt;br /&gt;- Foi quando eu percebi que eu preferia arrepender de uma coisa que eu havia feito do que de algo que eu não fiz; e que se eu não fizesse nada naquele momento eu me arrependeria para sempre. E então nós nos beijamos e eu quis que aquilo durasse para sempre, ou que os minutos pudessem ser parados; e de uma maneira muito estranha enquanto aquilo acontecia o tempo parou e correu rápido demais depois. Eu lembro de como cada olhar começou a ter mais significado depois daquilo, de como diziam tanto. Mas as coisas sempre desmoronam rápido demais e ele me disse que o que eu sentia por ele era mais forte do que o que ele sentia por mim e que era melhor que voltássemos a ser apenas o que éramos antes. Foi assim que eu tentei fazer com que ele ficasse com a pessoa que ele dizia realmente gostar... Por que? Acho que porque quando se gosta de verdade você quer que a pessoa seja feliz, ainda que isso não ocorra necessariamente ao seu lado. Talvez tudo isso também já estivesse me cansando e eu simplesmente quisesse adiantar o que eu tinha certeza que iria acontecer; como se quisesse acelerar o desfecho porque a situação era angustiante demais.... mas as coisas continuam assim, talvez pior.&lt;br /&gt;Ela colocou a mão sobre seus ombros numa tentativa de fazer as coisas ficarem bem.&lt;br /&gt;- Quando ele não está com o outro alguém,estamos juntos... mas é simplesmente sufocante ficar assim... como se eu só realmente fosse importante se não tiver alguém, a terceira pessoa da historia. Eu falei tudo, como eu me sinto e como isso tem ficado insustentável cada dia mais... é como se ele preenchesse minha tristeza com umas palavras emprestadas de um lugar. Eu disse que talvez fosse necessário me afastar para tentar colocar as coisas no lugar e ele respeitou isso... Mas ainda tão perto de mim que eu não consigo ver o que está acontecendo. Talvez eu devesse dormir porque quiçá amanhã seja um dia melhor, mas cada dia se repete mais e mais... o mesmo velho cenário...&lt;br /&gt;O diálogo havia sido interrompido, porque nesse momento as palavras já não tinham muito o que dizer e o silêncio talvez sanaria as dúvidas e inquietações... não tanto quanto o tempo é verdade... porque só esse seria capaz de trazer repostas e aliviar a dor latente e pulsante ... Ela torceu de todo coração que as coisas se resolvessem, mas começou a rir;lembrou-se de uma música antiga que conseguia transmitir tudo o que ela pensava naquele momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Outra vez a mesma história&lt;br /&gt;Volta sempre a acontecer&lt;br /&gt;Vai passar de hora em hora&lt;br /&gt;Depois que ligarem a TV&lt;br /&gt;Vejo as sombras coloridas&lt;br /&gt;Sussurrando em sound surround&lt;br /&gt;Deslizando na avenida&lt;br /&gt;Meio alheio ao temporal&lt;br /&gt;E não tem vacilo nem engano&lt;br /&gt;Que estrague nosso plano&lt;br /&gt;Isto é, se for,&lt;br /&gt;Aquilo que chamam amor&lt;br /&gt;Aquilo que chamam amor&lt;br /&gt;Aquilo que chamam...”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-115939586746978838?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/115939586746978838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=115939586746978838&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/115939586746978838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/115939586746978838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2006/09/aquilo.html' title='Aquilo'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-115766783115466482</id><published>2006-09-07T19:10:00.000-03:00</published><updated>2006-09-07T19:25:53.413-03:00</updated><title type='text'>Fragmentos de um diário</title><content type='html'>Foi tudo tão perfeito. É tão bom ter alguém em quem confiar de verdade.&lt;br /&gt;Talvez quem vê de fora imagine que essa tenha sido apenas uma quarta-feira com conversas, cartas e risadas. Mas quem for sensível o suficiente vai perceber que não era só isso. Ainda que ninguém dê conta, de alguma forma, nós já sabemos o verdadeiro significado da palavra amigo.&lt;br /&gt;Eu só tenho a dizer que foi muito bom. Que se algum momento anterior eu me senti vazia, eles me fizeram sentir cheia novamente. Cheia ao ponto de não ter que me recolher, cheia ao ponto das gargalhadas ecoarem, das expressões fixarem e daquela cena de um grupo de amigos sentandos num bar não desaparecer;nunca. Pelo contrário, vai ser como uma daquelas fotografias que ficam mais bonitas com o passar do tempo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-115766783115466482?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/115766783115466482/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=115766783115466482&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/115766783115466482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/115766783115466482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2006/09/fragmentos-de-um-dirio.html' title='Fragmentos de um diário'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-115728591748829697</id><published>2006-09-03T09:08:00.000-03:00</published><updated>2006-12-05T18:40:56.543-02:00</updated><title type='text'>A impontualidade do amor**</title><content type='html'>Você está sozinho... em frente a TV, devorando dois pacotes de Doritos,uma caixa de bombom, um pacote de bolachas, 1 litro de sorvete,enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha.&lt;br /&gt;- Trimmm! - É a sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhumfaz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada.Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase meio"galinha", sem disposição para relacionamentos sérios. Daí, ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, com medo de sofrer de novo, desconfiado, cheio de inseguranças.... O amor dá "meia - volta, volver". Por que o amor nunca chega na hora certa? Podia ser agora por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans.&lt;br /&gt;Agora que você está se achando bonito(a), em forma... agora que você está empregado(a). Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz, a fazer ginástica... Agora que você está com o coração "`as moscas" e morrendo de frio.., ai que frio!!!.&lt;br /&gt;O Amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga e... não repara em outro alguém que só tem olhos pra você.Ou então, fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana.Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadorade vídeo, ou no supermercado para comprar doritos, bombons, bolachas e sorvete..., sem prever que ali mesmo, você irá encontrar a pessoa que dará sentido à sua vida.&lt;br /&gt;O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa.O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor do supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco,! na locadora, na Igreja, na padaria, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole, pode estar já tão próximo de você...O Amor está em todos os lugares, você que não tem observado bem.&lt;br /&gt;A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda:onipresente, mas é imprevisível. Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo no aniversário de namoro... O amor odeia clichês. Você vai ouvir "eu te amo"numa terça-feira, de chuva..., às quatro da tarde, depois de uma discussão, ou quando você menos esperar, assim do nada"..., e as flores vão chegar num dia qualquer, apenas para informar-lhe como você é especial para alguém, assim... sem um motivo ou data certa, estipulada.&lt;br /&gt;O amor não é banal, é FUNDAMENTAL..., embora estejamdistorcendo o sentido verdadeiro dele nos tempos modernos, ELE EXISTE e é o ingrediente mais importante da porção mágica da FELICIDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**Essse texto não foi escrito por mim, até hoje eu não descobrir o autor. Se alguém souber me avise.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-115728591748829697?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/115728591748829697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=115728591748829697&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/115728591748829697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/115728591748829697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2006/09/impontualidade-do-amor.html' title='A impontualidade do amor**'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-115464796684485950</id><published>2006-08-03T20:29:00.000-03:00</published><updated>2006-08-03T22:01:46.063-03:00</updated><title type='text'>Uma história solta</title><content type='html'>Era irônico como tudo estava tão estranhamente igual e diferente ao mesmo tempo. Talvez nada tivesse mudado e tudo tivesse saído do lugar.&lt;br /&gt;Resolveu sair, andar um pouco, arrejar a cabeça... aqueles carros eram tão familiares e tão desconhecidos... as ruas, as luzes, as pessoas.&lt;br /&gt;Parou por alguns instantes pensando no que fazer ou para onde ir, as coisas não eram tão mais simples. Olhou para o céu... a lua permanecia lá, as estrelas também só que agora não eram visíveis.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-115464796684485950?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/115464796684485950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=115464796684485950&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/115464796684485950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/115464796684485950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2006/08/uma-histria-solta.html' title='Uma história solta'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-115366594701535761</id><published>2006-07-23T11:39:00.000-03:00</published><updated>2006-07-23T11:45:47.040-03:00</updated><title type='text'>Sem título</title><content type='html'>Talvez não seja a melhor hora para escrever algo. Confesso que ainda estou flutuante, que ainda agradeço a Deus a cada instante,que ainda me pego rindo sozinha. Talvez a hora seja ,sim, propícia, a possibilidade de deixar marcado minha incrível felicidade (por mais esgoísta que possa parecer) para que eu nunca, jamais me esqueça de tantas coisinhas pequens que eu aprendi e continuo aprendendo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-115366594701535761?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/115366594701535761/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=115366594701535761&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/115366594701535761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/115366594701535761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2006/07/sem-ttulo.html' title='Sem título'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-115247899638805587</id><published>2006-07-09T17:58:00.000-03:00</published><updated>2006-07-09T18:03:16.416-03:00</updated><title type='text'>A música</title><content type='html'>"Faça uma lista de grandes amigos&lt;br /&gt;Quem você mais via há dez anos atrás&lt;br /&gt;Quantos você ainda vê todo dia&lt;br /&gt;Quantos você já não encontra mais&lt;br /&gt;Faça uma lista dos sonhos que tinha&lt;br /&gt;Quantos você desistiu de sonhar&lt;br /&gt;Quantos amores jurados pra sempre&lt;br /&gt;Quantos você conseguiu preservar&lt;br /&gt;Onde você ainda se reconhece&lt;br /&gt;Na foto passada ou no espelho de agora&lt;br /&gt;Hoje é do jeito que achou que seria?&lt;br /&gt;Quantos amigos você jogou fora&lt;br /&gt;Quantos mistérios que você sondava&lt;br /&gt;Quantos você conseguiu entender&lt;br /&gt;Quantos segredos que você guardava&lt;br /&gt;Hoje são bobos ninguém quer saber&lt;br /&gt;Quantas mentiras você condenava&lt;br /&gt;Quantas você teve que cometer&lt;br /&gt;Quantos defeitos sanados com o tempo&lt;br /&gt;Eram o melhor que havia em você&lt;br /&gt;Quantas canções que você não cantava&lt;br /&gt;Hoje assobia pra sobreviver&lt;br /&gt;Quantas pessoas que você amava&lt;br /&gt;Hoje acredita que amam você"&lt;br /&gt;A Lista- Oswaldo Montenegro&lt;br /&gt;Acho que não é preciso dizer mais nada...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-115247899638805587?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/115247899638805587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=115247899638805587&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/115247899638805587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/115247899638805587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2006/07/msica.html' title='A música'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-115170800972039328</id><published>2006-06-30T19:48:00.000-03:00</published><updated>2006-06-30T19:53:29.740-03:00</updated><title type='text'>A última fala</title><content type='html'>"Nenhum fiasco verdadeiro começou como uma busca pela simples adequação. Um lema do Serviço Especial da Força Aérea Britânica é: "Os que arriscam ganham.". Um simples broto de videira consegue crescer através do cimento. O salmão do noroeste do Pacífico se debate e sangra para subir em seu desafio de percorrer centenas de quilômetros contra a corrente, com um único objetivo, sexo, é claro. Mas também, vida."&lt;br /&gt;Tudo Acontece em Elizabethtown&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-115170800972039328?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/115170800972039328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=115170800972039328&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/115170800972039328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/115170800972039328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2006/06/ltima-fala.html' title='A última fala'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-114553914132606463</id><published>2006-04-20T09:41:00.000-03:00</published><updated>2006-05-06T17:15:30.603-03:00</updated><title type='text'>Uma Carta não Enviada</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Caro amigo&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Principio essa carta retomando alguns assuntos anteriores;peço desculpas por isso (e também pela relativa desorganização das idéias), mas foi devido a falta de tempo.Quanto ao seu querido ex-presidente FHC,gostaria de citar alguns benefícios por ele trazidos:&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desemprego em massa causado pelo fechamento de empresas nacionais (uma conseqüencia da brilhante idéia de equiparar o real ao dólar);&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agravamento da dívida externa;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Maior dependência do FMI;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Privatizações e mais privatizações que submeteram o país ao interesse de grandes grupos econômicos estrangeiros.Se há algumas décadas Raul Seixas propôs alugar o Brasil, FHC quase vendeu.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mas de qualquer forma eu penso que isso pouco importará a você.E ficar discutindo sobre a pessoa X ou Y não vai trazer grandes consequências. É necessário que se analise as propostas feitas por candidatos. Eu vou continuar acreditando que o governo Lula é muito melhor que o governo FHC e você persistirá com a idéia contrária.Quanto as denúncias de corrupção que rondam o atual governo, sempre se soube e sempre se utilizou o caixa 2.Por que tanto alarde?Para desestabilizar a imagem do presidente.Não estou sendo conivente ou sequer concordando com a corrupção, mas é realidade: sempre fizeram o uso de caixa 2 e isso não é um "privilégio" petista. Agora, eu vou votar em Lula novamente porque as propostas políticas, econômicas, sociais e internacionais dele trouxeram benefícios muito maiores do que a maioria dos governos anteriores.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O que é válido analisar e o que eu quero que você reflita é que o econômico nunca pode estar acima do social.Concordo com você quando diz que é preciso haver dinheiro para a distribuição de renda, mas isso não é o fator limitante da má distribuição de renda. Ao contrário do que o patético do Malthus acreditava, a população não morre de fome por falta de alimento. As "não-sei-quantas" toneladas de comida que são jogadas no lixo seriam suficientes (ou ainda mais) para alimentar os necessitados.Dinheiro é uma coisa super comum, em cada esquina vê-se notas, nicas...Existem milhares (ou quem sabe bilhões) de notas e moedas espalhadas pelo mundo, mas cada pessoa é única; é um novo universo. Pensar em quantas delas morrem por falta de oportunidade chega a ser asfixiante. Uma criança morre de fome A CADA TRÊS MINUTOS e se isso acontece de alguma forma a culpa também é minha e sua porque estamos acomodados ou incapazes de estender a mão para quem necessita. Talvez você pense: "Oh, mas e a violência", mas essa , caro amigo, também é fruto da injustiça social. É claro que sempre existirão doentes psicóticos, porém grande parte da violência é gerada pela falta de oportunidade. É óbvio que um erro não justifica outro, mas se até jovens com alto padrão de vida são seduzidos pelo narcotráfico, como um jovem sem perspectiva nenhuma não será influenciado?&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Eu apenas citei quantas crianças morrem de fome; quantas mais não morrem por falta de assistência médica?Ou por balas perdidas?Ou quantos adultos não morrem por esses mesmos motivos? Motivos esses que são frutos da falta de políticas sociais.E quem perde com isso? Todos. São vidas humanas, são pessoas que poderiam revolucionar o mundo (nem que fosse o mundo a que elas pertencem). Tudo bem que também poderiam se pessoas ruins, mas nunca saberemos disso porque não demos a elas a chance de nos mostrar o quanto seriam capazes.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-114553914132606463?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/114553914132606463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=114553914132606463&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/114553914132606463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/114553914132606463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2006/04/uma-carta-no-enviada.html' title='Uma Carta não Enviada'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-114100777086024300</id><published>2006-02-26T23:21:00.000-03:00</published><updated>2006-03-02T13:46:12.100-03:00</updated><title type='text'>Talvez isso aconteça, talvez aquilo aconteça...</title><content type='html'>Eu penso que as pessoas têm medo de arriscar... natural... mas viver por si só já não é uma forma (e que forma!) de arriscar?! Eu creio que por ora o medo tenta paralizar e se você não for firme suficiente ele vai conseguir. Não que o medo seja uma coisa ruim, não, o medo tem um lado muito positivo se for bem utilizado; assim como a maioria das coisas da vida. O medo pode preservar ou pode impedir, porém o mais perigoso do medo é quando ele se disfarça da idéia da preservação para lhe impedir de arriscar, de tentar.&lt;br /&gt;Eu sou partidária da seguinte idéia: tudo na vida tem 50% de chance de acontecer ou não. Se você tentou e não deu certo, pelo menos você tentou e não ficou esperando a vida passar porque lhe faltou coragem de pular quando queria, de gritar quando precisava, de lutar quando as forças querem desaparecer.&lt;br /&gt;Viver é correr riscos, é essa loucura inexplicável. É chorar de felicidade e rir para não chorar. É tomar sorvete e ficar gripado. É comer algodão doce e ter dor de dente. São sempre possibilidades... a dor pode vir ainda que não se faça nada... Eu? Bem... prefiro tentar porque só de respirar eu estou arriscando pegar algum vírus mortal ou padecer de sei-lá-o-que... sim... porque plagiando Riobaldo de Grandes Sertões Veredas "viver é um negócio muito perigoso", mas se esconder da vida é miserável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-114100777086024300?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/114100777086024300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=114100777086024300&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/114100777086024300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/114100777086024300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2006/02/talvez-isso-acontea-talvez-aquilo.html' title='Talvez isso aconteça, talvez aquilo aconteça...'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-114022445531624252</id><published>2006-02-17T22:54:00.000-02:00</published><updated>2006-02-17T23:00:55.333-02:00</updated><title type='text'>Porque eu resolvi postar</title><content type='html'>-Porque eu resolvi postar, qualquer coisa despretenciosa&lt;br /&gt;-Porque eu estou estourando de alegria sem motivo&lt;br /&gt;-Porque eu fui comer Doritos com (uma das)  minha melhor amiga&lt;br /&gt;-Porque tive conversas ótimas hoje&lt;br /&gt;-Porque eu tomei sorvete&lt;br /&gt;-Porque hoje o sorvete de chocolate da tarde foi a aula de redação&lt;br /&gt;-Porque como disse meu professor "eu não sou empregado de tal lugar, eu estou"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque apesar de todas as matérias que eu tenho que estudar eu estou aqui... e feliz! Não... não se trata de viver sem dor, trata-se de valorizar as coisas legais que acontecem e como diria em Vanilla Sky "o doce não seria tão doce sem o amargo"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-114022445531624252?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/114022445531624252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=114022445531624252&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/114022445531624252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/114022445531624252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2006/02/porque-eu-resolvi-postar.html' title='Porque eu resolvi postar'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-113910853084988509</id><published>2006-02-05T00:53:00.000-02:00</published><updated>2006-02-05T01:18:27.833-02:00</updated><title type='text'>Colorindo o vazio</title><content type='html'>Que seja dito algo,&lt;br /&gt;que o silêncio não seja capaz de emudecer as pessoas.&lt;br /&gt;Que o riso supere o pranto.&lt;br /&gt;Que a dificuldade não supere a possibilidade.&lt;br /&gt;Que não se esqueçam da força de um olhar.&lt;br /&gt;Que não afoguem a força transformadora dentro de si mesmos.&lt;br /&gt;Que se seja sincero, especialmente consigo mesmo.&lt;br /&gt;E por fim que as palavras não sejam suficientes onde as reticências dizem mais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-113910853084988509?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/113910853084988509/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=113910853084988509&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113910853084988509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113910853084988509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2006/02/colorindo-o-vazio.html' title='Colorindo o vazio'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-113837574778159836</id><published>2006-01-27T13:08:00.000-02:00</published><updated>2006-01-27T13:29:07.930-02:00</updated><title type='text'>Nada a dizer além da imagem</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1996/1912/1600/miseria.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1996/1912/320/miseria.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O problema é de visão. Sim, de visão do outro, de ver a dor alheia.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Quem seria mais pobre, o que não tem ou o que não pode compartilhar?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Que essa imagem seja capaz de falar por todas as palavras que eu pudesse escrever.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-113837574778159836?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/113837574778159836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=113837574778159836&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113837574778159836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113837574778159836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2006/01/nada-dizer-alm-da-imagem.html' title='Nada a dizer além da imagem'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-113802590254914264</id><published>2006-01-23T12:02:00.000-02:00</published><updated>2006-01-23T12:18:24.293-02:00</updated><title type='text'>Em homenagem a algumas pessoinhas muito especiais...</title><content type='html'>Eu vou sentir falta, sabe?!&lt;br /&gt;Eu vou sentir falta de atravessar a rua e chegar numa  segunda casa, eu vou sentir falta de uma casa que era longe e me fazia abusar do telefone.&lt;br /&gt;Eu vou sentir falta de ir de tardizinha na padaria só para dar uma andadinha e colocar as idéias em ordem.&lt;br /&gt;Eu vou sentir falta de alguém reclamando do meu jeito de cozinhar.&lt;br /&gt;Eu vou sentir falta de passar tardes com filmes, palavras e cartas.&lt;br /&gt;Eu vou sentir falta daquela reunião de três vozes que pareciam vinte.&lt;br /&gt;Eu vou sentir falta da proximidade, mentira não vou. Não vou sentir falta da proximidade, proximidade física é ilusório, existem certas pessoas que simplesmente não precisam estar por perto para estarem juntas.&lt;br /&gt;Pensando bem... eu não vou sentir falta... só se sente falta quando se perde...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-113802590254914264?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/113802590254914264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=113802590254914264&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113802590254914264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113802590254914264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2006/01/em-homenagem-algumas-pessoinhas-muito.html' title='Em homenagem a algumas pessoinhas muito especiais...'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-113780243520182989</id><published>2006-01-20T21:59:00.000-02:00</published><updated>2006-01-21T18:19:53.613-02:00</updated><title type='text'>Apenas um versinho...</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;Talvez umas palavras mais roliças, mais carnudas...&lt;br /&gt;palavras leves que voassem como bolha de sabão...&lt;br /&gt;palavras rosa chocante capaz de fazer as mocinhas de umas décadas atrás&lt;br /&gt;colocar a mão na boca e soltar aquele "oh!"&lt;br /&gt;( pronunciável sempre quando o galã chegava perto da donzela do cinema, mas isso a umas décadas atrás. )&lt;br /&gt;Palavras cintilantes,&lt;br /&gt;Palavras egocêntricas, tão grandes e dificéis que querem sempre roubar a cena.&lt;br /&gt;Palavras mal-compreendidas.&lt;br /&gt;Palavras felizes, que parecem sonoras gargalhadas.&lt;br /&gt;Palavras velhinhas, tão velhinhas que parecem ter desaparecido com nossas bisavós.&lt;br /&gt;Palavras-não-palavras, aquelas que todo mundo sabia antes de aprender a falar.&lt;br /&gt;Por fim, palavras que não se dizem... se sentem... se observam&lt;br /&gt;Ah! mas também não se esqueçam, das palavras-borboletas que saem por aí&lt;br /&gt;antes que a gente posssa tocar...&lt;br /&gt;e olha, foram embora antes que eu pudesse terminar.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-113780243520182989?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/113780243520182989/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=113780243520182989&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113780243520182989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113780243520182989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2006/01/apenas-um-versinho.html' title='Apenas um versinho...'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-113702922636418790</id><published>2006-01-11T23:06:00.000-02:00</published><updated>2006-01-21T18:18:56.736-02:00</updated><title type='text'>Um pouco de tudo e muito de nada.</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;Pensando seriamente em escrever algo produtivo... mas o quê?&lt;br /&gt;Pensei em escrever sobre a hipocrisia, sobre o amor, sobre a política, sobre a esperança, sobre profissões e acabei não tendo idéia alguma... talvez a gripe do frango... não... não&lt;br /&gt;Sobre a hipocrisia, ok eu também sou meio hipócrita.&lt;br /&gt;Sobre o amor, ok pula.&lt;br /&gt;Sobre política,sem clima.&lt;br /&gt;Sobre esperança, é muito relativo.&lt;br /&gt;Sobre profissões, eu quero fazer medicina e acho que todas as profisões tem um senhor lado social; mas há quem não pense assim e escolha a profissão pela quantidade de dinheiro que vai receber. Cansei de explicar.&lt;br /&gt;A gripe do frango, melhor não.&lt;br /&gt;Acabei falando de tudo e não falando de nada.&lt;br /&gt;Estranho, muito estranho.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-113702922636418790?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/113702922636418790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=113702922636418790&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113702922636418790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113702922636418790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2006/01/um-pouco-de-tudo-e-muito-de-nada.html' title='Um pouco de tudo e muito de nada.'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-113564043085125156</id><published>2005-12-26T21:14:00.000-02:00</published><updated>2006-01-21T18:17:46.433-02:00</updated><title type='text'>Quanto ao futuro...</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;Estranho essa história de fim de ano, sempre a mesma coisa. Aquela nostalgia misturada com esperança. Talvez cada ano que passe se torne mais estranho e quanto mais anos se passam, mais rápido eles parecem passar.&lt;br /&gt;O que esperar do próximo ano? Sem idéia alguma, acho que eu nunca tive um ano tão icógnita na minha vida como esse que virá. Estranho falar isso, afinal nunca se sabe do futuro... Até pensei em fazer uma lista de desejos, mas (não que seja pessimismo de minha parte) qual seria o sentido de se fazer uma lista quando se o que se deseja está na mente? Talvez seria para conferir no próximo-próximo ano o que se conseguiu conquistar.&lt;br /&gt;Quanto ao balanço desse ano, muitas coisas boas, muitas risadas, muitas lágrimas e na maioria das vezes risadas misturadas à lágrimas. Um grande aprendizado, aproximar-se ainda mais dos amigos de verdade e conhecer novos amigos. Aprender a diferença entre um adeus e um até logo, aprender que amigos de verdade sobrevivem à grande distância, aprender que aprender isso não é tão fácil. Compartilhar sonhos, se alegrar com a vitória, ainda que ela não seja necessariamente sua. Ir além do que se imaginava que se conseguiria ir.&lt;br /&gt;Por fim, daqui alguns dias o ano acaba e começa novamente.&lt;br /&gt;Por fim, daqui alguns dias alguns planos já estarão concretizados e outros planos serão feitos.&lt;br /&gt;Por fim, uma porção de coisas terá mudado e outra porção continuará igual, talvez não exatamente igual, talvez semelhante.&lt;br /&gt;Por fim, um dia você irá sorrir novamente.&lt;br /&gt;Por fim, um dia você irá chorar.&lt;br /&gt;Por fim, um dia se vai e o outro começa.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-113564043085125156?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/113564043085125156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=113564043085125156&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113564043085125156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113564043085125156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2005/12/quanto-ao-futuro.html' title='Quanto ao futuro...'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-113398605589989177</id><published>2005-12-07T17:50:00.001-02:00</published><updated>2006-01-21T18:16:00.146-02:00</updated><title type='text'>Quando eu crescer...</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;No alto de minha meninice, meu pai costumava dizer em seus discursos que o tempo era algo inexorável. Eu, aquele pedeço de gente perguntava o que significava uma palavra tão grande e ele da maneira mais simples possível dizia que era algo que não se poderia voltar atrás.&lt;br /&gt;Hoje, ouvi uma música &lt;em&gt;(When I grow up)&lt;/em&gt; e foi como se tudo que eu tivesse vivido na minha infância tivesse vido á tona. Os brinquedos esparramados pela sala , horas felizes, onde eu poderia fazer qualquer coisa. Era aquela ilha maravilhosa, machucados, joelhos e eu não deveria correr, eu deveria ser educada, eu deveria... Sinceramente, eu me surpreendi quando tudo voltou, em parte porque muitas dessas coisas persistem em mim. Os livros esparramados pela sala, quando eu crescer eu vou ser... E de repente eu já cresci e me pego fazendo as coisas que eu faria "quando eu crescesse".&lt;br /&gt;Quiçá eu ainda seja aquela menininha rechonchuda, risonha que achava que sabia de tudo e que continue pensando em controlar o temperamento. Vejo perfeitamente que essa menininha ainda vive em mim, talvez mais do que a atual aborrecente. E agora, entendo perfeitamente o que meu pai queria dizer, e que sim o tempo é algo inexorável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Unexpected.&lt;br /&gt;Unprotected.&lt;br /&gt;Feel the consequences.&lt;br /&gt;When I grow up,I'll be stable.&lt;br /&gt;When I grow up,I'll turn the tables."&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-113398605589989177?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/113398605589989177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=113398605589989177&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113398605589989177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113398605589989177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2005/12/quando-eu-crescer_07.html' title='Quando eu crescer...'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-113396650196377726</id><published>2005-12-07T12:39:00.000-02:00</published><updated>2006-01-21T18:22:29.820-02:00</updated><title type='text'>Será o fim?!</title><content type='html'>&lt;span style="color:#333333;"&gt;Quando achei que já havia visto de tudo l&lt;span style="color:#333333;"&gt;ei&lt;/span&gt;o: “quando for amar, ame apenas o necessário”. Sinceramente não entendi essa frase, o que isso quer dizer? Por acaso há uma porção, uma quantidade de amor que deva ser dada? Ou por um acaso estamos aprendendo agora a racionar até nossos próprios sentimentos?&lt;br /&gt;É típica da economia que não iria dar certo, é uma economia de si mesmo, do próximo, da própria vida em si. É uma autodefesa que não tem como funcionar, é um medo de viver, de sofrer. É como alguém que nunca teve o prazer de pegar chuva para não pegar um resfriado. É ignorância no máximo grau da palavra. Não estou dizendo que se deva amar ao próximo mais que a si mesmo, mas disso para quantizar o amor é muito diferente. Não há comparação nem mesmo definição nem para o amor nem para ignorância que há em querer fazer do amor uma porção pequena. Acredito que quando se ama uma pessoa, pelo menos teoricamente, deveria-se dividir e partilhar, não esconder uma parte. Querendo ou não um dia vamos morrer e de que adianta levar todo esse amor economizado para debaixo da terra? O máximo que se vai conseguir é deixar algumas pessoas magoadas ou &lt;span style="color:#000000;"&gt;talvez&lt;/span&gt; frustradas.&lt;br /&gt;Às vezes é difícil, e muito, acreditar no amor, mas eu tenho certeza que se não houvesse tal sentimento não haveríamos progredido em absolutamente nada. Ninguém descobriria nada se não fosse a paixão pelo novo, já iríamos ter nos matado se não fosse o mínimo de solidariedade ao próximo e haveriam pouquíssimas músicas e poemas porque a grande maioria deles tratam desse tão nobre sentimento. Reduzir ele é uma chacina não somente ao ser dentro de nós, mas sim uma ameaça à própria sociedade. Se já não fosse bastante a banalização, querem agora a diminuição. Qual será o próximo passo? A total extinção?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-113396650196377726?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/113396650196377726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=113396650196377726&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113396650196377726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113396650196377726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2005/12/ser-o-fim.html' title='Será o fim?!'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-113374328299173333</id><published>2005-12-04T22:38:00.000-02:00</published><updated>2006-01-21T18:22:33.986-02:00</updated><title type='text'>Apenas (re)lembrando...</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;Pare de planejar. As coisas nunca – e quando eu falo nunca é nunca mesmo, jamais, nem em toda eternidade – saem da forma como planejamos. Essa é a principal razão pela qual sofremos.&lt;br /&gt;A gente costuma fazer da vida uma brincadeira, tem o péssimo hábito de acreditar que a vida é igual brincar de barbie, a gente planeja tudo e monta tudo, até mesmo o cenário. Mas a verdade é que eu não sei se vou estar viva até terminar de escrever isso e nem você de ler. Não, não estou falando em jogar tudo para o alto, estou falando para viver cada segundo com intensidade, estou falando em construir o hoje, o amanhã virá por si só –ou em alguns casos não viram...-. Além disso quanta das coisas que planejávamos não era bem exatamente o que a gente queria? Aí a gente fica preso ao passado pensando no que fizemos ou devíamos te feito e bla bla bla, mas nada disso tem importância se não for para aprendermos, o caminho só existe quando você já passou por ele. Uma lição nos é repetida até aprendermos. Pense no seu futuro, mas você não pode controlá-lo. É óbvio e evidente que nosso futuro depende das nossas escolhas hoje, mas daí pra pensar que você tem o controle de tudo já é outra história. Planejamos de tal forma que se uma vírgula não for como planejamos, sofremos, ainda que essa vírgula tenha sido para o bem, nós estavamos tão preso ao que queríamos que não pudemos abrir os lhos para as portas que nos abriram. A verdade é que já assistimos tantos filmes e tantas novelas que a gente acha que a vida é um teatrinho onde quem cria o roteiro somos nós. Pobre de nós,existe tanta coisa que está tão acima de tudo, mas não, acreditamos que somos o centro do universo, e que podemos comandar tudo e acabamos vivendo num mundinho imaginário, até que alguém te cutuca e fala:- “ Ei! Tem vida aqui fora, acorda pra vida!”.&lt;br /&gt;A grande dificuldade é aceitarmos que o futuro depende sim das nossas escolhas, mas não só delas, e que acima de tudo as nossas escolhas hoje não dependem do nosso futuro, não podem depender, porque afinal uma coisa real não pode depender de uma imaginária, de um coisa que nem aconteceu ainda e que nem sabemos se acontecerá.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-113374328299173333?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/113374328299173333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=113374328299173333&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113374328299173333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113374328299173333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2005/12/apenas-relembrando.html' title='Apenas (re)lembrando...'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19337869.post-113304323726330258</id><published>2005-11-27T02:14:00.000-02:00</published><updated>2006-01-21T18:20:49.060-02:00</updated><title type='text'>Depois de trancos e barrancos....</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;Resolvi mudar o servidor, com muito pesar, mas com muito otimismo que esse aqui vai funcionar!&lt;br /&gt;Primeiro post, grande responsabilidade. Blog novo, vida nova, ok?! Sem resposta definida.&lt;br /&gt;Então ques os jogos comecem!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Observações cotidianas]&lt;br /&gt;Dia desses ouvi de um professor que história não é uma matéria importante. Talvez eu seja ignorante sufuciente para discordar. Segundo ele, não havia motivo para estudar história.&lt;br /&gt;Confesso que não fui capaz suficiente para concordar com essa idéia. Sempre acreditei que uma pessoa que não estuda história não teria a mínima consciência política, afinal como uma pessoa que perdeu o bonde da história pode mudar o futuro? Segundo teoria desse mesmo professor de que adiantava estudar história? Talvez por eu ser uma tanto quanto néscia como resposta à essa pergunta tinha em mente: para não cometer os mesmos erros. E meu professor respondeu-me que esse aprendizado é feito no dia-a-dia. Eu costumava acreditar que história era feito justamente da união do dia-a-dia.&lt;br /&gt;Talvez seja burrice minha acreditar que o presente é feito do passado e o futuro depende das aplicações que fizemos no passado e podemos aplicar ou não no presente. Talvez realmente seja mais inteligente errar os mesmos erros. E como disse ele, não é algo necessário, talvez para viver então seja necessário apenas respirar. E eu tão idiota, acreditava que viver e existir eram coisas diferentes.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19337869-113304323726330258?l=sobrecarol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sobrecarol.blogspot.com/feeds/113304323726330258/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19337869&amp;postID=113304323726330258&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113304323726330258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19337869/posts/default/113304323726330258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sobrecarol.blogspot.com/2005/11/depois-de-trancos-e-barrancos.html' title='Depois de trancos e barrancos....'/><author><name>Carol!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17979355661185839671</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_4VOtXz5qR9s/SRiXZ1eAuII/AAAAAAAAAOY/pnmq266bPw0/S220/DSC03446.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
